20 de Março de 2019,

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Sexta-Feira, 15 de Março de 2019, 13h:16 | Atualizado:

NOVO ENTENDIMENTO

Rêmora pode parar na Justiça Eleitoral

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A ação penal referente a "Operação Rêmora", que apura desvios na Secretaria de Educação de Mato Grosso, pode ser remetida ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. Isso porque, em julgamento concluído nesta quinta-feira (14), o  Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar crimes comuns que apresentam conexão com crimes eleitorais.

As fraudes na Seduc, segundo o empresário Alam Malouf, delator do esquema, nasceram para pagar dívidas de "caixa 2" da campanha do ex-governador Pedro Taques (PSDB) em 2014. Em delação premiada junto à PGR (Procuradoria Geral da República), Malouf revelou que um grupo de empresários doou R$ 10 milhões ao então candidato Pedro Taques com o compromisso de "obterem retorno" no decorrer do Governo.

Nesta sexta-feira, o ex-secretário Permínio Pinto, também delator das fraudes, depõe na 7ª Vara Criminal de Cuiabá. Contudo, existe a possibilidade de um advogado pedir para que o caso seja remetido à Justiça Eleitoral, ou até mesmo o juiz do caso, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, decidir encaminhá-lo.

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Comentários (2)

  • nilton | Segunda-Feira, 18 de Março de 2019, 10h37
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    eeeeee Brasil que vale nada mesmo todo trabalho jogado no lixo valeu STF

  • Antonio | Sábado, 16 de Março de 2019, 09h25
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    Então a sodoma também é nula e a selma arruda fez pura política.

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