24 de Agosto de 2019,

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Sábado, 20 de Julho de 2019, 20h:49 | Atualizado:

SEX PARTIES

Festas de sexo ganham roteiro nacional e público fiel

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Ver e ser visto, dançar até os pés não aguentarem e, com sorte, beijar muito. Se a sua definição de uma festa quente resume-se à descrição anterior, a coluna de hoje vai te fazer repensar. Com a proposta de se tornarem ambientes livres de preconceito e pudor, as chamadas baladas liberais têm se multiplicado e conquistado cada vez mais adeptos pelo país.

Concentradas nas capitais brasileiras, adotam dinâmicas diferentes para garantir conforto, segurança e, em alguns casos, sigilo aos frequentadores. No entanto, algumas máximas são comuns: liberdade, respeito e diversão.

São várias as características que diferem as festas liberais das tradicionais casas de swing, a principal é: as programações não têm o casal como foco nem estabelecem critérios ou valores diferenciados baseados no status de relacionamento dos frequentadores, pois as possibilidades de interação sexual são mais diversificadas.

No Distrito Federal, a Lust recebe cerca de 800 pessoas a cada festa, realizada mensalmente. Apesar de 85% do público ser LGBTI, a presença de homens e mulheres heterossexuais têm crescido a cada nova edição. “As pessoas vão à Lust para realizar fetiches, observar, ou simplesmente curtir a música. Tem de tudo: gente que tira a roupa toda, partes dela ou não tira nada”, afirma o idealizador da festa, André Moreira.

Responsável pela Brutus Party (SP), o promoter Alexandre Bispo acredita que a expansão do mercado está associada à forma como as pessoas estão se relacionando na era da redes sociais. “Com a internet, as baladas perderam um pouco o sentido. As pessoas saíam para paquerar e hoje podem fazer isso via aplicativo. A partir daí, as festas tiveram que se reinventar”, destaca.

E como liberdade não significa ausência de regras, é comum que as casas e produtoras estabeleçam algumas.

Se a ideia de ir a uma festa para interagir sexualmente, dançar sem pudor e se libertar das amarras pareceu interessante, vale conferir o roteiro que o Metrópoles preparou com os eventos liberais mais populares no país. 

 

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Comentários (10)

  • Dona Janete Sapateira | Domingo, 21 de Julho de 2019, 21h57
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    Djá vou lá não tem! Vê se capturo uma chuchuca de cabelo roxo e argola na fuça!

  • Elisabeth dos Florais | Domingo, 21 de Julho de 2019, 17h10
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    Por isso que adoooro esse jornal. Muuuito melhor que o olhar direto! Amooo

  • Dona Ana - Aposentada do 3 Barras | Domingo, 21 de Julho de 2019, 14h13
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    aqui em cuiaba ja tem? alguem sabe? obrigada

  • velho ranzinza! | Domingo, 21 de Julho de 2019, 14h07
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    Este tal de "paolo" que comenta aqui , deve ser algum enrustido que passa o dia em site de xvideos a observar videos gls!

  • giovane - bairro poçao | Domingo, 21 de Julho de 2019, 13h52
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    Sexo é sempre bom. Ainda bem que a sociedade esta evoluindo nesse sentido. Não vejo o dia em que quando me tornar adulto poder ter 3 ou 4 esposas! vai ser demais mano!!!!! Vamos aguardar!

  • joana | Domingo, 21 de Julho de 2019, 12h50
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    para o mundo que eu quero descer

  • Vanderleia popuzuda | Domingo, 21 de Julho de 2019, 10h23
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    Eu quero ir numa festa dessas. Vou me esbanjar e fartar.

  • Paolo | Domingo, 21 de Julho de 2019, 10h06
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    Este país ainda vai se tornar a MAIOR nação ISLÂMICA das Américas em nome de ALÁ.

  • olhista | Sábado, 20 de Julho de 2019, 23h30
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    A aids, o HPV, a sífilis e a hepatite C fazem a festa nessas orgias. Nibiru venha logo porque Sodoma e Gomorra se avizinha nessa terra...

  • Paolo | Sábado, 20 de Julho de 2019, 22h34
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    Héteros em festa de viado/sapatão? Então não hetero porr@ nenhuma .

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