22 de Novembro de 2019,

Política

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Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 10h:47 | Atualizado:

CRISE

Deputado discorda de possível Estado de calamidade


A Gazeta

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Membro da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária na Assembleia Legislativa, o deputado José Domingos Fraga (PSD) avalia não haver necessidade de o governador Mauro Mendes (DEM) decretar estado de calamidade pública em Mato Grosso. Ele explica que, apesar da crise financeira e fiscal, o governo pode recorrer à Reserva de Contingência, uma dotação orçamentária global destinada a atender riscos fiscais imprevistos.

Segundo Zé Domingos, o valor dessa reserva na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano aumentou em vista do que foi previsto no orçamento do ano passado. “Existe um desequilíbrio econômico, mas o governador tem a reserva de contingência e outras medidas, como reforma administrativa e novas receitas”, argumenta o parlamentar.   

Conforme ele, na LOA de 2018, a reserva de contingência era de R$ 155 milhões, o que representava 0,76% do orçamento total, avaliado em R$ 20,3 bilhões. No projeto de LOA encaminhado pelo próprio Mendes, a reserva subiu para R$ 506 milhões, o que é 2,63% do orçamento total deste ano, R$ 19,2 bilhões.   

O deputado ainda ressalta que essa medida de decretar estado de calamidade pode afugentar investidores. “Teremos uma safra recorde esse ano e quem quer investir fica inseguro sabendo que o Estado está em calamidade. A reserva de contingência é suficiente para fazer frente aos problemas”.   

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Comentários (7)

  • Davi | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 13h39
    4
    0

    Manter um secretário de finanças incompetente e responsável pela atual situação fiscal do estado de Mato Grosso é no mínimo incoerente.

  • Analista Politico | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 12h32
    2
    0

    Este Deputado tem a obrigação de explicar como ficou milionário, com fazenda em Nobres, só com salário de Deputado.

  • Pacufrito | Domingo, 13 de Janeiro de 2019, 10h41
    3
    0

    Quem é este imoral para falar de crise. Este é um que aparece nas gravações recebendo mensalinho do ladrao Silval Barbosa, que moral tem este senhor para falar de crise, na verdade se tivéssemos um Judiciário isento, ele estaria na cadeia.

  • Um homem comum | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 18h55
    2
    2

    Temos que eleger um servidor do executivo a governador de MT. Passou da hora.

  • Cadê o 13° | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 14h45
    13
    1

    Caos no ESTADO x Servidores do Executivo Prejudicados Logo no Início do ano de 2019 recebemos várias notícias sobre a situação caótica do Estado, que conforme dados da Sefaz/MT possui dívida bilionária, entre fornecedores e etc... Eu refleti hoje porque essas crises não atingem o POder JUdiciário, muito menos o Legislativo. Todos eles recebem seus salários em dia, menos NÓS do Executivo que fazemos a Maior parte do Trabalho e traz vida á Máquina Pública! Engraçado também que o Estado há muitos anos diz que está quebrado e quem explica este rol de gastos e corrupções? "Como vamos recuperar as fraudes referente a caravana da transformação; a operação Rêmora por desvio de R$57 milhões na SEDUC; operação Bereré por desvio de R$30 milhões no Detran; operação Grampolândia na segurança pública usada para chantagear adversário; delação de Alan Malouf sobre Brustolin e vários secretários com R$50 mil/mês por fora; mensalinho R$100 milhões por dentro para os deputados; rombo de R$4 bilhões no caixa e desvio de $230 milhões do fundeb; desvio de R$1,2 milhões no fundo de trabalho escravo; desvio e apropriação de R$300 milhões dos municípios; desvio e apropriação de R$300 milhões dos poderes; aumento de $2 bilhões nos Incentivos Fiscais; aumento de milhares de cargos políticos comissionados, aumentou da folha de pagamento pela contratação de mais de 10.000 pessoas; uso da justiça para proteger seus amigos e secretários conforme disse o cabo gerson; delação de Alan Malouf tratando de 12 tipos de corrupção entre elas os $10 milhões de caixa 2 administrados por Alan Malouf e Julio Modesto; licitação irregular de 11 bilhões para transporte interestaduais; desvio de R$58 milhões em pontes na SINFRA; $300 milhões em vantagem cobrada de quem recebeu antecipado no decreto do bom pagador; crédito de R$100 milhões para o primo Paulo Taques; maracutaia com a juiza candidata para ferrar o silval e a familia dele. Além disso, apropriação indébita de R$70 milhões descontado dos salários dos servidores públicos para pagar empréstimos consignados e estouro da folha pagando vantagens para apaniguados políticos." É MUITA SUJEIRA, e os servidores e cidadãos pagam a conta. Somos servidores público e precisamos do nosso salário para sobreviver. Ninguém nos deu vaga no serviço público, não fomos eleitos ou indicados por alguém; trabalhamos com dedicação; nossa estabilidade não é um privilégio - ela tem previsão legal e visa à proteção do servidor público concursado, para que possa atuar com independência, técnica, competência e seguindo os princípios morais, éticos e legais da Constituição Federal, SEM O RISCO DE SER PREJUDICADO por interesses espúrios ou assédio moral. NÃO TEMOS DIREITO A FGTS. O percentual para a Previdência (aposentadoria) já vem descontado do meu salário. Concurso público é para todos, qualquer um pode participar basta se inscrever e ser aprovado. -É INJUSTO e COVARDE ver campanha na mídia desmoralizando os servidores públicos, estáveis ou não; - Se o governo está em crise, a culpa não é de quem estudou e passou em concurso público; - NÃO SONEGAMOS IMPOSTOS. -Do nosso salário é descontado 27% para o IMPOSTO de RENDA, achando pouco, querem aumentar para 35%. - A crise nas finanças públicas é resultado de corrupção, renúncias fiscais, inadiplência dos grandes devedores, uso indevido da finalidade e a má administração dos recursos públicos. - Não se deixe enganar! A crise econômica é política, a falta de acesso à saúde, ao ensino e à segurança pública e aos demais serviços por parte da população NÃO É CULPA dos servidores públicos. Nós trabalhamos com empenho e dedicação. E o pior, grandes empresas e bancos sonegam impostos e têm suas dívidas perdoadas. Nosso governador foi eleito com votos públicos.........E agora. Colegas servidor(a), ativo ou inativo, copie, edite e repasse esta mensagem!

  • Grampos e fuxicos | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 12h26
    12
    1

    Mm fasendo terrorismo se não resolver os problemas daqui a 4 anos passará vergonha que nem o Taques. Nunca vi um governo novo deixar o mesmo secretário de finanças! Mto estranho!

  • Teka Almeida | Sábado, 12 de Janeiro de 2019, 12h03
    14
    1

    Então a Reserva de Contingência pode aumentar ainda mais, se o digníssimo devolver a dinheirama que colocou na caixa juntamente com o Ezequiel, divulgada amplamente em rede estadual e depois nacional, já ajuda. Isso o que sabemos, fora o que ainda está encoberto. E ai vai devolver?????

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