05 de Agosto de 2020,

Economia

A | A

Segunda-Feira, 05 de Fevereiro de 2018, 22h:30 | Atualizado:

CASO OLVEPAR

Após 17 anos, falência de empresa é concluída; dívidas somam R$ 551 milhões

Processo é o mais complexo e maior falência empresarial do Estado


Da Redação

anglisey.jpg

 

A síndica do processo de falência da Olvepar Indústria e Comércio apresentou na última quinta-feira o quadro de credores, que é um passo importante para aqueles que ainda possuem dívidas com a empresa, que até 2002 possuia uma fábrica esmagadora de soja além de 9 armazéns espalhados em Mato Grosso. Os débitos débitos da empresa somam R$ 551.327.313,96 milhões.

A juíza Anglizey Solivan de Oliveira homologou a lista dos valores apresentados após um trabalho de reorganização do processo de falência. A decretação da falência ocorreu em 2002, porém, o processo já se arrasta na justiça há 17 anos.

Segundo os advogados que atuam no processo, com a consolidação do quadro geral de credores, a esperança é que a ação possa ser concluída. “Com a consolidação do Quadro Geral de Credores, após o julgamento de eventuais impugnações, conclui-se importante etapa do processo, com o fim de encaminhar ao encerramento da falência, que se arrasta há mais de 17 anos desde o ajuizamento do pedido de concordata preventiva”, diz o documento.

A falência da Olvepar é conhecida como a “maior” e mais “complexa” em Mato Grosso. A empresa foi considerada falida pela Justiça em agosto de 2002 por não ter honrado compromissos firmados em seu pedido de concordata, no ano 2000, que estabelecia o pagamento de 75% de sua dívida, mais juros de 12% ao mês e correção monetária, num período de 12 meses.

Na época, a dívida da empresa era de R$ 225,2 milhões. Apesar da conclusão da perícia, os credores ainda podem solicitar impungações.

 



Postar um novo comentário

Comentários (7)

  • Wmagney | Domingo, 11 de Fevereiro de 2018, 15h14
    0
    0

    Que a justiça seja feita dessa vez não vamos permitir abafem o caso dinovo

  • Wmagney | Domingo, 11 de Fevereiro de 2018, 15h13
    0
    0

    Que a justiça seja feita dessa vez não vamos permitir abafem o caso dinovo

  • Cleber | Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018, 11h25
    17
    1

    A dívida dobrou o valor? Mas o que o juiz da massa falida estava fazendo com o dinheiro que entrava pelo arrendamento da empresa?

  • Roberto | Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018, 11h19
    17
    0

    O Juiz Flavio Miraglia sugou até onde não dava mais dessa empresa. Podia ser resolvido mais rapidamente e colocar a empresa na ativa, pagar os credores e empregar mais gente em Matogrosso. Esse juiz é um sangue-suga.

  • Luiz | Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018, 11h08
    5
    9

    Marcelo, vai Estudar a matéria pra não ficar falando abobrinha

  • Marcelo | Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018, 09h52
    16
    2

    A dívida era de 225,2 milhões e agora é de 551 milhões?! que porra de sindica é essa que não administra nada, pelo contrário, quebrou mais ainda a empresa.

  • Renan | Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018, 01h34
    23
    3

    Certeza que o juiz Flavio Miraglia contribuiu muito para essa empresa chegar ao fundo do poço.

INFORMES PUBLICITÁRIOS

MAIS VÍDEOS