07 de Agosto de 2020,

Opinião

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Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 08h:10 | Atualizado:

José Arimatéia

Falência a vista

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Este é o quadro em que se apresenta o Poder Judiciário de Mato Grosso. As ações que são notícias e os fatos que estão acontecendo nos leva crer, se atitudes não forem tomadas com urgência o caminho é a “bancarrota” da Justiça em nosso estado.

A enrolação do governo com relação ao repasse do duodécimo obrigatório e constitucional é de uma desfaçatez tamanha que ameaça com a possibilidade do fechamento de várias comarcas. Esta é a hipótese mais provável.

A irresponsabilidade de Pedro Taques chega a ser de deboche. O Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, que definia a data para pagamento dos atrasados, foi simplesmente ignorado e não cumprido pelo governador.

A Ordem dos Advogados do Brasil – OAB secção de MT, já cobrou do presidente do Tribunal de Justiça, Rui Ramos, uma ação jurídica visando fazer com que o governo cumpra a lei.

A AMAM – Associação Mato-grossense dos Magistrados, demonstra através de seu presidente a insatisfação que impera entre os magistrados. Falou-se inclusive em pedido de intervenção federal no governo de Mato Grosso.

Sofrem com a irresponsabilidade governamental, os profissionais do Direito, os servidores públicos da Justiça, enfim toda a sociedade.

Padecem também com a atual conjuntura promovida pelo governo, a Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, Ministério Público, Defensoria Pública, o que provoca insegurança na sociedade e inquietude nos servidores, pois o atraso dos salários é eminente.

A pergunta que não cala é: pra onde foi o dinheiro do FEX? Que segundo palavras do Governo dias atrás, seria a solução. Análise desconversada posteriormente pelo próprio executivo. 

Fica a pergunta: houve desvio de finalidade do dinheiro? Aconteceram as chamadas “pedaladas fiscais”, como as praticadas pela ex-presidente Dilma Roussef? Cabe a CPI criada na Assembleia Legislativa esclarecer a sociedade. 

Os componentes da CPI devem saber das suas responsabilidades. O povo está de “saco cheio” de CPIs que viram “pizza”.

José Arimatéia – Ex Dep. Estadual

 



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Comentários (5)

  • said joseph | Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 13h06
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    O Poder Judiciário vai muito bem, obrigado. José de Arimatéia é que está falido.

  • alexandre | Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 12h42
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    mas eu tenho direitos ? direitos todos nós temos: a saude , educação, lazer, segurança e nada disso é cumprido.. nada sobrevive a realidade.precisamos de um judiciário mais enxuto, com menores custos.

  • alexandre | Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 12h40
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    que tal os Poderes diminuirem a gastança ? que tal se adaptar a um orçamento real ? pois o que os deputados aprovam na AL , é super estimado, o Executivo já se ajustou, legislativo e judiciario querem investimentos ?, quando falta pra manter salários ?

  • Claudio | Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 11h06
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    Pior governo em toda a historia de mato grosso, apequenou os outros poderes que ninguem durante toddo esse tempo não reagiu, sendo que os prejudicados são o povo de mato grosso por causa da deficiencia nos serviços publicos, vergonha para todas as autoridades que compoe os poderes. Taques nunca mais.

  • Manu | Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 09h45
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    Não se iluda Arimatéia. Esses poderes estão todos de cócoras para Pedro Taques.

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