06 de Dezembro de 2019,

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Sábado, 20 de Julho de 2019, 12h:04 | Atualizado:

MOTOSSERRA

MT desmata o equivalente a 14 campos de futebol


Gazeta Digital

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Em junho deste ano, houve o desmatamento de 140 km² da área correspondente à Amazônia Legal em Mato Grosso. Com isso, o estado fica em 4º lugar, atrás apenas do Amazonas, Pará e Rondônia. Os dados são Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).  A área desmatada corresponde a 14,5 campos de futebol.

A Amazônia Legal é o nome dado pelo governo brasileiro a uma determinada área da Floresta Amazônica que pertence ao Brasil. Além de Mato Grosso, Acre, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantis e Maranhão também entram na denominação.   

Colniza (1.065 km a noroeste de Cuiabá) é um dos municípios considerados críticos pelo levantamento. Neste mês, foram 18 km² de área desmatada, correspondente a 2,5 campos de futebol. 

Apesar da maioria dos desmatamentos terem sido em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse, foi registrado desmatamento também em área indígena, como Piripkura, com 0,4 km² de território desmatado, e em assentamento como o Japuranomann, com 2 km² desmatados. 

Segundo o levantamento, contudo, há uma redução de 31% se comparado à análise feita do mesmo período de 2018, com redução de 368 km² da área total desmatada. 

Com relação à degradação das florestas, Mato Grosso figura em segundo da lista, com 8 km² de floresta degradada, o que corresponde a 17% do território total. O primeiro colocado é Roraima, com 27 km² desmatados.  

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Comentários (4)

  • observador social | Domingo, 21 de Julho de 2019, 09h49
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    é a sema sendo desmascarada por fingir que está trabalhando pelo meio ambiente.

  • marcos | Domingo, 21 de Julho de 2019, 08h27
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    isso é uma prova concreta da incompetência da atual gestão da sema, e revela a grande influência perversa que segmentos economicos detém nessa instituição ambiental. os gestores são especialistas em fazerem propaganda falsas, enganosas, mas, não conseguem enganar os dados reais como esse, não conseguem calar a boca de todos, e a verdade é essa, desmatamento acelerado, com licenciamento ambiental arcaico, ineficiente e lento, fiscalização precária e monitoramento não existe.

  • Oliveira | Sábado, 20 de Julho de 2019, 19h08
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    Esta bom... isso equivale né 30 hectares.

  • Talisia | Sábado, 20 de Julho de 2019, 13h22
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    A REALIDADE É UMA SÓ, A FLORESTA DO ESTADO DE MATO-GROSSO VEM SOFRENDO BASTANTE COM O DESMATAMENTO ILEGAL A MUITO TEMPO. A BUSCA INCESSANTE PELO LUCRO E O COMODISMO DAS NOSSAS AUTORIDADES SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS DESTE TRÁGICO PROBLEMA, E TAMBÉM A PORTA DO ESTADO ESTÁ ABERTA ( SEM FISCALIZAÇÃO ) PARA O TRANSPORTE DE MADEIRAS COMO A CASTANHEIRA (PROIBIDA DE CORTE) E TANTAS OUTRAS, E AINDA MAIS A FISCALIZAÇÃO E A IDENTIFICAÇÃO DE MADEIRAS SEMPRE INCOMODOU E INCOMODA A MAIORIA DOS POLÍTICOS E AQUELAS MADEIREIRAS QUE QUEREM ANDAR NA ILEGALIDADE, A FLORESTA NÃO É SÓ PARA A PRESENTE GERAÇÃO MAIS TAMBÉM PARA AS FUTURAS GERAÇÕES.

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