14 de Agosto de 2020,

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Quarta-Feira, 07 de Fevereiro de 2018, 19h:15 | Atualizado:

APRESENTAÇÃO ESPONTÂNEA

Ex-namorados depõem e negam morte de jovem encontrada num córrego em Cuiabá

Polícia suspeita que Débora Pereira da Silva tenha sido alvo de feminicídio


Da Redação

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A delegada Alana Cardoso, que comanda a investigação do assassinato da adolescente de 17 anos, Débora Pereira da Silva encontrada morta dentro de um córrego, disse que ainda não há um suspeito do crime. Conforme Alana , os dois ex-namorados da menor se apresentaram na delegacia para esclarecer onde estavam nos últimos dias.

Um dos adolescentes que não teve a identidade não informada revelou que não tinha mais relacionamento com vitima há cerca de 15 dias. Já outro rapaz que namorou a jovem há três anos, apareceu na delegacia com um advogado e prestou esclarecimento a delegada.

 Conforme, Alana as investigações ainda não descarta nenhuma possibilidade, mas que não há um suspeito definido. “Ainda não temos um suspeito. O que temos é uma adolescente encontrada morta e estamos ouvindo os familiares que disseram que ela estava desparecida desde domingo. Ainda não teve resposta da pericia sobre como a morte ocorreu”, disse delegada.

Mesmo com os depoimentos, a delegada informou que ainda falta ouvir amigos da jovem. Familiares informaram que Debora foi vista pela última vez, no domingo (04).

O CASO

A adolescente Débora Pereira da Silva foi encontrada morta dentro de um córrego localizado no bairro Três Barras, em Cuiabá. O caso foi na tarde de terça-feira (06).

As primeiras informações dava conta que seria um crime passional. A Polícia Militar foi acionada após populares encontrar o corpo no córrego.

O corpo foi regatado pela equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhando ao Instituto Médico Legal (IML). Exames devem apontar qual foi à causa da morte.



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Comentários (3)

  • | Quinta-Feira, 08 de Fevereiro de 2018, 19h59
    0
    0

    DEUS

  • edy marcos | Quarta-Feira, 07 de Fevereiro de 2018, 21h34
    1
    0

    É pra ontem...tem gente que não pode viver em sociedade: os que mata, estrupa...ladrão de dinheiro público.

  • João Cuiabano de nascimento | Quarta-Feira, 07 de Fevereiro de 2018, 21h04
    2
    0

    Esse é um ato de extrema covardia e a única coisa a fazer é se estarrecer com tanto desamor, violência, monstruosidade, pedir a Deus que conforte família e amigos e rezar para que, as autoridades constituídas encontrem o responsável. Certamente é um crime sexual ou ainda passional, a comunidade não deve se omitir e ajudar com informações, isso não pode ficar assim, certamente a DHPP chegará a bom termo encontrando esse canalha.

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