07 de Dezembro de 2019,

Política

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Sexta-Feira, 29 de Novembro de 2019, 14h:40 | Atualizado:

FALTA DE PROVAS

Justiça arquiva inquérito contra deputado por "caixa 2" de campanha em MT

PF concluiu que não havia materiais de que crime havia sido cometido


Da Redação

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O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) está livre de um inquérito policial aberto contra ele por suposta prática de caixa dois durante a campanha à Prefeitura de Cuiabá, em 2016, quando acabou derrotado pelo atual prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB). A decisão é da segunda-feira (25) e foi expedida pelo juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, da 51ª Zona Eleitoral do TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

Esse procedimento foi aberto pela PF (Polícia Federal) por causa da denúncia de que Wilson contratara Ely José de Souza Dias, o Ely Santantonio, para a campanha, mas teria omitido os pagamentos da prestação eleitoral de contas. Para os agentes da PF parecia um forte indício de falsidade ideológica eleitoral.

Acontece que a própria força policial seguiu investigando o suposto ato e, no relatório final do inquérito, concluiu que não havia provas materiais do virtual crime e também de que não havia qualquer outro indício dos aludidos pagamentos. Ato contínuo, o MP (Ministério Público) Eleitoral foi instado a se manifestar e exarou parecer pedindo o arquivamento do procedimento por falta de provas.

“Em face de todo o exposto, o Ministério Público Eleitoral segue o mesmo entendimento exposto no relatório policial de folhas 83/84 e promove o arquivamento do presente feito, com as baixas e cautelas de estilo, ante a ausência de materialidade e autoria, observando-se, as disposições do artigo 18 do CPP [Código de Processo Penal]”, escreveu o magistrado, justificando a motivação para assentir ao pedido do braço eleitoral da Procuradoria da República por falta de materialidade do indício de delito.

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Comentários (2)

  • Caveira | Sexta-Feira, 29 de Novembro de 2019, 17h32
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    Kkkkkkk aproveitou a Black Friday do judiciário

  • José | Sexta-Feira, 29 de Novembro de 2019, 15h46
    1
    0

    Tem que arquivar mesmo 3 anos depois de que adianta julgar considero muita agilidade do TRE que é uma vergonha daqui a 3 anos vai dizer o processo por compra de votos do Avalone também foi arquivado?

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