27 de Maio de 2020,

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Quarta-Feira, 01 de Abril de 2020, 09h:09 | Atualizado:

CORONAVÍRUS

Médica que questionou dados está desaparecida

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A diretora do departamento de emergência do Hospital Central de Wuhan, Ai Fen, está desaparecida desde que denunciou, em entrevista, ter sido silenciada sobre um relatório com o diagnóstico do coronavírus, em dezembro de 2019. Ela foi uma das primeiras médicas a estudar a Covid-19, que apareceu pela primeira vez na China. O país, após meses de isolamento, registra melhoras na economia.

No ano passado, a médica contou à revista americana People que tinha um documento com detalhes sobre o vírus. Porém, ao ser proibida por seus supervisores de falar sobre o assunto, Ai Fen tornou a situação pública e confessou o ocorrido a uma revista chinesa. O governo chinês ordenou que a entrevista fosse apagada da internet e, desde então, o paradeiro da médica é desconhecido.

Segundo o depoimento, 95% dos casos poderiam ter sido contidos.

À revista, ela também contou que foi censurada por um profissional de saúde do hospital, que a acusou de espalhar “boatos” sobre o coronavírus. A comissão de saúde da China também foi atrás do marido de Ai, exigindo o silêncio do companheiro.

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Comentários (1)

  • ANTONIO CARLOS | Quarta-Feira, 01 de Abril de 2020, 12h32
    14
    2

    A China não quer pagar o estrago que eles fizeram....e ...pais comunista que prova que aonde não tem liberdade nao tem "verdades"....que todos os governos mundiais cobrem desse ditador chinês o mal que ele fez ....que comecem com um boicote comercial ...aí eles vão se tocar ...que nem tudo vale o poder

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