04 de Agosto de 2020,

Polícia

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Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 16h:08 | Atualizado:

MORTE DE CRIANÇA

Audiência sobre zelador acusado de envenenar achocolatado será hoje em Cuiabá

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O caso do zelador acusado de envenenar um achocolatado que matou um menino de 2 anos, em 2016, em Cuiabá, deve ter a primeira audiência na Justiça às 17h15 desta quarta-feira (31), no Fórum de Cuiabá. Rhayron Christian da Silva Santos morreu depois de ingerir a bebida.

Adônis José Negri, de 66 anos, disse que injetou veneno para se vingar de Deuel de Rezende Soares, de 29 anos – que segundo a polícia, furtava comércios e casas na região. As investigações da Polícia Civil, naquela época, indicaram que o veneno foi injetado na bebida pelo comerciante como forma de tentar se vingar de Deuel, que vendeu as embalagens para o pai de Rhayron.

A audiência deve ser presidida pelo juiz Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, da Décima Quarta Vara Criminal. O oficial de Justiça não havia conseguido intimar Adônis, segundo os autos do processo. A Justiça deve ouvir a irmã de Deuel, os pais de Rhayron e outras pessoas envolvidas no caso.

Adônis é réu na justiça pelo crime de homicídio após injetar pesticida em um achocolatado que, posteriormente, foi ingerido por Rhayron, que morava com a família dele no Bairro Parque Cuiabá, na capital. Rhayron morreu em uma policlínica da capital, no dia 25 de agosto de 2016.

O zelador chegou a ser preso, em setembro de 2016, mas foi solto em outubro do mesmo ano depois que o prazo da prisão dele expirou.

Deuel levou as embalagens de achocolatado e as vendeu por R$ 10 para o pai do menino.

Em depoimento à Polícia Civil, o comerciante disse que envenenou as embalagens de duas marcas de achocolatado e as guardou na geladeira. Na época em que o caso era investigado, o delegado Eduardo Botelho afirmou que, para a polícia, a ideia do comerciante era se vingar.

Após a morte do menino, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do achocolatado Itambezinho e proibiu a comercialização do produto pelo período de 90 dias, em todo o Brasil.

 

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