14 de Agosto de 2020,

Entrelinhas

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Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 11h:19 | Atualizado:

PRÉ-CATÁSTROFE

MT prepara medidas duras contra crise

RogérioGallo.jpg

 

O secretário de Fazenda Rogério Gallo, o novo mandarim da economia de Mato Grosso, anda preocupado com o fluxo de caixa do Estado. A situação é pré-catástrofe. Medidas duras já estão no forno e devem vir a público em breve. 

 



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Comentários (21)

  • Pedro | Segunda-Feira, 05 de Fevereiro de 2018, 09h32
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    Medidas Duras !Vamos ComeçaR Pela Verba INDENIZATORIA,Duodécimo,Auxilios IMORAL,Contrato milionario com Comissionados,Cargo de Confianças, Que CONcerteza . se é que realmente o estado esta em crise com as contas.Fazendo todos esses Cortes/ vai Sobrar Milhoes todos os meses nos cofres do GOVERNO....

  • mIkaEla | Segunda-Feira, 05 de Fevereiro de 2018, 09h26
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    NÃO Esqueça De Rever GASTOS Com Os AUXILIOS,Verbas Indenizatorias,Contratos Com COMISSIOnados E os Valores de Repasses Milionarios do DUODÉCIMO para os PoDerEs de Mt(MINISTERIO PUBLICO ESTADUAL,PGE,AL,TRIBUNAL DE JUSTIÇA,TRIBUNAL DE CONTAS,SECRETARIA ESTADUAL DE JUSTIÇA,DEFENSORIA PUBLICA)Bom exemplo com Corte de Gastos e Despesas tem que Começar por VCS Que Estão Nos Poderes QUE Causa Mais gastos e Rombo nos Cofres PUBLICOS DE Mt.não Podem ficarem Sempre Sacrificamdo Só os Servidores Menos FAvorecidos De Carreiras(salario) e a população em GERAL que é a maioria da Classe Pobres e esta precisamdo URGENTE DE UTIS,MEDICAMENTOS,EXAMES,CIRURGIAS e o Termino do Hospital Estadual....

  • Ana Maria | Segunda-Feira, 05 de Fevereiro de 2018, 08h15
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    Não esquece de rever as despesas e benefícios da PGE.

  • Augusto | Domingo, 04 de Fevereiro de 2018, 17h49
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    Os servidores precisam parar e exigir publicamente o impeachment do governador: 1. Desvios de recursos na seduc em seu governo; 2. Destinação de recursos da Saúde (recurso federal) em outras áreas o que é proibido por lei, criando o caos de propósito e usando recursos da folha de pagamento para quitação; 3. Grampear adversários políticos e até deputados da base, desembargadores, juízes e promotores (evitando assim qualquer controle sobre a atividade do Executivo e afrontando princípios constitucionais sensíveis da ordem democrática).

  • Carlos | Domingo, 04 de Fevereiro de 2018, 17h48
    9
    1

    Em Mato Grosso existe duas espécies de classe de servidores. A primeira classe composta pelos servidores do Legislativo, Judiciário e MP, que recebem integralmente a Revisão Geral Anual, auxílio-faculdade, auxílio-alimentação, entre outras benesses e a segunda classe composta pelos servidores do Executivo sem auxílios, sem RGA e eventualmente rotulados de vagabundos, mesmo sendo obrigados a trabalhar em condições precárias e com défict de pessoal.

  • João José | Domingo, 04 de Fevereiro de 2018, 13h01
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    É o retrato da incompetência

  • Magna | Domingo, 04 de Fevereiro de 2018, 11h11
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    Se não cortar essas malditas verbas indenizatórias mais cedo ou mais tarde vai quebrar acorda população vamos infernizar esses desmandos.

  • paulo ferreira | Domingo, 04 de Fevereiro de 2018, 10h52
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    Quer economizar: acabem com veiculos oficiais a secretario , adjuntos etc.. tem alguns que tem ate motorista , acabem com a telefonia movel , porque no estado ate os rattos das secretarias tem telefone funcional, reavaliam os cargos existentes nas secretarias tem cacique demais pra pouco indio isso é o basico.governo adota meio expediente mais as maiorias das secretarias tem um gato pingado que finge que vai trabalham e usa toda essstrutura da sala.se é das 13 as 19 teria que ser nesse horario. viu ha medidas simples

  • Philips | Domingo, 04 de Fevereiro de 2018, 10h07
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    É só cobrar ICMS do agronegócio. Esses fazendeiros estão bilhonários, depois eles entram pra politica ou financiam algum político para ficarem trilhonários

  • Rui | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 18h45
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    Çei...... Em ano eleitoral, vamos abservar “onde” as medidas duras irão refletir. Aposto que as OSS contratadas sem licitação, os empreiteiros, os contratos de combustível, etc não sofrerão com a crise. Me engana, que eu finjo que acredito.

  • Adriano | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 18h37
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    Pare com o VLT... simples ? Adotem medidas para sua devolução e recuperação do dinheiro gasto !

  • CUIABANA DE XAPA E CRUZ | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 18h24
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    OBRIGADO FOLHA MAX PELO ESPAÇO .....VOU AS URNAS COM CERTEZA....ESTA ELEIÇÃO VAI SER DO EXPURGO ...OS LADROES JÁ CONHECIDOS....JÁ ESTÃO FORA...AGORA DEBAIXO DO TAPETE VERMELHO DO PODER HÁ MUITA SUJEIRA AINDA ....NOS BASTIDORES JÁ SE SABE......AGORA COLOCAR O DESTRUÍDO MT PELA ROUBALHEIRA.... TAREFA PARA GIGANTE...O BRASIL QUEBRADO.VEJA NA TV OS. RIOS/DE JANEIRO/DO NORTE/E DO SUl/ OBRA DO PT.

  • Teka Almeida | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 16h55
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    2

    Não existe crise no Mato Grosso, estamos caminhando para 4 anos CRISE DE GESTÃO. Então agir rápido: Cortar todas as verbas indenizatórias, reduzir em 80% os exclusivamente comissionados, reduzir os secretários adjuntos, deixando apenas um por secretaria, reduzir em 80% as superintendências, coordenadorias e gerencias, reduzir em 100% os contratados que ficam no whatsapp para defender o DESgoverno, taxar os barões do agro, só ai teríamos uma economia de quase 90% ou mais do dinheiro público jogado no ralo. Depois reforma administrativa e fiscal e por ultimo a mais importante, em outubro confirmar a demissão do PT atraves do voto.

  • Fernanda | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 15h43
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    A crise há tempos assola nosso estado, nosso povo, nossos servidores. Porém, todavia, entretanto, somente agora o ego e a incompetência do Sr.José Pedro Taques conseguiu ser afrontado. Fora preciso chegar às entranhas, ao limite do colapso para que este só assim aceitasse adotar medidas. Medidas estas que há tempos tinham que ser tomadas. Mas que o chefe do executivo não observou. Mês após mês a crise se arrasta e o desgoverno ditador levou com a barriga. Agora será um Deus nos acuda.

  • Augusto | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 15h35
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    Com certeza medidas que irão prejudicar o povo, os servidores do executivo, como sempre, esquecidos, como sempre, pagando as contas da farra com o dinheiro público. Vergonha tirar dos hospitais, de milhares de famílias que dependem de seus salários, dos professores, que carregam nas costas um sistema de educação falido, para pagar duodécimo de poderes que sabidamente são sempre favorecidos. O judiciário é essencial? Sabemos de sua importância mas não podemos delegar a este ou aquele o protagonismo. Os poderes no âmbito de sua competência tem o seu papel, a sua função, e favorecer um tirando do outro é sangrar a independência dos poderes. Já que medidas precisam ser tomadas, que essas não penalizem os já penalizados. Que essas medidas sejam igualitárias e que não concedam mais privilégios aos já privilegiados (legislativo e judiciário) já que a crise se existe é de Mato Grosso que todos contribuam para ameniza-la. Os representantes sindicais do executivo estão se mostrando fracos, precisam de mais atuação os servidores precisam de mais representatividade. Que Deus tenha misericórdia.

  • Contribuinte | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 15h35
    36
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    Sem reforma administrativa e fiscal não tem milagre! Vai ficar apagando fogo!

  • João José | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 15h25
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    A crise tem RG e CPF: Pedro Taques

  • willian | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 13h02
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    Certamente as medidas irão afetar o povo simples e não o agronegócio, muito menos a elite do funcionalismo público (legislativo e judiciário). Taxar o agronegócio, ninguém pensa, afinal, em ano de campanha, é preciso parcerias para bancar as campanhas.

  • alexandre | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 12h48
    63
    4

    Vai taxar o agronegócio ou apenas atrasar salários no executivo ? Vai cortar privilégios nos Poderes, auxílio tudo..

  • Alcântara | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 11h56
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    3

    Será que mais uma vez vai "sangrar" o povo, ou irão reduzir gastos e despesas do primeiro, segundo...escalão do governo e as autarquias aceitarão redução nos repasses. Vamos aguardar!

  • Natascha Lopes | Sábado, 03 de Fevereiro de 2018, 11h35
    57
    2

    Muito fácil! é só deixar de gastar dinheiro naquilo que é supérfluo, por exemplo: gasto exorbitante com a mídia fazendo propaganda enganosa, gastos com viagens que não trás nenhum benefício par MT e outros gastos não necessários em tempo de crise...o Estado continua arrecadando, até mais do previsto, pois sempre ouço dizer que a arrecadação aumentou e então onde está esse dinheiro se a saúde está um caos, a educação nem se fala, segurança pública está pedindo socorro já faz muito tempo, não estão repassando o duodécimo para os poderes, nenhuma obra de relevância, aliás,nem as que o governo anterior deixou inacabada esse governo concluiu... Então, onde está o dinheiro que o Estado arrecada? temos duas opções: esse governo é um péssimo gestou ou estão desviando esse dinheiro para outra finalidade que não é para beneficiar o povo...

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