15 de Novembro de 2018,

Política

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Quinta-Feira, 08 de Novembro de 2018, 15h:33 | Atualizado:

SODOMA 5

Justiça adia depoimentos de ação que apura desvios de R$ 7 mi em MT

Decisão atende pedido da defesa de um dos réus; testemunha, Nadaf esteve no fórum


Da Redação

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O juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, adiou a audiência de instrução e julgamento relativa a ação penal da 5ª fase da “Operação Sodoma”, marcada para a tarde desta quinta-feira (8). A decisão atendeu ao pleito a defesa de um dos réus do processo.

Para hoje, estavam previstos os depoimentos de Wilson Luiz Pereira Soares, José Roberto Pacheco, Afonso Gleidson Teixeira, o ex-chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, Fabio Rodrigues de Carvalho Alves Costa, Valter Facheti Torres e o empresário Paulo Cesar Lemes, delator da “Operação Ouro de Tolo”. 

Algumas testemunhas, como o ex-secretário Pedro Nadaf, estiveram presentes no Fórum de Cuiabá e foram comunicadas do adiamento da audiência, que será realizada 22 de novembro. Já outras, como o empresário Paulo Lemes, sequer foram intimadas.

Dos réus, apenas o ex-secretário adjunto de Administração, coronel José de Jesus Nunes Cordeiro, esteve presente. Os demais foram representados pelos advogados, o que é permitido por lei.

Com a audiência de hoje designada para 22 de novembro, os depoimentos previstos para este dia foram adiados para 4 de dezembro. Nesta data, serão ouvidos Francisco de Assis Amâncio Figueiredo Dorileo; Mauro Cesar Pereira; o ex-vereador por Cuiabá e deputado estadual eleito, Lúdio Cabral; a servidora pública municipal, Sílvia Maria Gonçalves; e o ex-candidato a vereador por Cuiabá, Arlan Lino de Deus.

Já as testemunhas previstas para depor no dia 4 de dezembro, haviam sido dispensadas. Elas foram arroladas pelo ex-secretário adjunto de Transporte e Pavimentação Urbana, Valdísio Viriato, que fechou acordo de colaboração e pediu dispensa de suas testemunhas.

A Operação Sodoma V investiga o esquema em que agentes públicos recebiam propina do Posto Marmeleiro para manter o contrato da empresa com o Estado de Mato Grosso. O posto prestava o serviço de fornecimento de combustíveis à frota do Estado.

Segundo as investigações, durante o período de outubro de 2011 a dezembro de 2014, a organização criminosa recebeu o montante de cerca de R$ 7 milhões.

Entre os réus na ação, estão o ex-governador Silval Barbosa, o ex-chefe de gabinete, Sílvio Correa, os ex-secretários de Administração, Francisco Faiad, Cézar Zílio e Pedro Elias Domingos; além do empresário Juliano Volpato.

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Comentários (1)

  • Edson Lima | Sexta-Feira, 09 de Novembro de 2018, 07h56
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    Gostaria que o folhamax fizesse uma reportagem sobre o rombo da empresa fantasma que os deputados criaram no DETRAN MT. ficou tudo calado a sociedade quer saber

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