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Economia

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Terça-Feira, 13 de Junho de 2017, 16h:00 | Atualizado:

Trabalhadores da construção civil querem aumento de 8% em MT

Terminou sem acordo a primeira reunião de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018, nesta terça-feira (13), entre o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil de Cuiabá (SINTRAICCCM) e o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon/MT).  A reunião contou com a presença de Joaquim Dias Santana, presidente do SINTRAICCCM, dos diretores da entidade, vice-presidente Elias Henrique dos Santos, e diretor sindical Anoar Nunes Feitosa, além dos assessores jurídicos Diego Fernando Oliveira  e Vinícius Almeida, e do presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Mato Grosso (FETIEMT), Ronei de Lima. 

Foram apresentadas propostas de reajuste de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com proposta do representante patronal de reajuste de R$ 3,987 para quem recebe salários de até R$ 2.499,00 e, para quem ganha acima desse valor, reajuste de R$120,00.

Segundo Joaquim Santana, a reunião não foi frutífera porque a classe patronal ofereceu apenas o reajuste sobre o INPC, rejeitado pela categoria.  "A nossa contraproposta para a segunda reunião será um reajuste de 8%, superando 2% de ganho real acima do reajuste dado ao salário mínimo. Todos estão com dificuldades, mas não podemos gerar uma classe de trabalhadores com o piso de um salário mínimo”, comentou ele.

Segundo Santana, as empresas querem acabar com o vale combustível, incluso em convenções anteriores. A contraproposta dos trabalhadores foi a criação de um Vale Gás. Para ele, este cenário já é consequência das reformas da legislação trabalhista e previdenciária propostas pelo governo federal. E afirma que tal situação afetará a economia do setor.  “As empresas, inclusive as terceirizadas, não conseguirão sobreviver porque os contratos que estão fazendo são inviáveis de serem bancados pelas terceirizadas".

Ronei de Lima propôs alterações para tornar obrigatório plano de saúde com 90% do valor bancado pelas empresas. A proposta patronal foi de 50%.  A FETIEMT, assim como fez em anos anteriores, vai acompanhar toda a negociação coletiva da categoria. 

Foram discutidos também o fornecimento de treinamento para trabalhadores que tenham sofrido acidentes de trabalho, para obterem recolocação laborativa em outras áreas, regras para descumprimento de convenção coletiva, convênios e descontos em folhas de pagamento e acesso dos sindicatos aos dados de trabalhadores com carteira assinada.

A proposta do sindicato patronal de extinguir o Ticket Combustível, não foi aceita pelos trabalhadores. O encontro na sede do Sinduscon/MT, e teve representantes da diretoria e também de trabalhadores filiados à FETIEMT e ao SINTRAICCCM, além do presidente do Sinduscon/MT, Júlio Flávio Miranda.

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Comentários (12)

  • Odair | Sábado, 26 de Maio de 2018, 18h27
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    Quanto pucemto que ajeite vai Gaia desidio

  • Cleverson vieira da Silva | Terça-Feira, 22 de Maio de 2018, 08h53
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    Espero que os sindicatos de MT não se intimidem com os empresários patronais e fechem um acordo no mínimo 8% em 2018 para o trabalhador que produz e trabalha duro, possa manter sua família com uma vida digna. E que possamos tentar acompanhar a inflação q ta uma loucura , ok

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h22
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h21
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h21
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h21
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h20
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h19
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h19
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 11h19
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    Muita vergonha entre empresários e sindicato. Estão falando de valores e prorrogando o prazo de acordo coletivo. Muita empresas não pagam os retroativo referente ao mês de Maio até a homologação desse acordo. Acho que deve ser uma jogada entre ambas parte. Ao meu ponto de vista, devemos parar de pagar as contribuições mensais, pois não somos consultados para decidir sobre as porcentagem dos reajustes, por que o representante da categoria ver o lado do sindicato e os trabalhadores pagam as contas disso tudo. Chegam na obra faz um discurso com firmeza para intimidar os trabalhadores, chamando de "acovardado" e esquece que não podemos falar nada para o patrão,pois se reclamarmos estão na rua. Isso só envergonha a categoria e os empresários fazem o que querem.

  • Anderson Mendes | Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 10h54
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    Já está acabando o ano e até hoje não tivemos uma posição de quando vai sair esses reajuste salário, os combustíveis aumenta a cesta básica sobe e o salário de quem produz fica estacionado. O desemprego no setor da construção civil faz com que o trabalhador não tomem iniciativa para brigar pelo seus direitos com medo de ser desligado da empresa. Mas até quando vai essa novela.? Será que vamos receber esses valores retroativo? - Anderson Mendes " Tec. Em segurança no trabalho.

  • Diego | Segunda-Feira, 28 de Agosto de 2017, 22h12
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    O Brasil inteiro já teve aumento salarial da construção civil, aqui em Cuiabá até agora nada. Uma vergonha isso.

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