18 de Agosto de 2018,

Opinião

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Quinta-Feira, 09 de Agosto de 2018, 13h:00 | Atualizado:

Eduardo Póvoas

Loja de cristais

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A loja de cristais chamada Brasil, sofre desde sua redemocratização após a revolução de 64, perdas inestimáveis de seus produtos com enormes, gigantes e desengonçados elefantes que adentraram em suas dependências com promessas falsas de se comportarem e não quebrar nada.

O general Figueiredo entrega o governo a um civil, como queria nosso povo, este parecia estar em sintonia com nossas maiores aspirações. Respeitado tanto pela direita como pela esquerda, esse cidadão nem chega a tomar posse pois, para surpresa e emoção incontida da nação, vem a falecer.

De “grátis” recebe nosso país um bigode do norte, letrado, membro da Academia Brasileira de Letras, que em seus quatro anos de governo não tinha mais onde acumular tanta merda, que nos presenteou.

Depois, vem o “caçador de Marajás”, que estava mais para playboy da Rua Augusta do que para Presidente da República. Sufoca o povo brasileiro nos primeiros atos do seu governo com medida tomada por uma inconsequente Ministra da Economia, bloqueando a única alternativa de assalariados, que era a sagrada Caderneta de Poupança, quase matando muitas pessoas, inclusive meu pai.

Depois, outro letrado, antropólogo, refugiado e segundo o ex Governador de São Paulo, Claudio Lembo, em entrevista ao portal Terra no dia 9 de agosto de 2011, maconheiro desde a época de Jânio Quadros, entra também oportunamente na loja de cristais graças a um vice que entrou na loja por acaso, e se diz fazer parte da melhor e mais honesta casta de terráqueos que aqui vive.

Esse antropólogo, maconheiro, dizendo fazer o melhor governo do Ocidente, entrega de “mão beijada” o poder a um metalúrgico semi analfabeto e parecendo não ter muitas habilidades no torno em que trabalhava, pois não aprendeu as lições de como manuseá-lo, chegando a perder um dedo.

Esse semi analfabeto quando pôs a cara pra fora do Sindicato, não só eu, como muita gente que estava de saco cheio de “letrados”, playboys e maconheiros, pensamos que um trabalhador como nós, poderia endireitar esta loja de cristais. Na urna ao vermos a fuça dele, enfiamos o dedo na sua barba. 

Colaborei e muitos outros colaboraram com o estado em que o país se encontra hoje. Fomos enganados!

Por oito anos este semi analfabeto deu carta e jogou de mão, a ponto de fazer seu sucessor, uma mulher que nunca disputou uma eleição, guerrilheira de “araque” que adora jatinho e primeira classe.

Esta deposta, deixa o governo e hoje somos capitaneados por um Presidente taxado de quadrilheiro pela Policia Federal. Ufa!!!!

Sobraram cristais ainda nesta loja para serem quebrados depois dessa tropa de merda adentra-la?

Se sobrou vamos em clima de desespero colocar mais um elefante, brabo, sem doma, dentro da loja, ou ele cola as peças ou as coloca no lixo.  Não que este seja o elefante Rei ou o elefante preferido do Marajá para cumprir essa tarefa. É que me parece ser o melhor do momento.

É o elefante do Exército, este que rosna pra cacete e que promete concretizar muitas aspirações que eu, você e a grande maioria do povo brasileiro deseja. Me parece que até hoje ele ainda não conhece um cara chamado Moro.

Não senhores, não sou adepto de que se está errado vamos deixar errado, sou adepto de que algumas caras da atual política brasileira totalmente desmoralizada e desacreditada atravessem o oceano atlântico e se instalem definitivamente em outro continente, deixando em paz nossa gente que não aguenta mais ver suas fuças. 

Perigo de quebrar algo na loja? Como dizia o Padre Quevedo: NON EXXISTE.....

EDUARDO PÓVOAS- PÓS GRADUADO PELA UFRJ.

 

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Comentários (2)

  • José Manoel | Sexta-Feira, 10 de Agosto de 2018, 01h21
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    A demais Adamstor calado é um poeta, a inveja é uma mercadoria...

  • Ademar Adams | Quinta-Feira, 09 de Agosto de 2018, 22h01
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    O articulista deve se pós graduado em bobagem. Constatei isso lendo apenas alguns parágrafos... não consegui ir adiante.