18 de Fevereiro de 2020,

Economia

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Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 17h:11 | Atualizado:

DIAS PARADOS

Feriados provocam prejuízos de R$ 753 milhões ao comércio de MT

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Apesar de contemplar atividades econômicas como aquelas típicas do turismo, a maioria dos segmentos do comércio – principalmente os de rua – terá seu faturamento prejudicado com o excesso de feriados em dias considerados úteis. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o comércio de Mato Grosso deve deixar de faturar R$ 753 milhões em 2020, valor 14,6% maior do que o registrado no ano passado (R$ 657 milhões).

Em todo país, serão 10,5 feriados nacionais contra apenas nove no ano passado. A pesquisa não contempla os feriados regionais como o aniversário de Cuiabá (8 de abril); Dia da Consciência Negra (20 de novembro) e a Imaculada Conceição de Maria (8 de dezembro), ou seja, o impacto tende a ser maior que o estimado pela CNC.

Os feriados tiram os consumidores das ruas e, com isso, elimina as vendas por impulso, que, ainda segundo a pesquisa, estima uma queda média de 8,4% na lucratividade mensal do comércio a cada feriado (varejo e atacado). Nas regiões onde o salário médio é mais alto, o impacto tende a ser maior.

O segmento de vestuário e calçados contabiliza maior prejuízo mensal, de 16,7%, para cada feriado. As lojas de utensílios domésticos aparecem em seguida, com 11,6% e, em terceiro, os segmentos de hiper e supermercados (11,5%). Juntos, os três segmentos respondem por mais da metade (56%) do emprego no varejo brasileiro.

A Fecomércio-MT contempla os feriados nas convenções e acordos coletivos de trabalho, realizados anualmente entre os sindicatos patronais e laboral do comércio, garantindo direitos e benefícios aos trabalhadores do comércio. “No entanto, o excesso de feriados prejudica as vendas e, inclusive, deixa de ser rentável para o comerciante e para o próprio trabalhador, principalmente aquele contratado com comissão. Além disso, as contas não deixam de chagar quando o comércio fecha as portas”, disse o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha.

 

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Comentários (6)

  • Agnello | Terça-Feira, 21 de Janeiro de 2020, 11h01
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    Beleza! Só o comércio de rua tem o direito de faturar? E as empresas cujo parte do faturamento depende do turismo, como hotéis, bares e restaurantes? E os empregos que eles geram, não contam? E lembrando que os funcionários dessas empresas depois vão gastar no comércio de rua.

  • Mario | Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 23h25
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    Gananciosos, enquanto perde por alguns dias, lucram e muitos em todos os outros, inclusive aos domingos. Falam dos milhões perdidos mas não falam dos bilhões lucrados.

  • Alberto Conti | Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 22h18
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    E provoca momentos de felicidade e convívio com familiares e amigos... a vida sendo o que ela é.... para ser vivida!!! ESQUECERAM DISSO???

  • Joao costa | Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 20h43
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    Que prejuizo?? Povo ta sem grana. Acordem

  • Adonis | Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 20h10
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    TUDO MENTIRA. TODO MUNDO SAI DE CASA PARA GASTAR. VÁRIOS SETORES GANHAM DOBRADO COM ESSES FERIADOS. NOS DIAS NORMAIS NINGUÉM SAI PARA GASTAR, TEM QUE TRABALHAR DAS 8 ÀS 18 HORAS. CONVERSA FIADA DO PRÓPRIO GOVERNO. POVO BURRO.

  • Francisco | Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 18h13
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    E o setor de turismo? Como fica? Não comemora?

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