18 de Junho de 2019,

Polícia

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Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 15h:15 | Atualizado:

INOCÊNCIA PROVADA

Juiz absolve advogado flagrado com menores no motel em Cuiabá

Jovem confessou que mentiu para jurista que tinha mais de 18 anos

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O advogado V.M., que foi conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil e presidente da Subseção de Lucas do Rio Verde, foi absolvido das acusações de ter relações sexuais com uma garota menor de idade. O jurista havia sido preso em 2017 numa situação de flagrante com a mulher.

O responsável pela decisão foi o juiz 14ª Vara Criminal de Cuiabá, Jurandir Castilho Junior. O advogado havia sido denunciado pelo Ministério Público Estadual por oferecer bebida a menor e favorecer à prostituição com relação a duas menores.

O advogado já havia se livrado de uma das três acusações quando foi absolvido sumariamente e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a decisão absolutória. Sua defesa foi realizada pelos advogados Valber Melo e Filipe Maia.

Com relação as duas últimas acusações que restaram, o juiz entendeu que não haviam provas suficientes para a condenação do crime de oferecer bebida a menor, tendo em vista que as menores em juízo negaram que o advogado teria oferecido bebidas. Com relação a acusação de favorecimento a prostituição, o juiz salientou que a vítima em juízo negou a ocorrência dos fatos, afirmando que foi pressionada a dar versão distinta na delegacia, com a finalidade de prejudicar o advogado.

A menor ainda destacou em juízo que mentiu sobre sua idade para o advogado, pois afirmou que era maior de 18. V.M. foi preso no dia 17 de fevereiro de 2017 ao deixar um motel no bairro Santa Marta, em Cuiabá, com duas menores de idade, uma de 12 e outra de 15 anos. Na ocasião, ele afirmou que manteve relações sexuais com a garota de 15, enquanto a outra presenciou o ato.

Na ocasião, além de confirmarem a relação, as garotas informaram aos policiais que o advogado deu bebida alcoólica a elas.

 

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Comentários (6)

  • Raul | Terça-Feira, 16 de Abril de 2019, 08h46
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    Caraca, que absurdo... Eu se fosse magistrado nesse exato momento teria vergonha da minha profissão, quer passar a mão na cabeça do advogado, blz . Mas existe outras formas como sentenciar a pena mínima, agora acreditar nesta conversa fiada que o advogado, acreditou que essas crianças tinham 18 anos... E absolve-lo, é fazer toda classe da magistratura Matogrossense passar essa vergonha em público, é fazer toda magistratura Matogrossense perder o respeito perante a sociedade... O Ministério público tem a obrigação de recorrer... Que absurdo... Estou pasmo... Que isso cara...

  • ruy aquino | Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 16h27
    16
    0

    Só um comentário: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E também acredito em papai noel, saci-pererê, etc...

  • amiga | Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 16h26
    17
    1

    TUDO CAMBADA DE SAFADOS E AINDA TEM JUIZ QUE LIBERA, SE FOSSE A FILHA DELE QUERIA VER ELE LIBERAR

  • kelly assis | Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 16h06
    18
    1

    Que triste essa situação. O nosso país é muito injusto.

  • antonio | Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 15h37
    22
    1

    se fosse um peão de fazenda - tava bem lascado

  • Antônio | Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 15h20
    23
    1

    12 anos e o cara diz qie foi enganado kkkk. Ainda fazem as pilantrinhas dizerem que a polícia pressionou a mentir.... o judiciário é isso aí que vemos todos os dias nas mais diversas decisões .. cúmplice.

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