23 de Maio de 2019,

Política

A | A

Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 13h:20 | Atualizado:

VEJA O VÍDEO

Advogado denuncia desembargador por propina e põe mais 2 do TJ-MT sob suspeita

Elarmin Miranda lembra que fez denúncias há vários anos e judiciário não tomou nenhuma medida para apurar o caso


Da Redação

sessaotj.jpg

 

O advogado Elarmin Miranda fez acusações gravíssimas ao desembargador Dirceu dos Santos na sessão desta quarta-feira da 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O jurista ainda colocou sob suspeita os desembargadores João Ferreira Filho e Cleucy Terezinha Chagas.

A “ofensiva” de Elarmin surgiu quando questionou a participação de João Ferreira num julgamento do qual era o agravante. A principal acusação foi de recebimento de propina por parte de Dirceu dos Santos, que não participava da sessão, em outra ação. Naquele julgamento, João Ferreira e Cleucy desconsideraram a acusação contra Dirceu e mantiveram análise do processo. 

Cleucy também não participou do julgamento de ontem. No entanto, João Ferreira compunha a câmara e decidiu permanecer, o que gerou revolta do advogado.

“Fundamentação que nós temos é extremamente séria. Argui aqui, impedimento do desembargador Dirceu dos Santos, por ter recebido propina. Dessa sessão participou o ilustre desembargador (Joao Ferreira) e a desembargadora Cleucy. A sessão teria que ter sido suspensa, mas não foi, proferiram o voto”, disse Elarmin.

Segundo o advogado, apesar de não haver razões concretas para acusar João Ferreira e Cleucy Terezinha de venda de sentença, a participação deles no voto em companhia de Dirceu coloca a situação deles sob suspeita.

“Voto dele e da outra desembargadora terão que ser examinados pela autoridade superior que eu encaminhar. Arguir o impedimento, não suspendeu a sessão, votou, e emitiu juízo de valor, o voto dele pode estar contaminado. Isso parece ser uma coisa óbvia”, assinalou.

Ainda centrando críticas a João Ferreira, Elarmin Miranda citou outro caso, envolvendo uma ação na qual ele participava. O caso envolveu a empresa Oestemix, acusada pelo Ministério Público de superfaturamento na construção de um fórum no Estado. 

Neste processo, João Ferreira atuava como substituto e “derrubava” as decisões do magistrado titular. Segundo ele, o magistrado substituto não tem poder para tomar tais decisões. “Toda vez que a titular dava decisão favorável, Vossa Excelência como substituto ia e modificava a decisão. Fez isso três vezes”.

Alegando motivações pessoais, Elarmin defendeu a suspeição de João Ferreira em todos os casos em que ele atuar. “Vossa Excelência não poderá participar nesse processo e, em nenhum outro, em que eu figurar como advogado. Por essa razão e, por uma razão muito maior, por ter arguido que um desembargador recebeu propina a lei diz que suspende-se e não se suspender, vossa excelência votou”.

Ele ainda defendeu uma investigação contra João Ferreira e Cleucy Terezinha por conta das participações no julgamento em que acusou Dirceu dos Santos de propina. “Na minha concepção tem que se apurar que o voto de vossa excelência e da desembargadora Cleucy Terezinha chagas, está contaminado e eu defenderei que estão”.

NEGADO

Mesmo com o discurso forte do advogado, o desembargador João Ferreira Filho se manteve no julgamento. O presidente da 2ª Câmara de Direito Privado, desembargador Sebastião Moraes, chegou a sugerir sua substituição, porém, o próprio João Ferreira não se considerou suspeito para participar do julgamento. "Se ele não se sentir impedido e não há nenhum decisão do tribunal neste sentido, não posso fazer nada", assinalou o presidente da câmara.

Ao final, a pauta defendida por Elarmin Miranda nesta quarta-feira foi vencida. O caso era referente  a uma reintegração de posse envolvendo o espólio de Gabriel Julio de Matos Müller e a Associação de Pequenos Produtores Rurais e Coquerais de São Vicente. 

Antes do encerramento, o desembargador Sebastiao Barbosa Farias defendeu o colega de câmara da acusação do advogado.

“Sou testemunha da correção com que ele age e não poderia deixar de fazer isso. É um companheiro de câmara que tem adotado ao caminho carreto nas ações em que ele atua. Peço vênia ao doutor Elarmin, porque a dignidade pessoal e profissional do desembargador João é incontestável”, finalizou.

Postar um novo comentário

Comentários (46)

  • Pc | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 07h26
    1
    0

    São todos corrupto na segunda vara onde é responsabilidade do Dr Geraldo Fidelis ali a máfia é com a psiquiatra Luiza forte stuch ela é corrupta tem mata até os filhos dela ela tem que queimar viva pra cobrar toda covardia que ela já fez ela aprovou arcanjo Ribeiro porque ficou com medo ou recebeu por isso Dr. Luiza SEUS juízos não são justo pra melhorar seu sangue tinha que escorrer pelo chão pra apagar toda covardia que vc fez

  • AUREO MARCOS RODRIGUES | Segunda-Feira, 09 de Outubro de 2017, 03h14
    7
    1

    “DENÚNCIA”: AO EXCELÊNTISSIMO MINISTRO JOÃO OTAVIO DE NORONHA CORRGEDOR NACIONAL DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. PEDIDO DE PROVIDÊNCIA URGENTE. NOTICIA-CRIME. AÇÃO PÚBLICA INCONDICIONADA. AUREO MARCOS RODRIGUES, brasileiro, pecuarista, convivente, portador do CPF. 042.823.658.89, RG. 15.410.904 SSP/SP, residente a FAZENDA CHARCO GRANDE, com endereço para correspondência a Rua Ernesto da Silva n°. 14, na Cidade de Porto Esperidião, MT. CEP 78.240.000, já qualificados, nos autos das RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR e nos autos dos PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS sob. o nº. 000627.87-2007, 0002877-54.2011, 0003921-74.2012, 0005308-72.2012, 0002894-22.2013, 0005819-88.2013, 0005805-07.2013, 0002227-02.2014, 0005456-67.2014 e 0004098-72.2011.2.00.0000” em tramite junto o CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, vem a VOSSA EXCELÊNCIA, com base no artigo 5º inciso, X, XI, XXXV, LIV, LV e LXXVIII, todos da Constituição Federal, e com fundamento no artigo 39 do CPP, e com fundamento no artigo 22 da RESOLUÇÃO 135/2011CNJ, e com fundamento no art.103-B, § 4º, III, da Constituição Federal, e arts. 72 e seguintes do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça, apresentar, RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR, em desfavor do “TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO”, pelos fatos e fundamento que passo a EXPOR e no final REQUERER: DOS FATOS: Senhor Ministro João Otavio de Noronha, Corregedor Nacional, se o pagamento de VERBA, ainda é objeto de investigação em Mato Grosso através da PORTARIA 104 DE 10 DE MARÇO, requer que, Vossa Excelência, apure com celeridade também o PEDIDO DE PROVIDÊNCIA sob. o nº. “0004098-72.2011.2.00.0000”, em tramite junto o CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, onde figura como parte investigado o “CNJ, CGJ-TJ-MT e TJ-MT”, por violação a RESOLUÇÃO 135/2011-CNJ, que foi instaurado com base nas DENÚNCIAS formuladas na RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR sob. o nº. “0000627-87.2007 e 0002877-54.2011.2.00.0000”, onde figura como RECLAMANTE AUREO MARCOS RODRIGUES, pois o CORREGEDOR NACIONAL anterior o “MÃO DE FERRO”, MINISTRO FRANCISCO FALCÃO, prevaricou, no cumprimento do seu dever funcional e incidiu nos crimes descritos dos artigos 13, 288, 299, 317 e 319 todos do Código Penal, que deverá ser apurado, pela Corregedoria Nacional, dentro do próprio feito 0004098-72.2011.2.00.0000. Requer, também que seja revisto, as RECLAMAÇÃO e os PEDIDO DE PROVIDÊNCIA sob. o nº. . 000627.87-2007, 0002877-54.2011, 0003921-74.2012, 0005308-72.2012, 0002894-22.2013, 0005819-88.2013, 0005805-07.2013, 0002227-02.2014 e 0005456-67.2014, em tramite junto essa CORREGEDORIA NACIONAL, que foram arquivados de forma parcial, e apure o desvio funcional desses CORREGEDORES. Pois o Delegado da POLICIA FEDERAL, DIÓGENES GOMES CURADO FILHOS, por diversas vezes provocou a Ministra NANCY ANDRIGHI Corregedora do CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, através do PEDIDO DE PROVIDÊNCIA Nº. “0005456-67.2014.2.00.0000”, informando que já havia levado esses fatos criminosos, ao conhecimento do CNJ e do TJ-MT, através das CORREGEDORIAS, que tem competência para abrir procedimento criminal, contra Autoridade que tem foro privilegiado e nenhuma providência foi tomada, em relação aos fatos criminosos ali relatados, e a resposta da CORRREGEDORA NACIONAL NANCY ANDRIGHI, sempre foi parcial, alegando, que não tinha, nada a “PROVER”. (Prova verificar PP 0005456-67.2014 no site Pje do CNJ). Devo informar, que essa OMISSÃO da CORREGEDORA NACIONAL NANCY ANDRIGHI, fez a Ministra, prevaricar, no cumprimento do seu dever funcional e incidiu nos crimes descritos dos artigos 13, 288, 299, 317 e 319 todos do Código Penal, que deverá ser apurado, pela Corregedoria Nacional, dentro do próprio feito 0004098-72.2011.2.00.0000. DEMORA: Devo informar, ainda que essa demora, em apurar os fatos criminosos na portaria 104 de 10 de março de 2009, levou o RECLAMANTE a impetrar quatro novas EXCEÇÃO de SUSPEIÇÃO em desfavor do TJ-MT, com objetivo de proteger a VIDA do RECLAMANTE e de sua Família, sob. o nº. “180068/2015, 17413/2016, 1003594-66.2016.8.11.0000 e 1003576-45.2016.8.11.0000”, com base no artigo “223, 224 do REGIMENTO DO TJ-MT” e com base no “artigo 102 incisos I, letra “n” da Constituição Federal”, isso quer dizer, que todos os DESEMBARGADORES DO TJ-MT, são “SUSPEITO” e estão “IMPEDIDOS” de apreciar e julgar a EXCEÇÃO. Devo informar, que a “JUIZA LILIAN BARTOLAZZI LAURINDO E O PROMOTOR ALEXANDRE BALAS” DA COMARCA DE PORTO ESPERIDIÃO-MT, está agindo em conluio com “BANDIDO” e continua dando seguimento nos atos ilícitos, para condenação do RECLAMANTE, dentro de vários feitos para favorecer “BANDIDO”, dentro de processo CIVIL e CRIMINAL, pois a a Juíza despreparada determinou o arquivamento da REPRESENTAÇÃO código 31598/2011 e 56619/2015, onde figura esses BANDIDOS COMO REPRESENTADO, “alegando não existir nenhum indícios mínimo que possa dar início a ação penal”. ATO ILICITO: Devo informar que é abito da “Juíza LILIAN BARTOLAZZI LAURINDO”, desqualificar as palavras das vítimas, de vários Policias e do Ministério Público e “colhe pedido de advogado de bandido, para soltar “BANDIDO LADRÃO ASSASINO”, com base nos próprios depoimentos dos CRIMINOSOS”, basta acessar os andamentos dos feitos, código “56441/2015 e 56442/2015” em tramite na Comarca de Porto Esperidião e no feito “19012/2017” em tramite junto o TRIBUNAL DE JUSTIÇA, para constatar as IRREGULARIDADE, que o Juiz Leopoldino morreu DENUNCIANDO. PROVIDÊNCIAS: Devo informar, que contra esse ato criminosos da Juíza LILIAN BARTOLAZZI LAURINDO, foi posto duas exceções de suspeição sob. o n. “59609/2017 e 60094/2017”, que está para ser processada e julgada, quando a conduta ilícita do “PROMOTOR ALEXANDRE BALAS” da Comarca de Porto Esperidião-MT, foi posto EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO sob. o código “61203/2017” em tramite junto a Comarca de Porto ESPERIDIÃO-MT, e foi feito REPRESENTAÇÃO CRIMINAL em desfavor do promotor ALEXANDRE BALAS, direcionada ao PROCURADOR GERAL “MAURO CURVO” e PROTOCOLADA na PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DE MATO GROSSO sob. o n. 108661 datada de 16/08/2017 PERSEGUIÇÃO: Pois não é justo, o RECLAMANTE AUREO MARCOS RODRIGUES ser incriminado o morto dentro do seu próprio domicilio, por perseguição e Omissões de Desembargadores, Juízes, Promotores, Delegados e Traficantes Corruptos, pelo fato do CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA ter usado a Reclamação disciplinar nº. 2007/1000006271, (0000627-87.2007) do RECLAMANTE, para fazer uma inspeção no TJ-MT, que levou o afastamento dos dez Magistrados Corrupto através da Portaria 104 de 10 de março de 2009. Devo informar que a Reclamação foi levada ao conhecimento do Corregedor ORLANDO PERRI, através do feito 50/2008 CGJ no ano de 2008, através do Corregedor Cesar Asfor Rocha, com os seguintes despachos. A saber: O TEOR DA PRIMEIRA DECISÃO: ”(...) Conselho Nacional de Justiça. Corregedoria. Classe: Reclamação Disciplinar n. 20071000006271. RECLAMANTE: Áureo Marcos Rodrigues. RECLAMADO: Emerson Luís Pereira Cajango – Juiz de Direito. Assunto: Apuração de Infração Disciplinar. DECISÃO: Conforme se verifica das informações prestadas nos autos, os fatos aqui narrados já forram apurados pela Corregedoria-Geral do Estado de Mato Grosso. A reclamação disciplinar no âmbito do Conselho Nacional de Justiça não se presta investigação de fatos já apurados nos órgãos censores estaduais e federais, restando aberto, nessa hipótese, apenas o caminho da revisão disciplinar, desde que atendidos os seus requisitos específicos de admissibilidade. Em razão disso, determino o arquivamento do presente expediente. Expeça-se oficio á Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Mato Grosso, comunicando. Dê-se ciência ás partes. Brasília, 27 de maio de 2008. MINISTRO CESAR ASFOR ROCHA. Corregedor Nacional de Justiça (...). Devo informar que toda a Magistratura do Estado e Mato Grosso é “SUSPEITA e encontra IMPEDIDA”, para julgar as causas que envolvem o RECLAMANTE AUREO MARCOS RODRIGUES, pois foi a Reclamação 20071000006271 (0000627-87.2007) em desfavor do Juiz Emerson Luís Pereira Cajango, que foi encaminhada para “dentro” do Tribunal de Justiça ao conhecimento do Corregedor Orlando Perri no feito 50/2008 CGJ, que originou a “PORTARIA 104 de 10 de março de 2009”, Veja o TEOR DA SEGUNDA DECISÃO do CNJ, na RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR, que originou a PORTARIA 104 DE 10 DE MARÇO DE 2009. Teor da segunda decisão do CNJ: DESPACHO: “(...) A decisão proferida nesta reclamação disciplinar, em que figura como suscitado o magistrado Emerson Luís Pereira Cajango, Juiz de direito do Tribunal de justiça do Estado de Mato Grosso, foi encaminhada ao conhecimento Corregedor-Geral de justiça daquele Estado. Versando a hipótese sobre fatos já apurado pelo órgão censor local. A provocação, neste ambiente, restou sumariamente arquivada. Comunique-se a digna autoridade solicitante. Após, retorne ao arquivo. Brasília, 07 de agosto de 2008. MINISTRO CESAR ASFOR ROCHA. (...). MOTIVAÇÃO: Devo informar, que foi a Reclamação do RECLAMANTE que motivou o CNJ a baixar a portaria 104 de 10 de março de 2009, para fazer uma inspeção no TJ-MT, pois a Reclamação na época foi encaminhada pelo CNJ sem a “DECISÃO” para dentro do TRIBUNAL violando a RESOLUÇÃO 135/2011 CNJ, e não foi “resgatada” e está até hoje enterrada dentro do Tribunal de Justiça aguardando ser “resgatada com as providências pelo CNJ”, através do PP. 0004098-67.2011.2.00.0000. Devo informar que esses fatos “mostram e provam” que o CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, estava “habilitado” a entrar na época no TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO para fazer a inspeção e punir todos os seus infratores, pois a CORREGEDORIA GERAL DE JUSTIÇA DO TJ-MT, já havia prevaricado (art. 319 do Código Penal) e tinha arquivado os processos Administrativos nº. 520/2006 e 1/2007 que apurava a conduta do Magistrado Emerson Luís Pereira Cajango. Devo informar, que a ação impetrada pela Associação dos Magistrados Brasileiros em desfavor do CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA no ano de 2011, com objetivo de acabar com o poder do CNJ, para voltar os dez Magistrados Corruptos afastados, sobre alegação que o CNJ, era subsidiário e só poderia atuar, após os fatos serem apurado pelo próprio Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, “foi inconstitucional e criminosa”, pois a Reclamação do RECLAMANTE AUREO MARCOS RODRIGUES, que está até hoje enterrada dentro do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, “MOSTRA E PROVA” que o CNJ estava habilitado para fazer a inspeção e punir os infratores. Esses são os motivos de tanta PERSEGUIÇÃO, OMISSÃO e COVARDIA feita pela MAGISTRATURA em conluio com um BANDO DE CRIMINOSOS contra o RECLAMANTE AUREO MARCOS RODRIGUES e o CNJ. Agora as Autoridades FISCALIZADORAS que está fazendo frente da “AÇÃO PENAL”, tem o dever de afastar todos os Magistrados corruptos e punir no rigor da Lei, se isso não acontecer deverão voltar os dez Magistrados afastados ao “CARGO”, pois todos são iguais perante as Leis, pois “JUSTIÇA se faz com ética, dignidade e imparcialidade”. MANDATO DE SEGURANÇA: Devo informar que o RECLAMANTE já trancou ação penal através do MANDADO DE SEGURANÇA Código 416/2007 que tramitou junto a 2ª TURMA RECURSAL, e até hoje não pode usar seus direitos Constitucionais assegurado na Constituição Federal, que foi deferido por uma DECISÃO JUDICIAL, devido essa perseguição de Desembargadores, Juízes, Promotores e Delegados corruptos e do lobista BENEDITO BRAGA com seu bando de traficante. ATO CRIMINOSOS: Devo informar que as “IRREGURALIDADES” aqui no Estado de Mato Grosso, é tão grande, que empossou uma “PATRULHEIRO DA PRF CORRUPTO”, para exercer a função de Delegado, para confrontar com a VITIMA AUREO MARCOS RODRIGUES, pois esses fatos, foi confirmado pelo próprio falso Delegado WILSON SOUZA SANTOS, quando ele fez depoimento na ação penal código 55321/2015 em tramite junto a Comarca de Porto Esperidião, que motivou o RECURSO no TJ-MT, sob. o n. 150497/2015 e motivou também o RECURSO NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) sob. o n. AREsp 1006916/MT (2016/0281691-5), onde o falso Delegado, afirmou em Juiz as seguintes palavras: “(...) Quando eu estava sendo empossado como Delegado, falaram para mim, você vai ter problema com um fazendeiro (...)”. Devo informar ainda que o falso Delegado WILSON SOUZA SANTOS, não tinha competência administrativa (curso) para exercer a função de Delegado, para invadir o Domicilio da VITIMA AUREO MARCOS RODRIGUES, sem mandato judicial, a noite quando os relógios marcavam 19h40min, para atender os pedidos do TRAFICANTE APARECIDO RODRIGUES na litispendência código 52869/20013 em tramite junto a Comarca de Porto Esperidião-MT. PLAZO DECORRIDO: Devo informar, que está havendo OMISSÃO por parte do Estado de Mato Grosso, em manter um DELEGADO, que não passou no concurso público, para tal CARGO, pois o Estado figura como Parte Requerida no feito código 182784/2015 em tramite junto a Quarta Vara Civil da Comarca de Cáceres e até agora não se manifestou na CERTIDÃO DE DECURSO DE PRAZO, que foi descrita nos seguintes termos: “ (...) Certidão de Decurso de Prazo CERTIFICO, para os devidos e legais efeitos, que transcorreu “in albis” o prazo para que o requerido atendesse à intimação retro, quedando-se inerte. Assim, com fulcro no artigo 152, inciso VI do CPC/15, faço os autos conclusos à MM. Juíza de Direito, permanecendo está Secretaria no aguardo de ulteriores deliberações (...)”. AÇÃO DENEGATORIA: Pois do conforme se observa, no extrato do feito código 182784/2015 em tramite junto a QUARTA VARA CIVIL DO FORUM DA COMARCA DE CACERES e o extrato da Decisão judicial do feito “REEXAME NECESSÁRIO Nº 5280/2014 – em tramite junto a QUARTA VARA CIVIL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO”, a pessoa de WILSON SOUZA SANTOS prestou concurso para provimento de cargo de Delegado de Polícia Civil, regido pelo Edital nº 002/2009 – SAD/2009, sendo que foram eliminados na prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, por não atingirem a pontuação necessária para correção da prova dissertativa. Devo informar que o acusado Wilson Souza Santos, recorreu administrativamente, contudo os recursos foram indeferidos, razão pela qual eles impetraram mandado de segurança em Juiz, buscando a anulação da questão nº 31 da prova objetiva. Devo informar que, o mandado de segurança foi impetrado com o objetivo de declarar a nulidade da questão objetiva, de número 31, do concurso público para provimento do cargo efetivo de Delegado de Polícia, regido pelo Edital nº 002/2009. O Magistrado de primeiro grau entendendo que houve erro material na formulação da questão nº 31, concedeu a segurança vindicada, anulando-a e atribuindo ao acusado o ponto a ele equivalente, onde a pessoa de WILSON SOUZA SANTOS, assumiu a função de Delegado de Polícia na Comarca de Porto Esperidião e Cáceres. DECISÃO DA PROCURADORIA: A Procuradoria-Geral de Justiça, no parecer de fl. 350, da lavra do Dr. Luiz Eduardo Martins Jacob, opina pela ratificação da sentença. DECISÃO DO TRIBUNAL: Na decisão do dia 04 de abril de 2015 e na decisão do dia 02 de fevereiro de 2016, do feito “REEXAME NECESSÁRIO Nº 5280/2014 – em tramite junto a QUARTA VARA CIVIL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO”, o Tribunal de Justiça, após a análise detida da questão debatida pelo acusado, entendeu, que está não padece de vícios, que chegue às raias da ilegalidade, a justificar a correção pelo Judiciário, e “RETIFICOU” a sentença em reexame, para o fim de denegar a segurança vindicada ao falso Delegado WILSON SOUZA SANTOS E OUTROS. A ementa foi nos seguintes termos: E M E N T A REEXAME NECESSÁRIO - MANDADO DE SEGURANÇA - CONCURSO PÚBLICO DE PROVIMENTO PARA CARGO DE DELEGADO DE POLÍCIA - ANULAÇÃO DA QUESTÃO Nº 31 – APRECIAÇÃO PELO JUDICIÁRIO LIMITADAÀ ANÁLISE DE FLAGRANTE ILEGALIDADE – NÃO OCORRÊNCIA - SENTENÇA RETIFICADA – SEGURANÇA DENEGADA. Em regra, não compete ao Poder Judiciário apreciar critérios de formulação e correção de provas. A excepcionalidade, admitida pelo Superior Tribunal de Justiça, é para os casos em que se verifica flagrante ilegalidade, como ausência de observância às regras prevista no edital, com base no Princípio da Legalidade, o que não se verifica. ESCLARECIMENTO: Devo informar que esses fatos ilícitos foram levados ao conhecimento da Juíza LILIAN BARTOLLAZZI LAURINDO, através do feito código N 590-98.2017.811.0098 Código: 60386 Número/Ano: 0/2017 para tomar as PROVIDÊNCIAS, para afastar o falso Delegado de suas funções e RESPONSABILIZAR CRIMINAMENTE, para dar nulidades nos seus atos praticado contra a VITIMA AUREO MARCOS RODRIGUES. Devo informar também que esses fatos criminosos, foram levados também ao conhecimento do GOVERNADOR PEDRO TAQUES, através do Protocolo sob. o n. 440788/2017, onde o a VITIMA AUREO MARCOS RODRIGUES, pede de forma Equitativa ao GOVERNADOR A “EXONERAÇÃO DA FUNÇÃO DE CARGO DE DELEGADO” e outras providências, para que a lei seja aplicada, de forma EQUITATIVA, como vem sendo aplicada nos demais Servidores, que tem praticado ilícito penal, que ficara sobre a “FISCALIZAÇÃO DA SOCIEDADE MATOGROSSENSE E DA IMPRENSA”. PROFISÃO ILEGAL: Devo informar, que exercer qualquer profissão regulamentada por lei sem ter a formação específica (curso) e sem ter a habilitação legal (Inscrição/Registro no Conselho de Classe), o exercício ilegal é considerado crime, e caracteriza-se inobservância ao art. 47 da Lei de Contravenções Penais (Lei nº 3.688/41), art. 2º da Lei nº 7.498/86 (que regulamenta a profissão) e incide nos crimes descrito no artigo 205, 330, 324, 328 e 359, pois o falso Delegado WILSON SOUZA SANTOS, está ciente das duas decisão judicial DENEGATÓRIA e até agora não pediu seu afastamento voluntariamente, pois pretende ficar “RECEBENDO SALARIO GORDO DE DELEGADO”, sem estar habilitado, para tal CARGO, pois o Juiz Leopoldino ficou (9) nove anos mostrando as IRREGURALIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO, e hoje todas as DENUNCIAS do MAGISTRADO MORTO, “PROCEDE”, esse é o nosso Mato Grosso de hoje, cheio de corrupção, nos três Poderes. ESCLARECIMENTO: Senhor Ministro Corregedor Nacional, JOÃO OTAVIO DE NORONHA, para a contra minuta de INFORMAÇÃO DA RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR PÚBLICA, não ficar enorme e “REPETITIVA”, para Vossa Excelência entender melhor os fatos, em parte e ter uma informação mais precisa, para PROVAR que houve ABUSO DE PODER e ILEGALIDADE e violação em vários dispositivos de Lei Federal e violação em vários dispositivos Constitucional, para VOSSA EXCELÊNCIA dar uma DECISÃO, dentro da ética, dignidade e imparcialidade, calçadas em provas robustas e documentadas, requer que, primeiramente aprecie autos das RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR e nos autos dos PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS sob. o nº. 000627.87-2007, 0002877-54.2011, 0003921-74.2012, 0005308-72.2012, 0002894-22.2013, 0005819-88.2013, 0005805-07.2013, 0002227-02.2014 e 0005456-67.2014 já em tramite junto o CONSELHO NACIONA DE JUSTIÇA, pois dentro dos procedimentos citados, tem os CDs contendo o INTERROGATÓRIO do Juiz Emerson Luís Pereira Cajango e o INTERROGATÓRIO da vítima AUREO MARCOS RODRIGUES, e tem também o CD em áudio e vídeo, denominado VENDA DE SENTENÇA NO MATO GROSSO e em sequência aprecie o PEDIDO DE PROVIDÊNCIA em tramite junto o CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, sob. o nº. 0004098/72/2011 e os demais documentos, que se encontra nessa CORREGEDORIA NACIONAL e em sequência aprecie os PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS PÚBLICOS, que encontra publicado nas áreas de comentários em vários sites de IMPRENSA, para confirmar, que esses fatos são de competência dos ORGÃO CORRECIONAIS, quer dizer, são deveres do Poder Público, que já recebe os impostos e seus salários do Contribuinte, para fiscalizar essas IRREGURALIDADES, que o Juiz Leopoldino Marques do Amaral, morreu denunciando. Pois tais documentos foram juntados, e estão sendo esclarecido, para Vossa Excelência saber que as PROVAS da vítima AUREO MARCOS RODRIGUES, não vão ser enterrada, como as provas do Juiz Leopoldino Marques do Amaral, pois foram juntadas para VOSSA EXCELÊNCIA, entender melhor, e ter uma informação mais precisa em parte, para saber como e quando começaram, essas INJUSTIÇAS, para dar uma DECISÃO justa, dentro da ética, dignidade e imparcialidade, calçadas em provas robustas e documentada. Pois dentro das petições e dos CDs, está condensada toda a reclamação relacionada a todos os fatos que levam a entender a tendenciosidade e as armações ilícitas e criminosas feitas pelo MINISTERIO PÚBLICO, em conluio com o GRUPO DE DEMANDANTE autores da ação 30799/2011, 52869/2013, 53330/2013, 53840/2014 e várias Autoridades do Poder Judiciário, que teve inicios no ano de 2006 no processo código 23280/2010, onde fez surgir os processos administrativos, código 520/2006, 1/2007, 707/2007 e 50/2008, que tramitou junto a CORREGEDORIA GERAL DE JUSTIÇA, onde figura o Magistrado EMERSON CAJANGO como DENÚNCIADO, sendo que foram esses fatos que motivou a Ministra ELIANE CALMON, alegar que tinha BANDIDO DE TOGA dentro do Poder Judiciário e levou a Ministra a autuar o PEDIDO DE PROVIDÊNCIA sob. o nº. 0004098-72.2011, onde figura como parte investigado o CNJ, CGJ-TJ-MT e TJ-MT, por violação a RESOLUÇÃO 135/2011-CNJ, pois uma justiça só pode ser forte quando ela se atém à verdade dos autos e não às notícias estranhas aos autos." ESCLARECIMENTO: Devo informar, que esses são os motivos de tanta OMISSÃO e PERSEGUIÇÃO feito pela MAGISTRATURA, contra o RECLAMANTE AUREO MARCOS RODRIGUES, pois de início foi determinada, na Portaria n. 104, de 10.03.2009, pelo então Corregedor Nacional de Justiça, a “suspensão dos pagamentos de valores relativos a competências anteriores aos magistrados no âmbito do Tribunal de Justiça do Mato Grosso”. Devo informar, que essa determinação foi providência necessária diante da gravidade dos achados documentados na Correição Ordinária nº 0003146-64.2009 e na Inspeção nº 0000896-58.2009, que envolviam diversas irregularidades e inconsistências em concessão de vantagens, apurações de créditos e declarações de créditos de Magistrados e Servidores do TJ-MT em períodos anteriores a 2009, e cuja apuração ainda não foi ultimada. MATERIA DE IMPRENSA: CNJ nega autorização e manda TJ suspender super salários de juízes de MT Oitenta e quatro magistrados receberam mais de R$ 100 mil no mês de julho Da Redação Devo informar, que esses fatos, foram motivos de matéria de “IMPRENSA”, nos últimos dias, pois o Ministro Corregedor João Otávio de Noronha do CNJ, foi que questionou posicionamento do TJ-MT, a polêmica sobre os pagamentos foi levantada nesta semana após a divulgação de que 84 magistrados receberam verbas “vultosas” do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), em um caso superando os R$ 500 mil, a título de créditos sobre substituições de entrância (quando um juiz acumula mais de uma comarca) entre 2005 a 2009. DOS PEDIDOS: Diante do exposto, com base no artigo 5º inciso, X, XI, XXXV, LIV, LV e LXXVIII, todos da Constituição Federal, e com fundamento no artigo 39 do CPP, e com fundamento no artigo 22 da RESOLUÇÃO 135/2011CNJ, e com fundamento no art.103-B, § 4º, III, da Constituição Federal, e arts. 72 e seguintes do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça, requer os seguintes pedidos: 1)-Requer que o Ministro Corregedor JOÃO OTAVIO DE NORONHA, faça uma inspeção no TJ-MT e na Comarca de Porto Esperidião-MT, para constatar as “IRREGURALIDADE” e seja aberto a AÇÃO PENAL, obedecendo todas as normas do ´Código de Processo Penal e as Normas da Resolução 135/2011 CNJ, para que todos os DESEMBARGADORES DO TJ-MT, que julgaram as EXCEÇÕES DE SUSPEIÇÃO sob. o n. 134291/2012, 114076/2014, 7551/2015, 130616/2014, 180068/2015, 17413/2016, venha responder pelos crimes descritos nos artigos: 13, 121, 150, 155, 171, 288, 299, 317, 319, 333 e 339 todos do Código Penal Brasileiros, pois o dolo e a má-fé, ficou configurado e esses dois requisitos, são os elementos para o processamento e o julgamento da ação penal. 2)-Requer, que que seja apreciado pelo, MINISTRO CORREGEDOR JOÃO OTAVIO DE NORONHA, o PP 0002227-02.2014.200.0000, e seja apurada o desvio de conduta do Ministro Corregedor “mão de ferro”, Francisco falcão dentro do feito sob. o n. 0004098-72.2011.2.00.0000, pois houve dolo e má-fé, por parte do “EX-CORREGEDOR, mão de ferro”, pois o RECLAMANTE, não poderia ser encarcerado na Cadeia Pública de Cáceres, por um período de seis meses em situação desumana, por força da LITISPENDÊNCIA, sob. o n. 52869/2013 e por força da ação penal código 55321/2015, pois o PP: 0002227-02.2014.200.0000, prova que o RECLAMANTE, pediu SOCORRO, por várias vezes ao “Corregedor mão de ferro”, pois essa omissão, faz o “MÃO DE FERRO”, a incidir nos crimes descrito nos artigo: 13, 288, 299, 317 e 319 todos do Código Penal Brasileiro. 3)- Requer, que que seja apreciado pelo, MINISTRO CORREGEDOR JOÃO OTAVIO DE NORONHA, o PP: 0005456-67.2014, que foram arquivados de forma parcial, e apure o desvio funcional da EX-CORREGEDORA NACIONAL NANCY ANDRIGHI, pois o Delegado da POLICIA FEDERAL, DIÓGENES GOMES CURADO FILHOS, por diversas vezes provocou a Ministra NANCY ANDRIGHI, através do PEDIDO DE PROVIDÊNCIA Nº. “0005456-67.2014.2.00.0000”, informando que já havia levado esses fatos criminosos, ao conhecimento do CNJ e do TJ-MT, através das CORREGEDORIAS, que tem competência para abrir procedimento criminal, contra Autoridade, que tem foro privilegiado e nenhuma providência foi tomada, em relação aos fatos criminosos ali relatados, e a resposta da CORRREGEDORA NACIONAL NANCY ANDRIGHI, sempre foi parcial, alegando, que não tinha, nada a “PROVER”, pois essa omissão, faz a EX-CORREGEDORA, a incidir nos crimes descrito nos artigo: 13, 288, 299, 317 e 319 todos do Código Penal Brasileiro. (Prova verificar PP 0005456-67.2014 no site Pje do CNJ). 4)- Requer que a “IMPRENSA”, e toda “SOCIEDADE BRASILEIRA”, toma as PROVIDÊNCIAS, para, que essa, RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR, chegue ao conhecimento do CORREGEDOR NACIONAL, JOÃO OTAVIO DE NORONHA, de forma “PÚBLICA”, para as providências, não deixe essa família morrer diante dos olhos da “SOCIEDADE BRASILEIRA”. DAS PROVAS: DAS PROVAS: Para demonstração do alegado, requer como prova os autos das RECLAMAÇÃO DISCIPLINAR e os autos dos PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS sob. o nº. 000627.87-2007, 0002877-54.2011, 0003921-74.2012, 0005308-72.2012, 0002894-22.2013, 0005819-88.2013, 0005805-07.2013, 0002227-02.2014, 0005456-67.2014 e “0004098-72.2011.2.00.0000 que tramita junto ao CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. a)- Requer, que seja ACESSADO o site da página olhar jurídico com o tema: “JUIZ CONSEGUE NA JUSTIÇA BLOQUEIO DE VIDEOS QUE O ACUSAM DE VENDA DE SENTENÇA”, ou acesse o Site da página do ENOCK com o tema: “JUIZA EDILEUZA ZORGETTI MANDA RETIRAR VÍDEOS CONTRA JUIZ CAJANGO”. ou acesse a página do ENOCK, com o tema: “PAIXÕES DAS RUAS NÃO DEVEM ENCONTRAR GUARIDA NO MP” ou acesse o Site da página do BLOG DO ANTERO com o tema: PEDRO SAKAMOTO PEDE QUE ADVOGADO SEJA INVESTIGADO, ou acesse o Site da página da FOLHA-MAX, com o tema: “Janot pede apoio de procuradora de MT para novas fases da Operação Ararath”, para o Ministro CORREGEDOR JOÃO OTAVIO DE NORONHA, ver na área de comentário os últimos PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS feitos publicamente ao Procurador Geral “RODRIGO JANOT, para esclarecimentos e providência, que o caso requer. PEDE E ESPERA AS PROVIDÊNCIA. PORTO ESPERIDIÃO-MT, 20 DE AGOSTO DE 2017. AUREO MARCOS RODRIGUES. Reclamante.

  • Advogada | Sábado, 07 de Outubro de 2017, 16h03
    5
    0

    Pela investigação! Só assim se fará JUSTIÇA!

  • Paulo Custodio | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 20h31
    6
    0

    Dr Elarmim está certo

  • Paulo custodio | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 20h25
    5
    2

    Dr Elarmim está certo p

  • Sérgio | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 16h58
    10
    0

    Quadrilha quadrilha .quadrilha sou vítima desta quadrilha tem que mandar para CNJ esses bandidos de Cuiabá que pensam que são Deus

  • Sérgio | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 16h29
    10
    0

    Quadrilha quadrilha .quadrilha sou vítima desta quadrilha tem que mandar para CNJ esses bandidos de Cuiabá que pensam que são Deus

  • Krikor Kaysserlian | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 10h08
    4
    21

    A acusação é seria e, por conter afirmação de conduta incompatível com a função, terá que ser provada. Contudo, devo assinalar que o desembargador João Ferreira, na minha opinião, não teria a conduta de que foi acusado, tenho-o como um juiz que sempre teve conduta digna, o mesmo digo do desembargador Dirceu, que compõe o 5o constitucional da advocacia no TJMT.

  • BOB | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 10h02
    14
    4

    confio no dr ELARMIM.

  • O verdadeiro | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 09h07
    26
    1

    O Tj MT sempre foi um balcão de negócios.

  • Tom | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 08h57
    9
    5

    Arrebenta TJ c esse Elarmim!!! Fez carreira puxando o saco do PMDB e comprando desde estagiario, oficial de justiça e c recursos protelatorios!!! Arrebenta e arranca o dinheiro que ele fez passandos outros p trás!!! Escritório la so tem teia!!! Ta bom dms de arregaçar ca cara dele!!! Os fiote dele n dão conta nem de peticionar juntada kkkk

  • José Eduardo Fulbner | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 08h52
    16
    0

    Vejam como o mundo dá voltas: Hoje, se criarmos um ranking com as instituições mais podres em MT, certamente teremos a seguinte classificação( do mais podre para o menos podre) 1. Executivo(Pedro Taques) 2. MP (Curvo) 3. TJ( Sem um nome central) 4. AL ( Maluf e os filmados) 5. TCE( Os conselheiros afastados) 6. Prefeitura Cuiabá( Emanuel, ehhh Silvio) 7. Polícia (Lesco, Jarbas)

  • Advogado | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 07h59
    18
    0

    O advogado faz acusação grave de Desembargador corrupto e, o TJ/MT, faz de conta que nem é com ele, absurdo e, ao final, ainda defende o acusado. Só no MT mesmo.

  • Simone SP | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 06h19
    15
    0

    TJ MT continuam na modalidade Asafe um tira licença outro entra, pede vistas e apresenta voto feito, irão todos ao inferno pq aqui só se acobertar, eu resolvo aqui você segura ali, vergonha, acabam sempre tirando dos pobres e doando aos ricos, grileiros sem vergonha

  • Pedro Paulo Parente | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 01h56
    6
    2

    Espero que desta vez o Elarmin tenha provas porque quando acusou o Des. Atahide, na CPI do Judiciário, ele não tinha e um dos que pagou o pato foi o meu colega Lucídio que entrou na sanha lunática dele e hoje em dia não consegue passar em concurso pra Juiz, mais pode dar aula pra eles...

  • Manoel | Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017, 01h31
    6
    0

    Que merda hein, pô não sabia, to suspenso no próximo, cartão vermelho??? Que merda hein...

  • Wilson Martins | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 23h25
    53
    1

    Parabéns pela coragem Dr Elarmim Miranda. Os advogados (ao menos os honestos) que labutam pela Justiça, estão orgulhosos e motivados pela sua atitude. O senhor rompeu com o costume de leniência e passividade da nossa classe, certamente muitos o terão como referência e não aceitarão mais “engolir” calado esses crimes praticados por alguns membros do Poder Judiciário, que com a colaboração de Assessores e indispensávelmente por Advogados se prestam a esse tipo de expediente. Vamos passar a limpo o Brasil.

  • Curioso | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 22h10
    21
    24

    Pois é... Engraçado que o advogado só fez a acusação depois de levar ferro no voto do Des.

  • Gaucho | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 21h28
    31
    0

    Nem banho de soda salva.

  • Advogado | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 21h06
    44
    1

    Olha, não consigo entender a justiça, me desculpa, sinceridade, vendo essa história, a primeira coisa que passa pela cabeça é que o Des. Denunciado que se manteve no julgamento e ao outro colega de profissão que ao final lhe teceu elogios, devam ser investigado. Não tenho dúvida. Lembrando. O juiz tem o dever de oferecer garantia de imparcialidade aos litigantes. Não basta ao juiz ser imparcial, é preciso que as partes não tenham dúvida dessa imparcialidade.

  • ssssss | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 20h13
    58
    1

    AGORA SIM O TJ/MT COMEÇA A SER DESCOBERTO PELA POPULAÇÃO DO ESTADO. É SÓ A PONTA DO ICEBERG ESSA DENÚNCIA...E AGORA, NOBRES JULGADORES ?

  • Seko | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 19h02
    43
    1

    Nao tem jeito... estamos entregues...

  • joao | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 18h18
    26
    5

    Vou reproduzir o que o Cruz Credo falou abaixo, mais cirúrgico e preciso impossível: Eis o motivo da fúria contra os envolvidos no processo dos grampos. O Procurador Turim está corretíssimo. Tá aí o motivo de toda a revolta do judiciário com essa história de grampo. Pro povão entender todo esse auê.

  • Wagner | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 18h10
    59
    0

    Não é mais novidade isto ocorrer num PLENO . Há pouco ,aconteceu no Paraná . O que acho pior ,é a atitude ,ou falta dela nos demais membros . Encaram a fala do Advogado com naturalidade ,como algo corriqueiro. O que me passam é a impressão de estarem acostumados uns com os outros ,neste tipo de acusação . Notem que o advogado insiste ,mas qual ,eles desdenham da acusação ,certos de que nada acontecera . E nada aconteceu ,a ¨conversa¨seguiu firme ,com tosses ,pitos no advogado e sorrisos amarelos . A Justiça realmente é cega . CEGA , SEM-VERGONHA e CORRUPTA !!!

  • Raphaela | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 17h59
    35
    8

    Tem que prender imediatamente, encaminhe a denúncia ao Dr. Perri

  • Advogado | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 17h36
    44
    1

    CNJ nele, agora não pode é jogar merda no ventilador e sair pela tangente. A denúncia é grave e tem que provar.

  • Feminino | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 17h14
    37
    3

    Instaure sindicância , entaõ o Des. Dirceu, terá como se defender.

  • André | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 16h53
    15
    63

    Vocês que me desculpem, mas ninguém percebeu como são fracos os argumentos do advogado? Só porque os desembargadores votaram de uma determinada maneira, contra o pedido do advogado, podem ser automaticamente suspeitos de corrupção? Houve excesso do advogado!

  • país de gente omissa e pacata | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 16h38
    46
    3

    Há neste Estado um lugar que fede, fede muito!!!! E consome muito dinheiro do pobre povo sofrido. Por isso admiro quem teve a coragem de, possivelmente, mandar gravar uma pessoa desse lugar fedorento. Quem tentou gravar está errado, é criminodo? Não. Errados somos todos nós mato-grossenses que não fazemos nada. Se isso acontece é porque o povo tem medo. Poder nenhum pode ter tanto poder.

  • Vovózica | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 16h04
    57
    4

    Enquanto não LAVAR o Judiciário com agua sabão e álcool , não vai adiantar NADA !!!

  • Claudio Ribeiro | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 15h55
    58
    1

    Esse Des Dirceu é famoso...!!!

  • raul 01 | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 15h33
    64
    5

    Só pelas tocinhas nas falas dos desembargadores já dá pra perceber que tem algo de errado. Mas como temos lá dentro o desembargador Perri com certeza ele vai pedir pra investigar essa denúncia feita pelo Adv Elarmim.

  • observador.com | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 15h14
    75
    2

    Sociedade matogrossense! O TJMT sempre foi e sempre será corporativista! Intervenção do STF no TJMT já! OAB...não deixe barato!!!

  • carlos | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 15h04
    94
    1

    Na delação de Silval Barbosa foi dito que fulano de tal tinha recebido propina, o MP pediu investigação e condenação, agora este advogado deixou bem claro que os desembargadores também receberam PROPINA. Agora será que o tratamento será o mesmo?

  • CLEVER | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 15h03
    78
    4

    SE DEPENDER DO JUDICIÁRIO INVESTIGAR NÃO VAI DAR EM NADA.. VAI FICAR EMBAIXO DO TAPETE...OU VCS ACREDITAM NESSA HISTORIA ENCANTADA.

  • Thiago Ramos | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 15h00
    34
    2

    Rapaz!

  • Mário Figueiredo | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h49
    54
    0

    As mazelas dos executivos e do legislativo estão sendo expostas pelo pais afora... já passou da hora de abrir a caixa preta do judiciário! Podia começar com as aposentadorias compulsórias...aí viriam as delações premiadas...

  • Henrique Lopes | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h47
    56
    0

    Tem que passar a limpo o judiciário. A corrupção sobrevive graças a conivência de muitos juizes, desembargadores e infelizmente de alguns ministros.

  • Cruz credo | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h36
    43
    7

    Eis o motivo da fúria contra os envolvidos no processo dos grampos. O Procurador Turim está corretíssimo.

  • Othon Fialho Blessmann | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h34
    60
    0

    Na legislação do imposto de renda a um dispositivo que determina investigação em havendo sinais de riqueza,incompatíveis com o rendimento.Não estou afirmando que o é caso aqui relatado,i,mas considerando tantas acusações divulgadas ultimamente,porque não se averiguar:a residência está de acordo com o ganho; e os veículos; e casa no Manso? e a casa na Chapada? e o apartamento no RIo? E as viagens.Em alguns mandados de prisão e de busca e apreensão recentemente cumpridos me chamou atenção o endereço onde executados.Endereço não adequado a funcionário público,muito embora sempre possa haver uma herança;um sogro rico,etc.Em uma averiguação há de ser constatado o realmente usufruído,pois muitos bens são colocados em nome de sogra;cunhada;doméstica.etc.

  • Cuiabano | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h24
    58
    1

    No mínimo tem que ser apurada a denúncia! Depois vem uma investigação do CNJ e o TJMT fica tentando justificar batom na cueca para a sociedade! É duvidoso como sempre...

  • CLEVER | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h23
    35
    1

    VAMOS ACREDITAR AGORA NO MISTER M..,,,,,,,,,

  • CLEVER | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h19
    43
    2

    VAMOS ACREDITAR EM QUEM? NINGUÉM.........................

  • João | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h11
    76
    3

    Até que enfim vem tona. Muda Brasil

  • alipio souza | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 14h05
    112
    8

    Os desembargadores patrolaram o dr. Elarmim. De uma forma abusiva, autoritária e fascista. Se o dr. Elarmim está afirmando que o desembargador Ferreira recebeu propina cabe ao TJ, ao menos, abrir uma sindicância e não apenas proteger os bandidos amigos. Espero que isso dê repercussão nacional, pra acuar essa corja.

  • Alencar | Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 13h37
    101
    2

    Dá Nojo. E agora??? Ouve uma acusação e qual a manifestação do TJ???Vai apurar???Quem está mentindo???

INFORMES PUBLICITÁRIOS

MAIS VÍDEOS