22 de Setembro de 2019,

Política

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Sexta-Feira, 24 de Maio de 2019, 22h:57 | Atualizado:

EFEITOS DA CRISE

Calamidade financeira faz Estado suspender construção de escola para 1,6 mil alunos

Unidade seria construída na cidade de Barra do Bugres


Da Redação

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A secretária de Estado de Educação, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, determinou que a Construtora São Valentin LTDA-ME paralise, por tempo indeterminado, as obras de construção de uma escola no bairro Nova Maracanã na cidade de Barra do Bugres (163 km de Cuiabá). A secretária elencou como razão da suspensão a situação de calamidade financeira, cujo decreto foi aprovado pela Assembleia Legislativa em janeiro deste ano.

O contrato entre Estado e empresa foi assinado em R$ 4,8 milhões no mês de junho de 2018. A unidade atenderia 1,6 mil alunos nos três turnos nas 18 salas contando com refeitório com cobertura isotérmica sobre estrutura metálica, quadra poliesportiva com cobertura de aço.

A portaria foi assinada na terça-feira (21). “A Secretaria de Estado de Educação, por intermédio da Superintendência de Infraestrutura Escolar, determina que a empresa contratada paralise por tempo indeterminado, a execução e dos serviços referentes ao contrato supracitado, em razão da situação de Calamidade Financeira no âmbito da Administração Pública Estadual, conforme artigo 1º do Decreto de nº 07, de 17 de janeiro de 2019”, determinou.

A empresa foi contratada para construir salas de aula e refeitório, além de quadra poliesportiva em estrutura metálica. Além disso, a São Valentin também foi contratada para adequar o espaço escolar às exigências de acessibilidade e instalações de segurança, como prevenção e combate a incêndio e pânico.

A empresa também deveria realizar instalações hidrossanitárias e drenagem, instalações elétricas e sistema de proteção contra a descarga atmosférica, popularmente chamado de para-raio. No mesmo diário, a secretária determinou que a mesma empresa, Construtora São Valentin LTDA-ME, retome as obras referentes à outra escola, a Estadual Júlio Müller, também na cidade de Barra do Bugres.

As obras também estavam paralisadas por indisponibilidade orçamentária e financeira. Neste caso, o contrato firmado entre Estado e empresa foi firmado em R$ 2,6 milhões e que já recebeu aditamento de R$ 855,8 mil, totalizando R$ 3,4 milhões.

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Comentários (6)

  • Ares | Sábado, 25 de Maio de 2019, 08h06
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    E os comedores de pão com mortadela ainda queriam soltar o presidiário para elege lo como presidente do Brasil e lançaram outro candidato com a ficha mais suja que pau de galinheiro com 32 processos na justiça amaldiçoado seja o pt com seus lacaios destruiu o Brasil crise inflação corrupção criminalidade desemprego são as heranças do maldito pt

  • alexandre | Sábado, 25 de Maio de 2019, 07h42
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    Mas está fazendo mega estacionamento no centro político..

  • Albert carlos | Sábado, 25 de Maio de 2019, 06h59
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    Tudo balela, isso para fazer terrorismo para ferrar, esse cara vai passar 4.anos falando a mesma coisa, e.nao fazer nada, ele achava q era fácil.governar um estado como mato grosso, agora fica ai chorando pelos cantos, agora é tarde

  • George Santos | Sábado, 25 de Maio de 2019, 06h48
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    Hipocrisia, é a palavra para esse governo. É só alguma categoria apontar indicativo de greve que começa ladainha demagógica. Não tem dinheiro pra isso, não tem dinheiro pr'aquilo..." Todos tem que dar sua parcela de contribuição..." Onde está as parcelas do TJ, assembléia, TCE, MP e demais poderes? Só o executivo tem que ser penalizado? Francamente.

  • José | Sábado, 25 de Maio de 2019, 06h18
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    Porque não pede para o Guilherme Maluf e Pedro Taques Nilson leitão e companhia devolver o dinheiro roubado da educação aquele roubo da operação Sodoma cade o MP cade a justiça

  • CIDADÃO MATOGROSSO | Sábado, 25 de Maio de 2019, 04h27
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    #VOLTA PEDRO TAQUES!!!

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