15 de Agosto de 2020,

Polícia

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Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 09h:13 | Atualizado:

FALTA DE PROVAS

Policiais são absolvidos de acusação de envolvimento com tráfico em MT

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Os investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso Ramom Costa Sales, A.V.S., M.Z.H. e R.M.T. foram absolvidos da acusação de que teriam beneficiado uma acusada de fazer parte de uma quadrilha de traficantes que supostamente teria o apoio dos policiais, incluindo uma delegada que  foi condenada pelo juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Rondonópolis-MT à perda da função pública nos autos da ação civil de improbidade administrativa.

O Ministério Público Estadual (MPE) ofereceu denúncia contra a delegada e mais 14 pessoas, em 2006. A delegada é acusada da prática dos crimes de peculato, corrupção passiva, incitação ao crime e concurso de pessoas.

Em 2006, a Polícia Federal deflagrou a Operação Overlord com o acompanhamento da Corregedoria da Polícia Civil de Mato Grosso para investigar indícios da prática de crimes de concussão, prevaricação, corrupção ativa e passiva, abuso de autoridade, formação de quadrilha e associação com o tráfico de drogas.

Os agentes da Polícia Civil eram suspeitos de atuar em parceria com uma quadrilha de traficantes em Rondonópolis. Na defesa dos investigadores de polícia, dentre outras teses, o advogado Carlos Frederick  alegou a ausência de justa causa para a ação civil de improbidade administrativa, além da falta de nexo causal entre eventual conduta dos acusados, investigadores de polícia, e os fatos criminosos narrados na petição inicial proposta pelo Ministério Público Estadual. Com relação aos acusados investigadores de polícia, a ação foi julgada improcedente mantendo-os nos quadros da corporação. “Justiça foi feita, meus clientes foram absolvidos corretamente já que não há nexo de causalidade entre eventuais condutas por eles praticadas e a consumação de qualquer ilícito. São inocentes e hoje essa sentença repara um mal muito grave feito em suas vidas pela acusação desprovida de nexo”, ponderou o advogado Carlos Frederick.

Nessa ação também foram absolvidos J.B.B.J., J.M.M., L.N.S. e J.V.L.T.

 

 



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Comentários (8)

  • Sidney | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 19h39
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    Essa polícia civil é um lixo, por isso como cidadão apoio a militarização de toda a polícia.

  • Rogerio | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 19h37
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    Corporativismo. Falam mal da PM, mas se fossem policiais militares estariam excluídos.

  • LUNETA | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 12h22
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    OOOH "CUIABÁ ALERTA", ESSA SUA INFORMAÇÃO É MAIS FURADA QUE PENEIRA DE PEDREIRO. QUANDO ACONTECE A EXCLUSÃO DO SERVIDOR, ELE FICA FORA DO SISTEMA DE PGTO DA FOLHA. PRA CHECAR, BASTA ENTRAR NO "SITE" DA TRANSPARÊNCIA DO ESTADO DE MT.

  • Zepovinho | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 12h05
    12
    6

    Folhamax, pq esta conivência com policiais civis? Mostra os nomes. A sociedade quer saber.

  • Zepovinho | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 12h03
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    0

    Foram condenados: Anaíde Barros De Souza Santos, Marco Antônio Chagas Ribeiro e Welly Fagner Rodrigues Lima Cavalcante. Foram absolvidos: João Batista Borges Junior, Anderson Vieira Da Silva, Rogerio Martins Tosta, Ramon Costa Sales, Marcio Zwing Herculano, José Messias De Matos, Lúcio Neves Da Silva e José Vianei Lopes Torres.

  • Cuiaba alerta | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 10h21
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    18

    Façam uma pesquisa no tjmt; pra vcs verem a quantia de policiais militares e de policiais civis, que perderam o cargo, inclusive há vários anos,e,continuam trabalhando e recebendo de boa!!!!

  • Zepovinho | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 10h05
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    2

    Por que não aparecem os nomes?

  • Sociedade | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 10h04
    23
    2

    Ainda bem a justiça foi feita agora só falta a segunda estancia confirma a sentença e a delegada perde a função nada mais justo.

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