20 de Novembro de 2019,

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Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 23h:00 | Atualizado:

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Gigantes tem incentivos em MT

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Em tempos em que todos os problemas relacionados à administração pública são justificados por uma suposta crise econômica, o que se parece menos coerente é abrir mão de arrecadação. Ainda mais quando o objeto é a principal fonte de renda do Estado.

Relatório da Secretaria de Desenvolvimento Econômico aponta que o Estado de Mato Grosso, hoje, beneficia o total de 266 empresas com o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic) que, em suma, as isenta ou reduz do pagamento de ICMS (Imposto sobre o Comércio de Mercadorias e Serviços), principal fonte de renda do Estado. A lista conta com grandes empresas, como a Bunge e a Votorantim Cimentos.

Enquanto isso, servidores aguardam ansiosamente o cumprimento da folha de dezembro, deixada por Pedro Taques (PSDB) para ser cumprida por Mauro Mendes (DEM), que também terá a responsabilidade de quitar o 13º dos aniversariantes de novembro e dezembro.

 

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Comentários (14)

  • CUIABANO MT | Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2019, 12h50
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    Já foi comprovado que incentivos fiscais não trazem retorno algum para a população, os incentivos só beneficia meia dúzia de pessoas tornando-as milionárias em prol do sacrifício da população que trabalha e paga imposto, o desenvolvimento vai acontecer com o sem incentivos, se quem está não vai querer sair, se sair, investidor que não vai faltar para desenvolver a região mesmo pagando imposto, ou quem está no ramo vai querer virar assalariado ou servidor público?

  • Areal | Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2019, 11h23
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    ESSE MESMO RELATÓRIO DISCRIMINA QUE ESSA TURMA TODA GEROU EM NÚMEROS REAIS APENAS E TÃO SOMENTE APENAS 400 EMPREGOS. AGORA VOCÊS TIREM SUAS DUVIDAS E NÓS SERVIDORES COM SALÁRIOS ATRASADOS TEMOS QUE NOS SACRIFICAR PARA MANTER O PRIVILÉGIOS DESSES CANALHAS

  • empresario e contribuinte | Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2019, 10h26
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    Acabe com os mega incentivos aos grandes que conseguem sim andar com as proprias pernas e de aos pequenos e medios empresários que arcam com uma carga de icms altissima, e não consegue essa benesse. Vamos incentivar quem precisa e não quem ja esta no mercado a anos e com incetivo fiscal desde que nasceu.Hoje a carga tributária é no lombo dos pequenos e medios empresários. Desmotivador. E pra fechar co caixa o governo tem a pessima ideia de atrasar salario de servidor, que consome no mercado local, deixando de gerar renda a nos empresários que não temos ajuda do governo, e so cobrança e burocracia. Quando atrasa o salario, deixa de injetar milhões na economia e afeta nossos lucros. Pare pra pensar mauro mendes, nem parece empresario, menos renda, menos consumo, menos ICMS recolhido. Que equipe economica é essa??? Liderada por alguem da PGE que deveria cuidar de cobrar a divida ativa desses grande sonegadore!! Acorda mato grosso!!

  • luiz | Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2019, 10h00
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    mais de 10 anos de renuncia fiscal a essas grandes empresas. isso é um absurdo. Não tem competência pra gerir uma empresa sem a bolsa empresario, pede pra sair. Não tem competência não se estabelece. Mesmo com renuncia frente ao icms, tem empresario que precisa aindaaaa de recuperação judicial!! Transparência aos incentivos fiscais já!! vamos dar nome aos bois e demonstrar a população quanto cada empresa beneficiada, deixa de recolher aos cofres do estado. O eleitor tem direito de conhecer isso. Não dão transparência aos salários dos servidores? Transparência também aos grande incentivados! Vão sempre alegar que existe o tal sigilo fiscal, mas ate onde ele protege o empresario a ponto de cercear a população de conhecer quanto eles deixam de arrecadar, reduzindo o potencial de investimento em areas como saude, educação, infra estrutura e projetos sociais??? So querem fazer o jogo sujo de jogar a população contra servidor publico.

  • Peralta | Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2019, 09h20
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    Parabéns FOLHAMAX. Tem que botar o dedo na ferida.

  • Júlio | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 23h45
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    Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para: V - reorganizar as finanças da unidade da Federação que: b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei; VII - assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996) e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde." Observa-se que o Estado de Mato Grosso descumpriu reiteradamente regras constitucionais sob a direção do Secretario da Fazenda Rogerio Gallo que enseja a intervenção federal no estado, com a decretação de um interventor para administrá-lo, de preferência alguém idôneo sem histórico de sociedade com criminosos ou declarações suspeitas de falência para justificar o inadimplemento das obrigações trabalhistas.

  • Juca Curimba | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 13h50
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    O duro que com a energia elétrica mais cara do país e carente de escoamento, se não tiver algum benefício nenhum debilmental monta industria no MT. Será sempre produtor de matéria prima.

  • Weslei | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 12h57
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    Sem incentivo essas grandes empresas estariam instaladas aqui em MT? Não se trata de renúncia de receita porque não se renuncia aquilo que não se tem. Se essas empresas não estivessem Instaladas em MT a realidade seria bem pior. Incentivos fiscais não se tratam de dinheiro que entra no bolso do empresário, até mesmo porque ele acaba sendo repassado no preço do produto. Portanto, é preciso parar com essa conversa de que o estado concede muitos incentivos. Mato Grosso oferece muito pouco se comparado com estados da região centro-oeste. Incentivo fiscal é atrativo para geração de emprego, investimentos e renda, simples assim.

  • Aroldo nunes | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 12h51
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    Tem que cortar quem tem o benefício do Prodeic e não produz nada. Principalmente vc Mauro Mendes

  • Maria do Rosário | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 11h38
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    Mato Grosso é uma festa. Distribui VI para os peixes graúdos (e isso com dinheiro público), beneficia os grandes empresários, roubam o dinheiro que deveria ser revertido em prol da população e, quando há dificuldades, querem penalizar o servidor. Mas, não é qualquer servidor, afinal, fiscais de tributos e auditores, além de ganharem acima de 30 mil reais, recebem verbas indenizatória de 6 mil por mês. O foco é penalizar o servidor que ganha 3 mil reais, a grande maioria, formada por policiais militares e professores, acabando, inclusive com a RGA desses servidores.

  • Contribuinte | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 11h37
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    São 6 bilhões em exportações e mais 4 bilhões em benefícios fiscais. Uma renúncia de 10 bilhões, ou seja, 50% do orçamento do Estado. Ai não Estado que aguente!

  • Chico Butija | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 09h52
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    Esse é o problema no MT, quem tem condições não paga impostos, o grande e o mega são isentos ou tem condições de se enquadrar, comprar ou esquematizar uma isenção, já o pequeno e o médio produtor ou comerciante tem que pagar a conta, pois o governo faz caridade as custas dessas pessoas. Isso é imoral e indecente.

  • Muito Louco | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 09h20
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    É muito bom e gostoso, fazer caridade com dinheiro de outros. Agora berra e verifica se aparece alguém para dizer: deixa comigo que vou pagar o que devo. Será que aparece!

  • Pensamento do Dia | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 08h22
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    Caro Sr Mauro tem que voltar o Prodeic para Prodei beneficiar quem produz industrializa tem um monte de distribuidora que tem beneficio fiscal ao inves de pagar 16 % de entrada na barreira para 8% sem produzir nada o que e isso atrapalhando a vida de quem gera milhares de emprego.

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