20 de Setembro de 2019,

Cultura

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Sexta-Feira, 16 de Agosto de 2019, 12h:15 | Atualizado:

Galeria Lava Pés recebe nova exposição coletiva

Com obras de Vitória Basaia, Gonçalo Arruda, Junne Fontenelle, Marcelo Velasco e Miguel Penha, a exposição coletiva Sen[s]ação está em cartaz na Galeria Lava Pés, de segunda-feira à sexta-feira, sempre das 08h às 18h, com entrada franca e livre para todas as idades.

Entre pinturas, esculturas e instalações, os cinco artistas exibem seus trabalhos mais recentes, organizados num projeto de expografia que promete mexer com as sensações do público. A nova exposição da Galeria Lava Pés tem curadoria de Marcelo Velasco e segue em cartaz até o dia 15 de outubro.

“Sensação é um termo bastante utilizado por vários filósofos que tratam da arte. Nesta exposição trazemos uma reunião de cinco artistas que têm produções díspares. E como combinar trabalhos tão diferentes? Na galeria, todas juntas e organizadas, as obras se relacionam. Assim, queremos proporcionar para cada visitante uma sensação diferente. Nosso objetivo é provocar. A provocação, além de gerar sensações, leva a ações. O jogo de palavras, ‘Sen-ação’, vai gerar a reflexão. A arte serve para isso, para dar essa cutucada nas pessoas”, explica Marcelo Velasco.

Para o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Allan Kardec, a Temporada 2019 da Galeria de Arte Lava Pés está sendo das mais produtivas. Até agora já foram duas exposições coletivas, que juntas reuniram mais de uma dezena de artistas de Mato Grosso, além de uma exposição internacional.

“A Galeria Lava Pés foi reinaugurada em fevereiro deste ano e já está na sua terceira exposição. Hoje, estamos em festa porque reunimos o que temos de melhor para apresentar para a comunidade. Este é um espaço aberto à comunidade e todos ganham com isso, os apreciadores da cultura, da arte, produtores, artistas e população. É a cultura a disposição de todos”, ressalta Kardec.

Na nova exposição, vale destacar a presença de Vitória Basaia, uma das mais inquietas e festejadas artistas de Mato Grosso. Quando indagada sobre o significado de sua obra, a artista, que trabalha com material reciclado, responde sem titubear.

“Ocupar os museus é obrigação do artista. Espero que seja sempre com qualidade, com uma boa curadoria e uma boa montagem. Já a leitura da obra de arte é função do espectador. Não adianta eu trazer definições. Trabalho com material de reciclagem, misturado com fogo e terra, é o que eu posso dizer. Já o significado, está no olhar de quem a recebe”, conclui Basaia.

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