10 de Julho de 2020,

Economia

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Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 08h:28 | Atualizado:

APOIADOR DE BOLSONARO

Madero diz que Brasil não pode parar por ‘5 ou 7 mil mortes’

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O dono da rede de restaurantes Madero, Junior Durski, criticou as medidas restritivas sobre setores econômicos adotadas para evitar a transmissão do novo coronavírus no Brasil. Em um vídeo compartilhado no Instagram na segunda-feira (23), o empresário afirma que o número de mortes causadas pela doença não será tão grave quanto o de desempregos.

“O Brasil não pode parar dessa maneira. O Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem que essa condição de ficar parado assim. As consequências que teremos economicamente no futuro vão ser muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus”, disse.

Para o empresário, deve haver um “controle” sobre as restrições. “Não pode simplesmente os infectologistas decidirem que tem que todo mundo parar independente das consequências gravíssimas que o Brasil vai ter na sua economia”, afirmou.

Apoiador do governo de Jair Bolsonaro, Durski disse ainda que inevitavelmente devem morrer milhares de pessoas com a nova doença. “Agora vão morrer 5.000 pessoas por coronavírus que nós não podemos evitar. Não tem como fechar tudo, se esconder do inimigo e não trabalhar”, completou.

O empresário ressaltou que caso os controles sobre setores da economia permaneçam, o número de desempregados no país vai saltar para até 40 milhões no próximo ano. “Estou preocupado com o Brasil, com a situação toda, com o pequeno empresário, o vendedor de pipoca, a pessoa que tem um mercadinho, um restaurantinho, um barzinho, esse vai quebrar e não vai ter o que fazer. Estou preocupado com os 30 milhões que não terão emprego em 2021. Tem que ser mais realista para esse negócio todo”, disse.

Apesar do cenário de crise, o empresário afirmou que não pretende demitir os cerca de 8 mil funcionários da empresa dele e que possui condições de manter os estabelecimentos fechados por até seis meses. “Vamos pensar que tem que ser mais racional […]. Não estou falando por mim, a minha empresa tem condições e recursos”, disse.

O dono da rede de restaurantes Madero, Junior Durski, criticou as medidas restritivas sobre setores econômicos adotadas para evitar a transmissão do novo coronavírus no Brasil. Em um vídeo compartilhado no Instagram na segunda-feira (23), o empresário afirma que o número de mortes causadas pela doença não será tão grave quanto o de desempregos.

“O Brasil não pode parar dessa maneira. O Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem que essa condição de ficar parado assim. As consequências que teremos economicamente no futuro vão ser muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus”, disse.

Para o empresário, deve haver um “controle” sobre as restrições. “Não pode simplesmente os infectologistas decidirem que tem que todo mundo parar independente das consequências gravíssimas que o Brasil vai ter na sua economia”, afirmou.

Apoiador do governo de Jair Bolsonaro, Durski disse ainda que inevitavelmente devem morrer milhares de pessoas com a nova doença. “Agora vão morrer 5.000 pessoas por coronavírus que nós não podemos evitar. Não tem como fechar tudo, se esconder do inimigo e não trabalhar”, completou.

O empresário ressaltou que caso os controles sobre setores da economia permaneçam, o número de desempregados no país vai saltar para até 40 milhões no próximo ano. “Estou preocupado com o Brasil, com a situação toda, com o pequeno empresário, o vendedor de pipoca, a pessoa que tem um mercadinho, um restaurantinho, um barzinho, esse vai quebrar e não vai ter o que fazer. Estou preocupado com os 30 milhões que não terão emprego em 2021. Tem que ser mais realista para esse negócio todo”, disse.

Apesar do cenário de crise, o empresário afirmou que não pretende demitir os cerca de 8 mil funcionários da empresa dele e que possui condições de manter os estabelecimentos fechados por até seis meses. “Vamos pensar que tem que ser mais racional […]. Não estou falando por mim, a minha empresa tem condições e recursos”, disse.

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Comentários (6)

  • Cpa | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 13h58
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    E verdade só tem pessoas inteligentes. Se vocês acham descumprir uma ordem de uma autoridade que tem conhecimento como profissional da saúde. Saiam vocês e vai trabalhar. Sucessos..

  • Paolo | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 12h38
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    Chama o ladrão nove dedos que resolve kkkkkkkk.

  • Ramis | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 11h36
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    O cozinheiro tem que se meter na cozinha, ( vai ver ana maria braga, edu guedes, vovo francisquinha)deixa os cientistas tomarem conta dessa pora q esta ai!!!!

  • Maria Antonia | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 11h23
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    É simples nobre Junior Durski. a sua ala de apoiadores mal caráter sustentam o discurso de que temos que voltar a normalidade e corremos todos os risco em busca de nos autoimunizarmos. Primeiro que o senhor além de bosta que na verdade esta só pensando no seu lucro, o senhor não é médico , portanto seria um louco de dar voz para sua pessoa , segundo se busca se autoimunizar é simples , pare de discursar e vai pra ação , pega toda a sua familia e procure um hospital que tenha bastante infectados , de um abraço solidadario nos infectados e pede para que ele tussam na cara de seus pais , esposa e filhos... mas se não for fazer isso , se cale, e isso vale para o restante dos bolsominions que apoia o Mitu.

  • JOENES PICA PAU | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 10h35
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    Todo tem mesmo que trabalhar, porque neste país tem muitos vagabundos que não querem trabalhar com desculpas de corona virus. Mas chama esse bando isolados pra tomar cachaça, assistir jogo de futebol ou ir pra um pagode , vai todo mundo.

  • JOENES PICA PAU | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 10h18
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    10

    Todo tem mesmo que trabalhar, porque neste país tem muitos vagabundos que não querem trabalhar com desculpas de corona virus. Mas chama esse bando isolados pra tomar cachaça, assistir jogo de futebol ou ir pra um pagode , vai todo mundo.

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