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Sexta-Feira, 11 de Julho de 2014, 00h:48 | Atualizado:

OPERAÇÃO ARARATH

Documentos apreendidos lotam sala

Divulgação

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Procurador Geral da República, Rodrigo Janot afirma que documentação apreendida pela PF é capaz de lotar uma sala

Bastante evasivo em suas respostas durante coletiva à imprensa cedida na tarde de quinta-feira (10) em Cuiabá, na sede do Ministério Público Federal (MPF), o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, evitou se aprofundar nas respostas e citar nominalmente políticos investigados na Operação Ararath da Polícia Federal, alegando total obediência ao segredo de Justiça aplicado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos detentores de foro privilegiado.

No entanto, diante da insistência dos jornalistas, chegou a revelar que toda a documentação apreendida e que deve ser analisada pelo MPF caberia em uma sala semelhante a que concedia entrevista, aproximadamente 30 metros quadrados.

“Se é uma das maiores investigações do Brasil não sei, mas é enorme. Cabe em uma sala como essa todos os documentos e mídias”, revelou.

Ao todo, a força tarefa escalada por Janot prevê que caberá a cinco procuradores da República analisar toda a documentação apreendida pelos agentes da Polícia Federal. Inicialmente, o prazo de conclusão são 60 dias. A partir daí, poderão ser oferecidas denúncias ao Judiciário. Em tempo: não estão descartadas novas fases da Operação Ararath, que já chegou a cinco etapas para apurar lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional em benefício da classe política e empresarial de Mato Grosso.

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