07 de Julho de 2020,

Opinião

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Quinta-Feira, 28 de Maio de 2020, 11h:43 | Atualizado:

João Carneiro Siqueira

Gestores públicos em Mato Grosso: palmas e Palmadas

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A música “pagode em Brasilia” dos compositores: Lourival dos Santos e Teddy Vieira De Azevedo, foi cantada por diversos artistas, dos famosos aos desconhecidos. A música traz algumas reflexões, e mais ainda, nomes de brasileiros empenhados, que fizeram diferença no país. A Getúlio Vargas, e algumas das benesses ao trabalhador que até hoje vigoram. Ruy Barbosa, destacado como jurista, advogado, político, escritor, filólogo, jornalista. E por fim, Juscelino Kubitschek, um sonhador que ao país trouxe e executou o conhecido lema: “50 anos em 5”.

No verso 19 da musica supracitada traz “Quero ver cabra de peito pra fazer outra Brasília”. Não sei os meandros dessa magnifica construção que surgiu no cerrado de Goiás, que fez o impossível ao tirar a capital da região mais avançada, na época, o sudeste do Rio de Janeiro, da cidade maravilhosa e Estado também, para se estabelecer na cidade em formato de avião, projetada pelos ilustríssimos arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer.

Brasília foi erguida entre os anos de 1957 e 1960. Quem conhece sabe que a obra, por menor que seja, encontra contratempos financeiros, estruturais, de mão de obra e outros. No entanto, a obra foi entregue no prazo. Ressalto nesta ultima fala, entregue e no prazo.

No ultimo dia 19 de maio foi publicada uma noticia em que a minha reflexão pairou: o Tribunal de Contas do Estado – TCE/MT fez uma constatação, através de levantamento, de que cerca de 3,7 mil obras paralisadas, responsabilidade do Estado e municípios. Ainda, os gastos foram R$ 5,4 bilhões e para as devidas conclusões era necessário mais R$ 3,8 bilhões. Dinheiro de um Estado rico e de uma população humilde e carente. Explico a carência, é a falta de serviços de adequados de saúde, educação, transporte, segurança e outros. São anos perdidos e rios de dinheiro que vão pelo ralo. Dinheiro do povo, mal gerido e mal administrado.

Entendam que sou partidário aos cuiabanos, várzea-grandenses, poconeanos, enfim aos mato-grossenses natos ou por adoção.  No executivo ou no legislativo onde andam os “Juscelinos de Mato Grosso?”. Os que estão, devem despontar para o eleitor que os confiou com voto, aos que virão, à mesma primícia. Afinal, os políticos do Brasil e de Mato Grosso precisam podem aprender com um verso da música raiz sertaneja citada, quando fala “me chame que jeito eu dou” e apresentem ações efetivas para a sociedade, não apenas com promessas eleitoreiras.

João Fernando Carneiro Siqueira é especialista em Gestão Pública de Saúde, graduando em Direito e servidor público estadual em Mato Grosso.

 

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Comentários (1)

  • Jobeson coelho Dias | Domingo, 31 de Maio de 2020, 15h42
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    Bom meu caro amigo de longas datas, já falamos sobre esse episódio, na época o atual governador então prefeito de CUIABÁ imagino eu com sangue nos olhos para fazer o melhor pela cidade, foi duramente massacrado pela Câmara de vereadores, ( hoje chamada de casas dos horrores ), pois recusou aceitar aumento dos salários, a época um famoso jornal local logo após a esse embate público uma conversa entre o ex presidente da câmara dos deputados RIVA onde aconselho MENDES a ceder aos anseios da casa dos horrores onde o presidente da mesa era nada menos que o ex genro, do Sr. RIVA, pois seria impossível governar a cidade verde, então abro o debate será que os atuais e futuros, vereadores, prefeitos, deputados e presidente estão preocupados com o povo, obras, saúde, educação...acho difícil, penso que tenho em minha vida um começo meio e fim e não serei eu e nem vc quem vai mudar o curso da história, somos meras massas de manobra e por mais que tentemos entender sempre terá as entrelinhas impossíveis de ler e entender, tenho comigo se eu não fizer por mim e por aqueles que estão a minha volta, ninguém fará, pois vejo meia dúzia fazendo para se promover apenas, pois quem é sério ajuda o próximo, sem mostrar a cara.

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