05 de Dezembro de 2019,

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Sexta-Feira, 19 de Julho de 2019, 10h:28 | Atualizado:

FATALIDADE

Procurador de MT morre na Colômbia

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O procurador do Estado, Carlos Emílio Bianchi Neto, morreu na noite desta quinta-feira (19) em Cartagena, na Colômbia. Ele passava férias com a família na cidade turística quando sofreu um infarto fulminante.

Ainda não há informações sobre o translado do corpo.

PGE LAMENTA

Por meio de nota, a Procuradoria Geral do Estado lamentou a morte do procurador.

Veja a íntegra:

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) lamenta a morte do procurador Carlos Emílio Bianchi Neto, 51, ocorrida nesta quinta-feira (18.07), em Cartagena (Colômbia). Carlos sofreu um infarto fulminante enquanto estava em viagem de férias com a família. 

Em respeito ao procurador, a PGE decretou luto oficial de três dias. A portaria será publicada no Diário Oficial do Estado. 

“Todos nós estamos muito abalados com a morte prematura do nosso colega. Ele sempre foi muito prestativo e atencioso, não somente no ambiente de trabalho, mas em todos os lugares. Carlos fará muita falta na advocacia pública de Mato Grosso”, ressaltou o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes.

A família aguarda ainda a resolução de questões burocráticas do translado para a realização do velório e sepultamento em Cuiabá. A PGE está em contato com a embaixada e auxiliando a família. Ainda não há previsão para a liberação do corpo.

Bianchi deixa uma filha de 13 anos.

Histórico

Carlos Emílio Bianchi Neto foi nomeado procurador em 1998. Era especializado em Direito Processual Civil. Foi membro do Grupo de Trabalho Especial e, anteriormente a sua nomeação como Procurador do Estado de Mato Grosso, exerceu suas atividades junto ao Centro de Processamento de Dados de Mato Grosso CEPROMAT (1987-1989) – atual MTI. Também foi Procurador Autárquico no Departamento Nacional de Produção Mineral – órgão Federal entre (1995 – 1998) e atuou nas Forças Armadas em 1987.

 

 

 

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Comentários (4)

  • Paulo | Sábado, 20 de Julho de 2019, 07h26
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    Faça um favor a todos Zumbi: CALE ESSA BOCA PODRE .....

  • Ivone | Sexta-Feira, 19 de Julho de 2019, 22h03
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    Seu comentário foi infeliz zumbi, tive prazer de conhecer o procurador, pessoa educada e integra, pra chegar onde chegou, batalhou muito, conheci os avós dele qdo jovem ainda, família respeitada em Diamantino, não quero desprezar os professores, mas cada um tem sua área de atuar, o procurador não tem culpa de ganhar bem e nem tão pouco de professor ser mal remunerado. Fica Aki meus sentimentos a toda família enlutada nesse momento de dor e a vc Zumbi, que reflita bem antes de falar tantas asneiras e quem não sentir satisfeito com o que ganha tem mais e que procurar ganhar melhor então. O mal do ser humano não e o que digere e sim o que sai da boca pra fora.

  • Glaucia Amaral | Sexta-Feira, 19 de Julho de 2019, 20h51
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    Quanta ilusão no comentário acima. Adianta dizer que era o primeiro a chegar e o último a sair? Que jamais havia pisado o pé fora do país, antes dessa viagem? Que veio de família trabalhadora e humilde? Que manteve tais valores? Que falta de senso de oportunidade. Essa ilusão tem muitas vertentes: de que a solução do funcionalismo é carreira contra carreira. Que a responsabilidade do trabalho (criminal, inclusive) não é considerada para a política salarial. Que quem está numa carreira diferente não defende melhorias para os professores... Mas a maior ilusão é a ilusão humana: que qualquer um desses assuntos da terra possam ter vez quando se trata da inexorável morte. Passa-se a vida pensando no que é mundano e não se respeita à condição humana, que é apresentada dia após dia, na morte. Nesta matéria senhor, o assunto são crianças que crescerão sem o (bom) exemplo e a companhia de seu pai. Sejamos humildes diante da morte. Sejamos solidários diante da dor.

  • zumbi | Sexta-Feira, 19 de Julho de 2019, 18h09
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    Pra vocês verem , o cara foi morrem no paraíso da Colômbia , enquanto aqui os professores estão as mínguas sem salario que não deve chegar a 20% do que esse procurador ganha ...eu externo meus pêsames a familia apenas tenho intenção de expor essas disparidades no funcionalismo publico ...uns ganhando absurdamente demais e outros de menos e ainda tem que tomar porrada de policia em busca de seus direitos ...so que nessa hora nao importa se ganha mais ou menos , tem o mesmo destino que é o fundo da terra...vamos ter mais amor ao próximo senhores , tem professor em semafaro pedindo grana onde uns além de não dar ainda zombam , criticam ....

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