14 de Agosto de 2020,

Polícia

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Segunda-Feira, 29 de Janeiro de 2018, 19h:16 | Atualizado:

MORTES NO RIO

Vigia sofria de depressão após perder o pai; PC descarta afogamento em Cuiabá

Magno Ferreira entrou com filho de 4 anos no Rio Cuiabá


Da Redação

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O caso de afogamento do vigilante Magno Ferreira e do filho de quatro anos, ocorrido na manhã de domingo (28) no Rio Cuiabá, está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP). A Polícia Civil praticamente descartou um “afogamento acidental” devido aos depoimentos colhidos por familiares do vigia.

O caso fica sob a responsabilidade da delegada Ana Cristina Feldner. Ela já informou que a vítima não estava em momento de lazer. Porém, chamou a a família para ir ao rio e depois entrou na água. 

Além disso, a delegada destacou que a vitima já havia manifestado e mandado recado para que a família cuidasse da esposa dele. Nos últimos dias, o vigilante apresentou sinais de depressão.

“Ele recentemente passou por perda de familiares. O caso será investigado na linha de homicídio seguido de suicídio, já que as vitimas não estavam tomando banho no rio. O Magno chamou a família para ir ao rio, disse que estava com saudade do pai que morreu recentemente e em seguida entrou na água com o filho no colo”, contou delegada.

Outro ponto citado pela delegada é que não há sinais de bebidas e as vítimas nem estavam vestidas com trajes de banho. Familiares chegaram a relatar o que teria ocorrido e por isso a investigação será na linha de homicídio. 

“Vamos fazer oitivas para colher mais informações, mas ao que tudo indica é um homicídio seguido de suicídio”, afirmou Feldner.

O local onde o vigilante e o filho de quatros anos entraram no Rio Cuiabá é impróprio para o banho. As informações do Corpo de Bombeiros são de que o local onde eles se afogaram é um ponto arenoso e acessível de dragas.

O corpo de Magno Ferreira de Moraes foi encontrado no final da tarde de ontem. Já o corpo do garoto não foi localizado até o início da noite desta segunda-feira (29). 

A família está desesperada e foi preciso atendimento médico para mãe da criança.

 



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Comentários (2)

  • alana | Terça-Feira, 30 de Janeiro de 2018, 09h36
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    Concordo Manoel. Muito macabra. Custoso é acreditar que possa ter querido levar o filho junto consigo, mas vai saber o que se passa na mente de uma pessoa com problemas mentais graves. As depressões variam de intensidade, mas há também os transtornos bipolares e a esquizofrenia. A depressão pode ser confundida com o transtorno bipolar, e este, por sua vez, pode levar a esquizofrenia, e esse estágio pode ser de difícil diagnóstico.

  • Manoel | Terça-Feira, 30 de Janeiro de 2018, 01h53
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    0

    O correto seria dizer...homicídio concomitante com suicídio por ter sido ao mesmo tempo em ação simultânea, seria homicídio seguido de suicídio se primeiramente ele tivesse afogado o filho para depois se afogar...

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