20 de Junho de 2019,

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Sexta-Feira, 14 de Junho de 2019, 18h:19 | Atualizado:

Videoconferência prepara equipe do Paraná para executar projeto desenvolvido pelo MPMT

Após aderir ao projeto Água para o Futuro, coordenado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, e catalogar parte das nascentes da região metropolitana de Curitiba, técnicos do Ministério Público paranaense já estão se preparando para sair a campo. Na terça-feira (11), mais uma videoconferência foi realizada em Cuiabá para a troca de informações e esclarecimento de dúvidas.

De acordo com o coordenador do projeto, promotor de Justiça Gérson Barbosa, além do Paraná, Distrito Federal, São Paulo, Acre e Espírito Santo também demonstraram interesse em replicar a iniciativa. “O Água para o Futuro será desenvolvido em centros políticos e econômicos fortes que estão em crise hídrica e agora terão a chance de reverter essa triste realidade”, ressaltou o promotor de Justiça.

Segundo ele, em 16 de outubro do ano passado, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso celebrou Acordo de Cooperação Técnica com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para disponibilização do aplicativo Água para o Futuro aos Ministérios Públicos brasileiros. Vinte estados da federação aderiram ao convênio.

Na ocasião, uma nova versão do aplicativo foi desenvolvida. Além de trazer uma reestruturação visual e novas funções dentro do seu código fonte para desenvolvimento em multiplataforma (iOS, android e windows phone), também foi incluída a funcionalidade de leitura de QR Code e a criação de um sistema de gerenciamento do aplicativo hospedado em cada Ministério Público que aderiu ao projeto.

“A maior mudança no aplicativo ocorreu em seu código fonte, ou seja, na sua programação. Na versão anterior ele funcionava somente para a cidade de Cuiabá e tinha uma abrangência municipal. Com a nova versão foi expandido para todo o território nacional, de modo que qualquer estado que assine o convênio para seu uso possa liberar aos usuários a visualização das nascentes confirmadas no seu município”, explicou o coordenador do projeto.

A nova versão, conforme o promotor de Justiça, trouxe todas as funções da anterior, entre elas a localização das nascentes urbanas, envio de novas nascentes ainda não mapeadas, participação do monitoramento das nascentes conhecidas enviando mensagens diretamente para o projeto Água para o Futuro, realidade ampliada e canais de contato do projeto.

 

 

 

 

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