22 de Fevereiro de 2020,

Economia

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Sexta-Feira, 24 de Janeiro de 2020, 12h:40 | Atualizado:

PRÊMIO GRANDE

Jogadores de MT disputam torneio de pôquer no DF

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“Vamos ‘invadir’ Brasília”, avisa Marcelo Takahashi, empresário do ramo de mineração no Mato Grosso: ele participará da abertura da temporada 2020 do Campeonato Brasileiro de Pôquer, que o BSOP (Brazilian Series of Poker) organiza de 30 de janeiro a 4 de fevereiro, no Hotel Royal Tulip Alvorada, um resort às margens do Lago Paranoá e vizinho do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Ele prevê ampla participação de competidores da região Centro-Oeste dada a proximidade com a capital do País. “A logística fica facilitada.”

A capital do País é especial para Marcelo: em 2018, ele venceu um dos torneios do BSOP Brasília, levando o prêmio de R$ 140.850,00. No ano passado, as demandas empresariais impediram sua participação em algumas etapas da competição nacional, mas neste ano ele será mais assíduo: “Joguei pouco [em 2019] porque minha atividade profissional demandou muito foco. Não consegui participar de algumas etapas importantes. Mas, neste ano, tenham cuidado comigo, quero tirar o atraso!”, brinca o empresário, que se graduou analista de sistemas e começou a jogar pôquer em 2010 por intermédio de ‘home games’ (jogos de pôquer ambientados em domicílio) com amigos de Cuiabá.

Marcelo destaca a “expansão consistente” do esporte da mente além das regiões Sul e Sudeste, que “sempre foram expoentes do esporte”. A disseminação do pôquer no Centro-Oeste projeta o crescimento do esporte no Brasil. “No Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, a gama de opções aumentou muito.” O empresário integrou a seleção mato-grossense que participou do Campeonato Brasileiro de Pôquer por Equipes no ano passado.  

Jogador recreativo, Marcelo ressalta que o pôquer ajuda a gerir seu trabalho com mineração, uma atividade com amplo potencial no Estado, conforme indicam mapeamentos geológicos. “Nossa região possui uma grande vocação nessa área”, destaca Marcelo, que aponta habilidades do esporte que contribuem na gestão dos negócios: “Especialmente na minha atividade, [o pôquer] ajuda a melhorar a capacidade de gerenciar riscos, e os consequentes acertos e erros decorrentes de suas decisões. Faz muita diferença”, pontua.

Outro ganho que o pôquer proporciona é a possibilidade de criar uma ‘rede multidisciplinar’, mediante o relacionamento com profissionais de diversas áreas do conhecimento, destaca Marcelo. “O pôquer é um esporte que envolve pessoas das mais variadas aptidões, regiões, áreas, classes sociais e comportamentos. Gosto muito desse contato.”

Essa interação entre atletas que disputam o Campeonato Brasileiro de Pôquer é apontada pelo empresário como o principal diferencial das competições no Brasil e no exterior. “A comunicação nos diferencia dos demais. Somos únicos nesse sentido de interagir, se relacionar”, ressalta.

 

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