19 de Janeiro de 2020,

Política

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Sábado, 07 de Dezembro de 2019, 12h:42 | Atualizado:

HOSPITAIS EM CRISE

Cuiabá carrega saúde nas costas, diz Emanuel


Gazeta Digital

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Ao apontar a saúde pública municipal como prioridade, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) rebateu ao  na última semana às críticas envolvendo os valores repassados ao Hospital Geral. O gestor apontou, ainda, a dívida da saúde que o Estado tem com a prefeitura.

Conforme divulgado, o Hospital Geral paralisou os atendimentos de cirurgias eletivas e novos pacientes para internação na Unidade de Terapia Intensivas (UTI) por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e cobrou da prefeitura os valores já repassados pelos governos federal e estadual.

Entretanto, o emedebista listou toda a estrutura de saúde pública que tem que gerir, inclusive os hospitais conveniados. De acordo com Emanuel, a dívida do governo do Estado – que atualmente gira em torno de R$ 30 milhões, mas a prefeitura estima entre R$ 40 milhões – dificulta o atendimento e manutenção das unidades de saúde. “Cuiabá carrega nas costas a saúde do estado. Então enquanto o estado não paga, eu priorizo a saúde publica, 100% pública. Enquanto tenho condições, faço os repasses pros hospitais privados, que são os conveniados, como é o caso do HGU. Inclusive, o Hospital Geral é um hospital que respeito muito”, comenta. 

O prefeito ainda afirma que chegou a contra notificar o governo esta semana por conta da dívida. “Só Deus, eu e minha equipe sabemos como tenho me esforçado e sofrido muito para manter a saúde em pé”. Em setembro, deste ano, outra notificação também foi cobrada.

Pinheiro relata que uma parcela, no valor de R$ 13 milhões foi repassada. Porém, mesmo que tenha feito propostas de parcelas, o prefeito afirma que o governo do estado tem dificultado as relações para sanar a dívida. “A divida que era de R$ 54 caiu para R$ 30 milhões, só que existe R$ 14 milhões que Cuiabá tem, tudo documentado. O estado deve mas não reconhece. O que eu propus: vamos chamar duas equipes técnicas, essas equipes sentam a mesa, fazem o acordo de contas e veja se deve, se não deve, quanto que deve, quanto que não deve”, atualiza o gestor.

Com este valor, o prefeito ainda calcula o que poderia ser feito para a saúde pública. “Se o estado me repassar esse dinheiro hoje, eu reformo e amplio a saúde bucal de todas as unidades deterioradas e quase que abandonadas, arrebentadas mesmo. É muito dinheiro. Com isso eu termino mais cedo a UPA do Leblon, com esse recurso que está programado pro aniversário de Cuiabá do ano que vem”, analisa.

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Comentários (4)

  • Djuca Paletó | Sábado, 07 de Dezembro de 2019, 21h51
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    Nas costas ou no Paletó?

  • RENATO | Sábado, 07 de Dezembro de 2019, 17h50
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    ESSE EMANUEL É UMA VERGONHA, LADRÃO, MENTIROSO E USA A PREFEITURA PRA PREJUDICAR A QUEM A ELE NÃO SERVE... VAMOS PAGAR AS EMPREITEIRAS PREFEITO...

  • Moreira | Sábado, 07 de Dezembro de 2019, 16h22
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    Se a saúde é prioridade pra ele e está do jeito tá, imaginam se não fosse prioridade então.

  • Analista Politico | Sábado, 07 de Dezembro de 2019, 14h30
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    e o dinheiro no Paletó

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