06 de Agosto de 2020,

Polícia

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Quarta-Feira, 14 de Fevereiro de 2018, 17h:00 | Atualizado:

Treze cápsulas de balas são recolhidas em UPA de Cuiabá


TVCA

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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, está interditada desde essa terça-feira (13), após um tiroteio que deixou cinco pessoas feridas, entre elas um bebê de seis meses, que está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Pronto Socorro da capital.

Nas paredes da UPA têm marcas de tiros por todos os lados. A polícia encontrou no local 13 cápsulas de balas.

"Tem estojos de nove milímetros, pistola 380 e pistola ponto 40. Foram recolhidas 13 estojos e duas munições que sofreram impacto na parede", explicou o investigador da Polícia Civil Francisco Leite de Oliveira.

Os criminosos já chegaram ao local atirando na tentativa de resgatar o preso José Edmilson Bezerra Filho, de 31 anos, que está preso por homicídio. O detento estava na sala de classificação para receber atendimento, quando começaram os tiros entre os agentes penitenciários e os homens que queriam fazer o resgate do preso.

O comerciante Adilson Dias dos Santos disse que houve uma rajada de tiros. "Foram umas três rajas de tiros, a gente não sabe se são dos policiais que estavam acompanhando ou dos bandidos, mas deve ser dos bandidos", contou.

Segundo a polícia, a invasão ocorreu logo depois que o preso que tinha dado entrada na unidade de saúde.

Três agentes conduziam o preso e um deles também foi baleado e está internado.

"Como era só um reeducando, vieram só três agentes, mas graças a Deus os agentes souberam agir na hora", afirmou o diretor-adjunto do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), João Feitosa Santos.

No tiroteio ficaram feridos, além do agente penitenciário e do bebê, que foi atingido na mão e no abdômen,, Stephanie de Camargo, de 22 anos, mãe do bebê; Daiane da Silva Romão, de 33 anos, e a enfermeira Rosimeire Souza, que trabalhava na UPA no momento da invasão.

Todas as vítimas foram levadas para o Pronto Socorro de Cuiabá.

José Edmilson Bezerra Filho, de 31 anos, não chegou a ser resgatado e os criminosos fugiram.

A unidade foi interditada e os funcionários estão assustados. "Estava descansando no meu horário de intervalo e só vi o povo correndo com macas num desespero só", disse Cristiano Costa, técnico administrativo da UPA.

 



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