17 de Fevereiro de 2020,

Economia

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Quinta-Feira, 16 de Janeiro de 2020, 15h:25 | Atualizado:

POLÊMICA DO ICMS

Rede de mercados critica "fakenews" em grupo de empresários de MT

Em queda de braço com Governo, empresários divulgaram que prateleiras vazias em mercado era efeito do aumento do ICMS


Da Redação

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O supermercado Big Lar distribuiu uma nota nesta quinta-feira (16) desmentindo uma mensagem compartilhada num grupo de WhatsApp da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – seccional Mato Grosso (Abrasel-MT). O post afirma que o estabelecimento comercial estava com as “prateleiras vazias” em razão da "negociação do ICMS".

Na mensagem, o supermercado disse que divulgação do caso estava "descontextualizada". “Nós, do Big Lar, não apoiamos o uso indevido e descontextualizado da nossa marca para fins que não sejam a correta e precisa informação aos clientes”, diz trecho da nota do Big Lar.

Desde pelo menos a última quarta-feira (15), uma imagem supostamente do setor de alimentos refrigerados do Big Lar vem circulando em grupos de WhatsApp com a legenda: “prateleiras do Big Lar vazias por conta da negociação do ICMS. Não estão comprando nada!”. Ainda de acordo com a nota do Big Lar, os problemas de abastecimento ocorreram em razão de um “erro no preenchimento de notas fiscais por parte de fornecedores”, que esclarece também que não há “nenhuma relação com política tributária e de preços”.

O provável motivo do compartilhamento da imagem é uma queda de braço travada entre os empresários matogrossenses e o Governo do Estado, que neste ano de 2020 impôs a reestruturação dos incentivos fiscais concedidos às empresas por meio da Lei Complementar 631/19. O Governo alega que diversos incentivos irregulares foram concedidos durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa por meio de vantagens indevidas (propina), motivando o Governo do Estado a regularizar os benefícios.

Desde o fim do ano passado, segmentos têm divulgados que a revisão das alíquotas do ICMS iria acarretar em aumento de preços ao consumidor final. No setor de combustível, por exemplo, a rede de postos Aldo Locatelli chegou a suspender a venda de etanol, alegando que com a nova taxação, sua venda ficou "inviável".

VEJA IMAGEM DIVULGADA NOS GRUPOS DE WHATSAPP

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VEJA NOTA DIVULGADA PELO WHATSAPP

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Comentários (3)

  • Perplexo | Sexta-Feira, 17 de Janeiro de 2020, 07h09
    1
    0

    Você não como é bebe no MT? Somos nós consumidores os maiores massacrados por essa nova lei! Aumentou e muito o ICMS.

  • fatima aquino | Quinta-Feira, 16 de Janeiro de 2020, 17h10
    3
    4

    imbecis não é com H não Seu Bernardes. Corrige ai pra gente!

  • Bernardes | Quinta-Feira, 16 de Janeiro de 2020, 16h07
    12
    10

    O choro é livre, bando de empresarios folgados, mentirosos e sonegadores. Não haverá recuo. Quem não estiver satisfeito, "vaza". Aqui não é lugar pra vcs. Desocupem, que outros virão. Se é o consumidor final quem vai arcar com tudo, então porque a choradeira?? Respondam, seus hibecis.

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