19 de Fevereiro de 2020,

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Terça-Feira, 21 de Janeiro de 2020, 07h:45 | Atualizado:

Parque Nacional de Chapada tem recorde de público no 1º domingo do ano


Gazeta Digital

Parque Nacional de Chapada dos Guimarães bateu seu recorde de público no primeiro domingo desse ano (5). Foram mais de 2,8 mil visitantes em um único dia. O volume é o maior já recebido em todo o parque desde sua criação, há 30 anos.

O calor e férias são os grandes responsáveis pelo alto volume de visitação ao local, que é um dos cartões postais de Mato Grosso e um dos mais visitados pelos turistas estrangeiros e de outros estados.

À margem da rodovia MT 251, o Véu de Noiva com seus 86 metros é o ponto turístico que dá as boas vindas ao visitante. O local está disponível para contemplação da paisagem que, além da queda d’água, tem vegetação característica do cerrado e os majestosos paredões que dão o nome à cidade.

De lá, partem os grupos com seus respectivos guias para os vários passeios disponíveis. Os trajetos variam de extensão e preços.

Atualmente é possível realizar os seguintes passeios no parque: Mirante do Véu de Noiva, a Cachoeira dos Namorados e Cachoeirinha, o Circuito das Cachoeiras, a Casa de Pedra, Cidade de Pedra, Morro de São Jerônimo e a Travessia do Morro de São Jerônimo.

Segundo a assessoria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pelo parque, todas as atrações estão recebendo a capacidade máxima de visitantes nesse começo de ano.

O instituto confirma o registro de furto no estacionamento do parque, na semana passada, mas informa que há funcionários responsáveis pela segurança no local a fim de inibir os crimes.

“Houve isso, sim. Mas lembramos que, mesmo com a segurança, é importante que os visitantes fiquem atentos aos pertences”, ressalta.

Um guia de turismo informou ao  que a onda de furtos nos pontos turísticos, principalmente no Mirante, têm espantado  os turistas. Questionado, o ICMBio nega que houve queda no número de visitantes e destaca o recorde no início do mês.

O parque compreende 32.630 hectares e foi criado em 1989 pelo Decreto Lei no 97.656, após anos de tratativas para a preservação da área, desapropriação propriedade privada.

Em 1980 foi desapropriado as áreas Mutuca (Decreto no 662/80), Cachoeirinha (Decreto no 663/80), Salgadeira (Decreto no 664/80) e Rio Claro (Decreto no 648/80) que já eram utilizados como ponto turístico. Em 1984 foi criado o Complexo da Salgaderia, que era o principal ponto de visitação e ficou fechado por muitos anos e reaberto em maio de 2018.

 

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