19 de Setembro de 2018,

Política

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Quinta-Feira, 13 de Setembro de 2018, 17h:12 | Atualizado:

ATAQUE

Fávaro: eleitor deve escolher "ficha limpa"

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Em entrevista à Rádio Capital, na manhã de hoje, o candidato ao Senado Carlos Fávaro, pediu para os eleitores analisarem o perfil dos candidatos que concorrem às eleições deste ano. Para ele, os brasileiros participaram de diversas manifestações contra a corrupção na política no país e este é o momento para escolher os melhores representantes para os próximos anos.

“As pessoas têm que prestar atenção e conhecer o perfil dos candidatos, ver quem tem ficha limpa, quem não tem denúncia, quem não foi delatado em alguma operação, em quem o Ministério Público está atrás. Temos um país que quer gente honesta, sem conversa fiada e, agora na época de eleição, todo mundo é bonzinho, todo mundo está pronto para fazer melhorias na vida das pessoas”, afirmou contundente.

Segundo ele, a história do candidato revela o seu passado. “Muitos candidatos prometem que vão fazer o que não fizeram no período em que tinham poder para isso e agora fazem promessas novamente. Eu estou tão indignado como qualquer outro cidadão que quer uma política séria para o nosso país. Podem ter certeza de que se eu for eleito vou honrar todos os mato-grossenses”, garantiu.

Durante a entrevista, o candidato falou sobre suas propostas de trabalho. Até o momento, ele foi o único que apresentou um plano de atuação para o mandato eletivo de 8 anos para senador da República. “As principais diretrizes são infraestrutura, qualificação, segurança nas fronteiras, internet e escola em tempo integral. Vou atuar em todas áreas essenciais para o estado, mas acredito que esses cinco pontos são fundamentais para o crescimento do estado, para a melhoria de outros setores, como a saúde, por exemplo e, consequentemente, para a população”, explicou.

Defensor do associativismo e cooperativismo, Fávaro informou que até hoje participa de seis cooperativas no estado. “É onde o pequeno se fortalece. E essa participação me levou a vários cargos de entidades de classe, até chegar na Aprosoja, quando fui presidente e que me trouxe para a vida pública e me tornei vice-governador. Uma pessoa que chegou em um assentamento de reforma agrária e já foi vice-governador não foi por querer status ou um título na parede, foi para contribuir para a melhoria de vida das pessoas. Isso me motiva e melhora muito a minha vida e da minha família”, concluiu.

 

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Comentários (2)

  • servidor público | Quinta-Feira, 13 de Setembro de 2018, 22h39
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    tem que ser ficha limpa sim, mas, também não pode ser representante da elite agrária, do agronegócio, para manter os privilégios do barões e sobrecarregar a sociedade com a sonegação de impostos. fávaro nem pensar!!!!!!!!!!!!!

  • manoel costa | Quinta-Feira, 13 de Setembro de 2018, 21h40
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    senador já escolhi voto só nilson leitão é o unico que trabalhou de verdade para mato grosso