11 de Julho de 2020,

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Sexta-Feira, 29 de Maio de 2020, 18h:43 | Atualizado:

PROJEÇÕES

Contaminações por Covid começam a cair em setembro em Cuiabá


Gazeta Digital

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As projeções feitas pela equipe do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) apontam que as contaminações pelo novo coronavírus só começaram a diminuir em setembro. Em junho e julho os casos seguem crescentes, estabilizam em agosto e começam a cair no mês seguinte. “Não sabemos quando tudo vai voltar à normalidade. Pode levar meses e até anos”, destacou o gestor, na manhã desta sexta-feira (29).

De acordo com o chefe do Executivo municipal, hoje os casos de covid-19 aumentam, em média, 7% a cada semana. Os cuiabanos são 31% do total de contaminados no Estado e o número está sob controle. Tal cenário deu segurança para que o gestor autorizasse a abertura gradual dos shoppings, bares e restaurantes.

“O trabalho é empurrar o pico para frente, que aí as contaminações ficam pulverizada. A projeção feita pelo ex ministro Mandetta era de que o pico seria em maio, junho, julho vai lá em cima, ai a tendência, se todo mundo fizer o dever de casa, é que comece a cair em agosto e tenha uma queda brusca até o fim de setembro. Essa é a projeção com a qual a gente trabalha. No mais, é só dia a dia que pode nos retratar com frieza”, comunica o prefeito.

De acordo com o prefeito, durante a suspensão das atividades e isolamento social, entre março e maio, Cuiabá já perdeu 30% da arrecadação a cada mês. Isso representa R$ 25 milhões de perda.

“Estamos construindo um retorno à normalidade, mas isso pode demorar. Não vemos uma nova normalidade no curto e médio prazo”, ressalta.

Com o retorno dos shoppings, bares e restaurantes nas próximas semanas, o prefeito não descarta a retomada integral da frota de ônibus do transporte coletivo. A medida vai depender da demanda nos próximos dias.

Segundo ele, metade da frota está na rua e os passageiros também diminuíram em 50%. Ele explica que numa sexta-feira normal, 185 passageiros usam o transporte. Hoje 75 mil circulam. Apesar do gestor pregar a diminuição, a realidade é pontos lotados e veículos cheios.

 

 

 

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