20 de Junho de 2019,

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Sexta-Feira, 14 de Junho de 2019, 16h:22 | Atualizado:

MOBILIZAÇÃO NACIONAL

Protesto para alguns serviços em MT


G1-MT

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Alguns setores públicos de Mato Grosso foram parcialmente afetados nesta sexta-feira (14). Servidores públicos, professores, rede particular e federal de ensino estão parcialmente paralisados. Eles aderem ao movimento nacional em protesto contra a reforma da Previdência e cortes na educação.

Em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital, o transporte público opera em 90%, segundo a Associação Mato-grossense de Transporte Urbano (MTU).

O Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) determinou a manutenção mínima de 90% da frota de ônibus circulando durante os horários de pico nesta sexta-feira: entre as 6h e 8h, 12h e 14h e 17h e 20h. Nos demais períodos, a circulação deve ficar em 70% do normal.

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) ingressou com liminar após anúncio do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários da Baixada Cuiabana (SINTROBAC), que havia confirmado participação e paralisação de 50% dos ônibus durante o dia.

Os serviços de saúde ofertados pelo município devem ser afetados durante o movimento nacional.

O Sindicato dos Profissionais de Enfermagem do Estado de Mato Grosso (Sinpen-MT), protocolou documento na Prefeitura de Cuiabá, informando que a categoria de enfermagem vai paralisar as atividades por um período de doze horas, das 7h às 19h, respeitando a manutenção do quantitativo de 50% dos servidores em todas as unidades de saúde.

O Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE/MT) informou que 16 unidades do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) vão paralisar as atividades.

O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) também disse que os servidores paralisaram as atividades. No entanto, os profissionais já estão em greve no estado há 18 dias.

Os servidores cobram reajuste salarial de 7,69%, conforme um acordo feito há cinco anos, além de melhores condições de trabalho.

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (Adufmat), professores de alguns campi da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e o Sindicato dos servidores do Detran (Sinetran) também paralisaram as atividades ao longo desta sexta-feira.

Protestos

Em Confresa, cidade a 1.160 km de Cuiabá, um grupo de manifestantes, entre estudantes e servidores, fez uma passeata e carreta às 7h em frente a prefeitura. Eles saíram a pé e seguiram em carros e motos até a Escola 29 de Julho, onde participam de uma aula pública.

No município também há paralisação na rede estadual, municipal e Correios.

Tangará da Serra

Em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, servidores públicos fizeram um protesto na Praça da Antiga Prefeitura em apoio o movimento nacional contra a reforma da Previdência.

Três escolas municipais estão sem aulas hoje: Airton Senna, Tânia Arantes e João Maria do Nascimento. Outras seis escolas estaduais também estão sem aulas, mas essas já estavam em greve.

A Unemat, segundo diretor do campus, mantém os trabalhos apesar de alguns professores avisarem que não iriam hoje.

Rondonópolis

Trabalhadores de algumas categorias optaram por cruzar os braços como forma de protesto a proposta de reforma da Previdência. Em Rondonópolis um ato foi realizado no centro da cidade.//

Não estão trabalhando os servidores do município, exceto dos serviços de urgência e emergência, como o de saúde, profissionais da educação da UFMT, do IFMT também cruzaram os braços assim como servidores do Detran.

Esses trabalhadores retornam as atividades normalmente ao final do dia.

Primavera do Leste

Em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, a manifestação aconteceu na Praça Matriz, no Centro da cidade. O Sintep montou uma mesa de café da manhã, para convidar a comunidade a conhecer com detalhes, o motivo da greve.

O movimento contou com o apoio de trabalhadores das escolas municipais e também do IFMT.

Das 11 instituições estaduais da cidade, três estão fora do movimento e oito mantém os atendimentos parcialmente.

 

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Comentários (5)

  • observador | Segunda-Feira, 17 de Junho de 2019, 10h26
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    O povo é muito hipócrita. Não existe amarelo nas rua porque aqueles que votaram no Bozo não vão para a rua protestar por dois motivos: A) votaram na desgraça e então tem vergonha de pedir arrego mesmo com o cabo da foice enfiada no cú. B) Ficam em casa escondidinhos esperando o povo da esquerda lutar pelos seus direitos e não dão bandeira para ninguém saber do arrependimento. Quem luta pelo trabalhador e o fórum sindical que paga os carros de som e toda a organização da manifestação com o dinheiro da contribuição do trabalhadores. Se vc é trabalhador e não foi pra rua sabe que vc está vivendo a custas dos trabalhadores que lutam pelos seus direitos. Por último só não tá se fodendo nesse Governo quem é empresário, quem é miliciano ou quem é laranja.

  • observador | Segunda-Feira, 17 de Junho de 2019, 10h15
    0
    0

    O povo é muito hipócrita. Não existe amarelo nas rua porque aqueles que votaram no Bozo não vão para a rua protestar por dois motivos: A) votaram na desgraça e então tem vergonha de pedir arrego mesmo com o cabo da foice enfiada no cú. B) Ficam em casa escondidinhos esperando o povo da esquerda lutar pelos seus direitos e não dão bandeira para ninguém saber do arrependimento. Quem luta pelo trabalhador e o fórum sindical que paga os carros de som e toda a organização da manifestação com o dinheiro da contribuição do trabalhadores. Se vc é trabalhador e não foi pra rua sabe que vc está vivendo a custas dos trabalhadores que lutam pelos seus direitos. Por último só não tá se fodendo nesse Governo quem é empresário, quem é miliciano ou quem é laranja.

  • Pacufrito | Sexta-Feira, 14 de Junho de 2019, 19h42
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    0

    Este é o Brasil, esta greve é so da classe mais privilegiada, e pior, ainda querem mais, os trabalhadores mesmo, os verdadeiros trabalhadores fazem seus protestos e passeatas aos domingos, mas os que ja pouco trabalham, funcionários públicos, e seus pelegos fazem greve em dias de semana, além de não trabalhar atrapalham quem quer trabalhar. vergonha , chega, vão trabalhar.

  • Galileu | Sexta-Feira, 14 de Junho de 2019, 19h42
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    Pelo jeito, está claro que não querem mudança para melhor. Fui as ruas só para observar, muito pouca gente. Não vi uma só bandeira verde/amarela. Tive a impressão que eu estava em Caracas/ Venezuela. Ah já ia me esquecendo, Nicolás Maduro está convidando todos os manifestantes dessa paralisação , para mudar para Venezuela. Lá terão muitas vantagens cuja principal é a perda de peso em uma semana. Também terá direito a remédio caseiro, água e energia 3 vezes por semana sem pagar nada. Quanto a internet é gratuita e postagem tal como leitura só com a triagem do governo. Bora lá?

  • ana | Sexta-Feira, 14 de Junho de 2019, 17h45
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    1

    ate os cartazes são vermelhos né????CHEGA de PT

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