22 de Novembro de 2019,

Economia

A | A

Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 16h:15 | Atualizado:

PACOTÃO DE MAURO

"Barões" cobram cortes na máquina pública e dizem que não podem cobrir rombo de MT

Líderes do agronegócio pretendem apresentar contra proposta

AGRO-FORUM.jpg

 

As alterações feitas pelo Governo do Estado de Mato Grosso em Projeto de Lei para o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), entregue ontem à Assembleia Legislativa (ALMT), estão sendo analisadas pelas lideranças que compõem o Fórum Agro MT. Uma contraproposta do setor ao projeto será apresentada na próxima segunda-feira (14/01) ao governador e deputados.

O Fórum, formado por lideranças da Famato, Aprosoja, Ampa, Acrimat, Acrismat e Aprosmat, reuniu-se nesta sexta-feira (11/01) na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). Também participaram representantes dos setores de cana de açúcar (Sindalcool), madeira (Cipem), etanol de milho (Unem), feijão, trigo e irrigantes (Aprofir).

A decisão por apresentar uma contraproposta foi tomada na última terça-feira juntamente com o governador Mauro Mendes e sua equipe econômica em uma reunião na Famato. Na ocasião, as entidades discordaram da proposta feita pelo Poder Executivo.

Ao analisar os dados nesta sexta-feira, mantiveram a mesma decisão. "A nova proposta não leva em consideração o impacto negativo que causará na atividade. Foi feita para fechar as contas do governo e não podemos ficar a todo momento a mercê de decisões para cobrir o rombo do estado. O governo é novo, mas o estado é o mesmo. Até agora não ouvimos propostas para realmente acabar com o crescimento dos gastos. Na próxima semana vamos apresentar para o governo a nossa contraproposta", afirmou o presidente do Sistema Famato e do Fórum Agro, Normando Corral.

Segundo o Projeto de Lei, o fundo passará a incidir sobre as operações de exportações e, além da soja, algodão, madeira e gado em pé, outros produtos primários como o milho, cana de açúcar e a carne para exportação também serão taxados. Mais da metade da finalidade do fundo, que até então era para obras de infraestrutura em estradas, será destinada para outros investimentos do governo.

O setor produtivo rural discorda da proposta de unificação das versões Fethab e Fethab 2, do prazo de permanência do imposto e do acréscimo da cobrança sobre as demais culturas.

 

Postar um novo comentário

Comentários (29)

  • Fernanda | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 09h51
    0
    0

    Acham o agro ruim, dividam o Estado!!!

  • Ilze | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 08h48
    0
    0

    Eu também não aceito pagar impostos, mas sou pega desde a fonte. Ai de mim se não pagar! Só mesmo no Brasil que acontece esses disparates. O "legal" é que essa grupo colaborou com o rombo ao financiar campanha milionária de quem arrombou o estado e tem alguns pares atuando com mandato politico. Assim deveria pagar mais do que estão cobrando. Eita Brasil, sil, sil...516 anos fincado no terceiro mundo, acomodado com o perfil de colônia. Vergonha!

  • Trabalhador brasileiro | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 08h26
    0
    0

    A taxação do agronegócio tem que ser direcionado para infraestrutura, saúde e educação, o dinheiro não pode ser direcionado para servidores, aumento de RGA, que no meu ver é uma vergonha.

  • Trabalhador brasileiro | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 08h23
    0
    0

    A taxação do agronegócio tem que ser direcionado para infraestrutura, saúde e educação, o dinheiro não pode ser direcionado para servidores, aumento de RGA, que no meu ver é uma vergonha.

  • Gil | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 22h50
    10
    1

    Se eles não pagarem...eu também não pago!!

  • Gregório | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 22h46
    6
    0

    Mas todos querem ser candidato nas próximas eleições, acorda povo!

  • analista ambiental | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 20h24
    9
    2

    essa turma tá chiando com barriga de obeso, imagina se o governo do estado for cobrar o pagamento pelo passivo ambiental gerado nestas décadas de ocupação? quantos rios foram soterrados? quanta fumaça foi inalada? quantos toneladas de agrotóxicos contaminaram nosso aquifero subterrâneo? quantas pessoas tiveram sua saúde comprometida com a inalação dos agrotóxicos? quantas espécies da fauna foram mortas e até extintas com o impacto causado pelo desmatamento para plantar capim? e for destalhar sobre os reflexos causados pelo desmatamento de milhares de hectares de florestas nos últimos 30 anos que alteraram o microclima regional e até nacional? francamente senhores da degradação ambiental aceitem o que o governador mauro está propondo, tá de graça, porque se ele for cobrar a conta completa ai voces vão sentir um sacode bem forte nos seus lucros. que tal fazerem uma análise custo x beneficio do lucro econômico versus externalidades negativas causadas com a atividade agropecuária? que tal fazer um desconto sobre as consequencias do custo do desmatamento em relação ao lucro que obtiveram nesses anos todos? vai por mim, aceitem a proposta do governador, vai doer menos!!!!!!!!

  • Trabalhador brasileiro | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 20h14
    7
    3

    Sou a favor de taxar o agronegócio desde que seja para infraestrutura do estado, se for pra pagar os altos salários do servidores e continuar a mamata deles, sou CONTRA.

  • Trabalhador brasileiro | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 20h08
    6
    3

    Sou a favor de taxar o agronegócio desde que seja para infraestrutura do estado, se for pra pagar os altos salários do servidores e continuar a mamata deles, sou CONTRA. Todos a sociedade matogrossense sabe que a grande maioria dos servidores não trabalham, só mamam.

  • Trabalhador brasileiro | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 20h07
    4
    8

    Sou a favor de taxar o agronegócio desde que seja para infraestrutura do estado, se for pra pagar os altos salários do servidores e continuar a mamata deles, sou CONTRA. Todos a sociedade matogrossense sabe que a grande maioria dos servidores não trabalham, só mamam.

  • Edson | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 19h58
    5
    0

    Se não pagar impostos os políticos vão arrumar dinheiro para roubar ande ?

  • R. LAZARO | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 19h37
    19
    3

    Eu também não aceito pagar IPVA, IPTU, ICMS sobre Energia Eletrica, IRRF...mas sou obrigado a pagar diariamente!!!!

  • Cidadão de sac.. cheio | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 19h16
    17
    4

    Nao têm que aceitar nada! Têm que pagar e pronto!

  • Julio | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 18h54
    15
    2

    aqueles que contribuem: servidores 27,5% de imposto de renda descontado em folha pequenos comerciantes, pequenos empresários, pequenos e médios produtores rurais e há UMA CASTA PRIVILEGIADA que não contribue: 415 GRANDES EMPRESAS de Mato Grosso são isentas e ainda a exportação de commodities agrícolas, ou seja, os barões do agronegócio. Os menos afortunados tem sustentado esse estado, mas isso é ultrajante e insustentável.

  • Odete | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 18h15
    16
    5

    VOCES APOIARAM O TAQUES E TUDO QUE ELE FEZ... ACABOU COM MT... TEM QUE AJUDAR NO PREJU QUE VOCES FINANCIARAM!!

  • Adriano rodrigues maciel | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h58
    13
    0

    Vamos cortar os duodécimo, vamos cortar o cabide de emprego na AL, gasolina, pct de café de 50 reais sendo q pago 3,50, cargos comissionados, acho q já dá p reerguer o estado né?

  • Maria Inês | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h48
    15
    4

    Tem é que taxar sim! Dividir os lucros exorbitantes que o agronegócio aufere todos os anos. E tem que aparelhar os serviços do Estado também! Saúde, educação e segurança são emergenciais, pra ontem! Como exemplo já se pode citar a segurança. O Governo tem um déficit enorme de delegados de polícia, que são essenciais para a justiça da população, investigam, combatem a corrupção (que tanto sangra o Estado) e já li que do último concurso (que custou muito dinheiro ao Estado) de delegado quase todos os aprovados estão esperando para tomar posse!! Se o Estado quer economizar, tem que ser rápido com contratações também! Isso sim é eficiência e desenvolvimento social, honrando o suado dinheiro do povo.

  • Teka Almeida | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h29
    25
    3

    Vocês não vão cobrir o rombo. Nesses anos todos vocês causaram o rombo.

  • Luciano | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h16
    14
    2

    Porque não taxar a indústria, como a de construção de torres de transmissão de energia por exemplo?

  • pedalada | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h15
    23
    3

    O Agro quer mandar no Estado mesmo, ora, taxa eles e pronto!!!

  • Contribuinte Indignado | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h13
    21
    3

    Nenhum cidadão é obrigado a manter super-salários no Estado. Ninguém é obrigado a pagar verbas indenizatórias para fiscais de tributos, auditores e delegados, no valor de 6 mil reais por mês, sem que haja a necessidade de prestar conta da despesa para ser indenizado. A grande maioria dos servidores públicos: policiais, professores e agentes penitenciários ganham no máximo 3 mil reais por mês, enquanto um coronel ganha 30 mil reais por mês.

  • Andre | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h10
    21
    3

    Não é apenas "cobrir rombo", é começar a contribuir igual todas as empresas e indústrias!!! Mamaram anos e fica difícil querer perder a mega mamata né??

  • Observador | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h04
    26
    4

    Pelo visto é o Agronegócio é quem manda no Estado mesmo. Os caras querem ditar regras, só no MT mesmo.

  • Joao Paulo | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 17h03
    21
    3

    Atenção Senhores Barões! Não é cobrir rombo não!! É simplesmente contribuir! Ou vcs acham q é só explorar hein!?!??!?!

  • deovaldo | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 16h55
    20
    1

    É muita grana nas mãos dos poderes, a ponta que são as secretarias que prestam o serviço para a população, não conseguem dar ao povo um serviço de qualidade pois não existe recurso para investimento....Outro ponto é: o Excesso de Arrecadação, sempre repassaram aos poderes a diferença, como assim ? Os poderes recebem Duodécimo, certo !. Então porque que desde a era maggi o Excesso de arrecadação era repassado aos poderes e não revertidos em investimento ? estamos na hora de rever isso.. Sempre achei que o excesso de arrecadação na verdade é Propina disfarçada,,,Acordemmmmmmmmmmm, forma de lavar o dinheiro de desvios...maquia a arrecadação e tudo certo, por isso estão indo preso desde servidor, secretario, juiz, desembargador, conselheiros,,,enfim desde 2.000 vejo essa aberração....Transformar para crescer e prender quem desvia...Lema esse que deve ser empregado

  • Chico fischer | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 16h51
    23
    1

    ESPERO QUE O GOVERNO MM NAO VENHA A CEDER RM SUA PROPOSTA DE TAXAR ESSA CAMBADA DO AGRONEGOCIO DO MEU QUERIDO MT ELES SO QUEREM “”VENHA NOS ,VOSSO REINO”” NADA - FORA OS QUE TEM PRODEIC SEM TER UMA INDUSTRIA AS VEZES USAM O DOLO DE TER SILOS EM SUA MAIORIA ARRENDADOS DE MENTIRINHA E OS QUE SONEGAM NA CARA DURA E NAO PAGAM NADA COMO E O CASO DE EMPRESARIOS RECEM PRESOS PELO MS-

  • Analista Político | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 16h34
    26
    1

    Vai eu pobre infeliz querer fazer uma contraproposta para diminuir o ICMS da minha energia elétrica, lamentavel.

  • Alberto | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 16h28
    21
    3

    Esses tais barões, que enriqueceram a custa de incentivos irregulares, desconhecem que a grande maioria da máquina pública é composta por servidores indispensáveis como; professores, policiais, profissionais da área de saúde e outros de extrema importância. Isso é investimento, principalmente quando são valorizados.

  • Dom Quixote de La Mancha | Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2019, 16h27
    26
    3

    Esses barões tem que pagar e levar FERRO DOBRADO.....

INFORMES PUBLICITÁRIOS

MAIS VÍDEOS