22 de Abril de 2019,

Polícia

A | A

Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 16h:48 | Atualizado:

CASO RODRIGO CLARO

Tenente tenta anular provas colhidas pela PC; juízes negam


Gazeta Digital

izadoraldur.jpg

 

Tenente Izadora Ledur de Souza Dechamps participa nesta segunda-feira (16) da audiência de instrução, realizada na 11ª Vara Criminal Militar de Cuiabá, sobre a ação penal que responde pela morte do ex-aluno do Corpo de Bombeiros, Rodrigo Claro.

Uniformizada, ao ser iniciada a audiência pelo presidente, Marcos Faleiros, Ledur bateu continência aos juízes militares que compõe o conselho de sentença.

Defesa de Ledur pede para que o caso seja julgado na Justiça Militar e afirma dizendo que a Polícia Judiciária Civil (PJC)  não tinha competência para apurar o caso, está pedindo para anular as provas produzidas.

Os juízes militares, por maioria de 4 votos, rejeitaram o pedido da defesa para a permanência das provas produzidas pela Polícia Civil durante a investigação da morte de Rodrigo Claro.

Caso

Rodrigo Claro morreu no dia 15 de novembro de 2016 após participar de treinamento e atividades aquáticas, pelo 16º Curso de Formação de Soldado Bombeiro do Estado de Mato Grosso. Segundo denúncia do Ministério Público, a vítima foi submetida a sessões de afogamento durante a travessia na lagoa, sob o comando da tenente Ledur, o que resultou na morte.

Ledur responde também processo criminal, por tortura com resultado morte, na Justiça Militar. Na próxima semana, por sinal, serão ouvidas as últimas testemunhas e está marcado também o depoimento da acusada. A tenente ficou mais de 700 dias de licença médica após a morte do aluno. Voltou recentemente para a corporação e tenta a promoção para capitã.

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • José | Segunda-Feira, 15 de Abril de 2019, 18h56
    11
    3

    Tem que ir a júri popular e pagar pela sua iguinorancia e seu autoritarismo acha que uma farsa dá direito de umilhar quem se esforça para arranjar um emprego

INFORMES PUBLICITÁRIOS

MAIS VÍDEOS