26 de Fevereiro de 2020,

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Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 09h:11 | Atualizado:

TRAGÉDIA DA ISAAC

Família de cantor processa professora e exige R$ 805 mil de indenização em Cuiabá

Ramon Viveiros foi atropelado em frente à casa noturna e morreu dias após o acidente


Da Redação

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A família do cantor Ramon Viveiros – que morreu no dia 28 de dezembro de 2018, após sofrer um atropelamento 5 dias antes, em frente a casa noturna Valley Pub, em Cuiabá -, busca na justiça uma indenização de R$ 805,9 mil contra a motorista que o atropelou. Ele tinha apenas 25 anos de idade no dia da tragédia.

De acordo com informações, a família da vítima interpôs uma ação de indenização de danos morais e materiais contra a professora universitária Rafaela Screnci da Costa Ribeiro. Além de Ramon, também foram atropeladas as jovens Hya Girotto Santos, de 21 anos, e Myllena de Lacerda Inocêncio, de 22 anos de idade, que morreu no local do acidente.

A ação - proposta pelo pai, e procurador de justiça aposentado, Mauro Viveiros -, pede ainda sigilo dos autos para preservar “direito à intimidade familiar”. A ação tramita na 7ª Vara Cível de Cuiabá.

RELEMBRE O CASO

A professora substituta da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, foi a responsável pelo atropelamento que matou duas pessoas, e que deixou Hya Girotto gravemente ferida, na avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá, na madrugada do dia 23 de dezembro de 2018. Ela atua no Departamento de Botânica e Ecologia da instituição.

Condutora do Renault Oroch que atropelou as três pessoas, Rafaela foi detida e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ela foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) e após o pagar uma fiança de 10 salários mínimos foi liberada.

Uma das vítimas fatais do atropelamento foi a estudante de Direito, Myllena de Lacerda Inocêncio, de 22 anos, que morreu no local do acidente.

A amiga dela, Hya Girotto Santos, de 21 anos, ficou 23 dias internada com ferimentos graves. Ela fraturou o braço, o ombro, cortou a cabeça e teve infiltração líquida nos pulmões.

A outra vítima fatal foi o cantor Ramon Alcides Viveiros, filho do procurador de justiça aposentado Mauro Viveiros. Ele chegou a ser socorrido mas não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde do dia 28 de dezembro de 2018. Ramon tinha apenas 25 anos.

De acordo com informações de testemunhas, as vítimas sairam da Valley PUB, conhecida casa noturna da Capital, em aparente estado de embriaguez. Uma delas, inclusive, estaria “dançando” no meio da av. Isacc Póvoas no momento do acidente. As testemunhas relatam ainda que a professora da UFMT dirigia em alta velocidade.    

 

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Comentários (13)

  • J.José | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 14h16
    12
    0

    FATO: assumiram o risco, pois estavam em via pública que transita veículos, perto havia uma faixa de pedestres e estes Não foram na faixa, outro FATO: todos já tiveram suas perdas como relatou alguns comentários aqui e em outros dias atrás.

  • Paolo | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 12h50
    8
    1

    Banca o palhaço babaca dançando no meio da avenida e ainda vem com essa conversa fiada? Toma no cesso.

  • Laura | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 11h43
    19
    0

    Na verdade não deveria haver processo algum, tanto o condutor quando as vitimas tiveram sua parcela de culpa, todos já estão pagando com as consequências disso tudo, a família que está processando, não entendo o sentido de querer esse dinheiro referente a perda de um ente querido. Não concordo com algumas opiniões que dizem que tem que processar a valley, a valley é apenas uma casa noturna, se tiver que processar a valley por vender bebidas alcoólicas, devem processar todo o país, pois aonde você vai tem um barzinho aberto e grande parte da população frequenta, o que devemos ter é responsabilidade, sair para se divertir todos podemos, mais a falta de responsabilidade gera consequências e isso está em todo lugar!

  • Cpa | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 11h25
    5
    0

    Com ferro fere, com ferro ser a ferido

  • Antônio | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 10h56
    23
    3

    Como é que é??? O cara estava bêbado e dançando no meio da rua...

  • Barnabé | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 10h51
    23
    1

    Olha não sou contra nenhuma ação contra essa pessoa, mas venhamos e convenhamos, primeiro o valor é exorbitante e oportunista, segundo as matérias de todos os jornais a época eles estavam dançando no meio da rua e bêbados, como eu disse segundo os jornais, este cidadão está ou delirando ou querendo se aproveitar, nem sebo rapaz fosse um médico renomado ou um cantor de sucessos teria esse valor de indenização, creio que ele busca é mais uma punição para acalmar sua alma e o sentimento de perda, filhos depois que crescem tomam decisões contrárias aos desejos dos pais, eu não gostaria que meu filho frequentasse esse tipo de ambiente, saísse desse tipo de lugar bêbado e provocasse qualquer tipo de acidente ou confusão, se dependesse apenas se nosso desejos isso não aconteceria, mas infelizmente as amizades, a auto confiança e a teimosia nos fazem passar por essas situações. Lamentável mas creio a justiça deve ser imparcial, o fato dele ser procurador aposentado não deva pesar na balança da justiça, não vestiu defendendo essa mulher, mas tbm não concordo com o valor da ação para satisfazer o ego desse pai que perdeu.seu filho de forma trágica, é preciso colocar a razão acima da emoção, esse sentimento raivoso de querer imputar algo para apenas preencher o vazio e satisfazer seu ego creio que a alma desse caboclo está doente e isso o levará a abismos maiores. Não estou julgando-o massss pobre alma

  • Ramis | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 10h26
    20
    1

    Esse pai tem que pedir e mta oraçao pra seu filho que se foi , esse dinheiro nunca ira aliviar a alma desse jovem .Apenas comprar caprichos desse senhor e na verdade uma boa comissao para o Advogado.

  • Paquetá | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 10h14
    23
    1

    Esse senhor, VIVEIROS, vulgo procurador da justiça, enquanto era pra defender terceiros nada fazia! Mas é assim que se paga, agora sentindo na pele, o que outros impotentes sentiram, pela lerdeza e incompetência dessa mesma justiça! Aqui se faz e aqui se paga!

  • J.José | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 10h09
    17
    3

    Tinha que processar quem fez o Open Bar no caso a Valey.

  • Luciano | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 10h04
    28
    0

    Uma tragédia, mas temos que entender que os três tinham bebido tambem e ficaram brincando no meio da rua, pelo jeito eles estavam indo para os seus carros para saírem dirigindo também bêbados. Não podemos relativizar o fato da motorista ter bebido e supostamente estar a cima do limite de velocidade para a via, mas com certeza a responsabilidade desse acidente tem que ser dividida entre o atropelador e os atropelados.

  • bruna | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 09h53
    23
    1

    acho engraçado família que pede indenização quando um familiar falece, apenas entendo e mais ou menos ainda, se essa pessoa que faleceu sustentasse a família, caso contrário o dinheiro irá trazer a pessoa que morreu de volta? não né! e vai ganhar dinheiro em cima de uma pessoa que faleceu pra uso de quem ficou! triste atitude.

  • J.José | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 09h43
    24
    0

    Quem estava no meio da Avenida? O cantor e as outras duas?

  • Fernando Augusto | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2020, 09h39
    29
    0

    Se achar que tem esse direito, devem processar sim. Mas a pergunta que não quer calar: irão processar também a menina maluquinha que puxou ele pra dançar no meio da rua e fazer a travessia mortal? Irão processar a casa noturna por vender álcool deliberadamente? Irão processar o município por não ter no local nada que impeça os condutores de exagerar na velocidade?

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