25 de Junho de 2018,

Política

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Quarta-Feira, 13 de Junho de 2018, 08h:42 | Atualizado:

GRUPO UNIDO

Fagundes pede diálogo e "desprendimento" de pré-candidatos ao Senado

Chapa de oposição tem Carlos Fávaro, Margareth Buzetti e Maria Lúcia Cavalli como postulantes ao Congresso Nacional


Da Redação

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O senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes (PR), em entrevista à Rádio Capital FM, afirmou que o objetivo do grupo partidário formado por MDB, PR, PTB, PP, PSD e PCdoB é construir uma aliança forte. Ele ressaltou que a coligação não veta nomes, partidos ou segmentos, abrindo espaço para outras legendas, como o PSL, que tem a juíza aposentada Selma Arruda como pré-candidata ao Senado.

Fagundes destacou que a colocação de seu nome para o Governo do Estado é um consenso no grupo. De acordo com o parlamentar, cabe agora a definição para as duas vagas para o Senado, disputadas entre o ex-vice-governador Carlos Fávaro, a empresária Margareth Buzetti, e da ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder, além do nome de quem será vice-governador. Esta última vaga é cobiçada pelo MDB.

“Estamos na fase de composição da chapa. Para o Senado, o PSD tem o Carlos Fávaro, o PP tem a Margareth Buzetti, além da Maria Lúcia, pelo PCdoB. O vice será discutido no momento certo. É um pleito legítimo do MDB, que é um partido forte, presente em todos os municípios do estado e tem força nacional. Mesmo assim, ainda estamos buscando conversações. Como sempre disse desde o início, não temos veto a ninguém, nem a nenhum segmento partidário ou político social”, afirmou.

Com isso, Fagundes não descarta a chegada do PSL no grupo. A juíza aposentada Selma Arruda é pré-candidata ao Senado e o pré-candidato ao Governo do Estado do partido, Dilceu Rossato, anunciou que não disputará mais as eleições.

“Não temos vetos a pessoas, partidos ou segmentos. Aqueles que tiverem interesse em conversar, estaremos prontos. Todas as lideranças são bem-vindas para o diálogo, mas eu não decidirei nada sozinho. Quem decidirá será o grupo, em consenso”, disse.

Com tantos nomes no grupo para disputar as duas vagas ao Senado, Wellington Fagundes afirmou que os postulantes terão que ter ‘sabedoria’, para definirem em conjunto quem serão os nomes da coligação que vão para o pleito deste ano. Ele citou, inclusive, o seu caso, já que em 2010 ele seria candidato ao cargo, abrindo mão posteriormente para que Blairo Maggi fosse indicado.

O republicano acabou disputando uma cadeira na Câmara dos Deputados e ambos foram eleitos. “As pessoas têm que saber a hora de dar um passo a frente, e a hora de recuar. Isso fez parte da minha vida. Eu poderia ter sido candidato ao Senado em 2010. Ali, entendi que o Blairo Maggi era importante para ocupar uma vaga na chapa, onde acabei recuando e mesmo assim fui o candidato a deputado federal mais votado daquele ano. Entendo que ao formar uma chapa, o pré-candidato a governador precisa ter, acima de tudo, muita capacidade de agregar, mas todos aqueles que querem ganhar, também que se preocupar com isso, as vezes, com o recuo de alguns, buscando uma chapa forte”, completou.

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Comentários (2)

  • Paulo Sérgio | Quarta-Feira, 13 de Junho de 2018, 11h44
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    5

    WF governador. Esse Mauro Mendes é incompetente quebrou suas empresas agora quer quebra o estado. Pedro Grampolandia incompetente...

  • Antonio Luiz | Quarta-Feira, 13 de Junho de 2018, 09h55
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    7

    Esse cidadão WF é tudo de pior que tem na política, e digo mais os iguais se atraem, olha os políticos que vem se alinhando a ele, Bezerra, Valtenir e sua corja... vivemos em tempos de falta de vergonha na cara!!!

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