11 de Agosto de 2020,

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Quinta-Feira, 02 de Julho de 2020, 08h:27 | Atualizado:

CRISE NA PANDEMIA

CDL alerta para fechamento de empresas e cobra reabertura "responsável" do comércio

Fábio Granja cobrou testagem em massa da população para apenas contaminados poderem ficar em casa


Da Redação

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O superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Fabio Granja, declarou que as empresas de Cuiabá enfrentam um colapso semelhante ao que é visto no sistema público de Saúde. Segundo ele, grande parte dos empreendimentos já estão na “UTI” e muitos já vieram a “óbito”, ao fazer referência aos estabelecimentos que fecharam as portas durante a pandemia. 

“Essa pandemia tem nos afundado cada vez mais. As empresas também estão dentro de uma sala de UTI, muitas empresas já foram a óbito e fecharam as portas, outras estão prestes a fechar. O número do desemprego só tem aumentado e infelizmente com o novo fechamento os números só vão piorar”, disse Granja, em entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Vila Real, canal 10).  

As declarações ocorrem após decisão do juiz da Vara Especializada da Saúde Pública de Mato Grosso, José Leite Lindote, que determinou somente o funcionamento dos serviços essenciais durante 15 dias em Cuiabá e Várzea Grande.  Na ocasião, o magistrado justificou que a medida seria necessária para frear o aumento no números de casos do novo coronavírus nas duas cidades mais populosas do Estado e assim desafogar os hospitais, que estão com as UTIs superlotadas.  

A ação cita ainda que a capital e a cidade vizinha entraram no nível de risco de contaminação classificado como "muito alto", com base no novo decreto de avaliação do Governo do Estado. 

No entanto, para Granja, Lindote não teve critérios ao fazer a imposição. “Nós não podemos simplesmente decretar uma quarentena e mandar todo mundo para casa. Isso causa uma consequência grave na economia que pode ocasionar em situações ainda mais terríveis a população”, disparou. 

Fabio complementou dizendo que a medida não colabora para diminuição do contágio. “Nós podemos pegar um exemplo de Nova York, eles fizeram a quarentena e os números só aumentaram com o fechamento do comércio. Não resolveu o problema da saúde e só piorou a situação da economia local”, disse. 

No fim, o representante lojista defendeu o isolamento seletivo para as pessoas que são assintomáticas. “A quarentena tem que ser feita de uma forma seletiva junto a testagem em massa. Tem que deixar em quarentena as pessoas que estão infectadas, que são consideradas assintomáticas, de alto risco e não mandar todo mundo para casa”, concluiu.

Ele também destacou que as empresas devem atender as medidas de biosegurança para poder receber os clientes. Entre elas, a exigências de máscaras, fornecimento de kits de higiene, álcool em gel e respeitamento do distanciamento de 1,5 metro.

O representante da CDL também criticou o compartamento da população, que, mesmo diante da situação de pandemia, segue se reunindo em festas e comemorações.

 



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Comentários (2)

  • HELO | Quinta-Feira, 02 de Julho de 2020, 12h03
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    è cada maluco que aparece!!!!!!!!

  • Andre | Quinta-Feira, 02 de Julho de 2020, 09h13
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    A culpa é de vcs também CDL, ao invés de planejarem algo como financiamento, ferramentas de aplicativos de compra e venda on line, NÃO FIZERAM PORRA nenhuma, agora chupa essa manga, além dos comerciantes mandarem a conta da sua falência para o poder público, JUDICIÁRIO, MINISTÉRIO PÚBLICO, deveriam mandar a conta p CDL pagar também. Olhem o que o shopping estação fez, no site do shopping disponibilizaram contatos para que os lojistas realizassem suas vendas, sim isso, mas a CDL que não serve p nada, só p sustentar marajas, NADA FIZERAM, nada, custava investir numa campanha publicitária, nas mídias sociais para divulgar os contatos com os comerciantes?

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