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Segunda-Feira, 10 de Março de 2014, 13h:42 | Atualizado:

Aline deixará a casa como uma das sisters mais infelizes da história do BBB

Chegou a hora de a atriz deixar o palco. A eliminação de Aline, na noite de amanhã, está consolidada. Provavelmente será com o maior índice de rejeição até aqui. Este Paredão resultou num golpe duplo para a ruiva. Foi indicada pelo líder Valter, seu ex-alvo amoroso. Não conseguiu sequer um beijo. O rapper tentou ser elegante, mas não disfarçou o completo desinteresse. E o adversário dela na berlinda é seu mais novo arquirrival, Marcelo. O Paredão configura um acerto de contas entre os dois. Sem carinho, sem amizades, sem defensores, sem 1,5 milhão de reais. A passagem de Aline pelo programa será lembrada por seu complexo de inferioridade, o recalque com a felicidade dos casais, a carência infinita e as crises de choro. O BBB14 teve uma das participantes mais depressivas da história do reality show.

No início houve quem acreditasse que a gaúcha era uma espiã. Por ser atriz e ter trabalhado em várias produções da Globo, teria sido plantada na casa para manipular o jogo conforme as instruções da direção do Big Brother. Porém, logo todos — lá e cá — perceberam que Aline era tudo, menos uma boa jogadora capaz de blefar em benefício próprio. Em poucos dias ela vestiu a fantasia de patinho feio e forçou o papel de vítima. Foi reprovada no teste de interpretação. Não conseguiu a piedade dos brothers tampouco apoio popular. Após 57 dias, Aline deixará o confinamento com a imagem de falsa, invejosa e mal amada. Antes tivesse tentado ser uma vilã assumida com algum humor.

A entrada das mães e tias só piorou a situação da atriz. Ao invés de recorrer ao carinho materno para renovar as forças a fim de lutar pela permanência no jogo, Aline agiu com indisfarçável indiferença em relação à mãe, dona Ledi. Aliás, uma senhorinha engraçada, carismática e meio sem noção. Ela faria mais sucesso do que a filha no BBB. Outra bola fora da ruiva: Aline fez um dos comentários mais infelizes desta edição. Na noite de sábado, ao ver pela primeira vez o muro levantado no jardim da casa, Diego opinou sobre o que haveria do outro lado: “É uma boate”. Aline tentou ironizar: “Que não role (como em) Santa Maria, né? Pegar um foguinho”. Fazer piada com o incêndio que matou quase 250 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria (RS), não foi humor negro, e sim total falta de bom senso. Ainda mais vindo de uma gaúcha, que deveria ser solidária com os conterrâneos mortos.

Chega de malhar Aline. É preciso reconhecer sua colaboração (ainda que controversa) ao reality. Sem ela ali para instalar a discórdia o marasmo seria ainda maior. A partir de amanhã a casa não terá mais com quem implicar. Os participantes ficarão sem um alvo fácil. Aqui fora, restará a Aline correr atrás de uma nova chance na teledramaturgia da Globo. Não será fácil superar o rótulo de ex-BBB, ainda mais sendo eliminada com tamanha impopularidade. Mas o ano que vem tem BBB15 e poucos se lembrarão de sua trajetória torta nesta edição. Assim como quase ninguém se recorda daqueles que saíram nas primeiras semanas da competição atual. Em TV é assim: tudo passa, tudo passará.

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