Política Quarta-Feira, 07 de Maio de 2014, 18h:49 | Atualizado:

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Lideranças da base já consideram que PR está na oposição

 

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A indefinição do Partido da República (PR), presidido pelo deputado federal Wellington Fagundes, de permanecer ou não caminhando com a base governista em Mato Grosso nas eleições deste ano continua. Porém, algumas lideranças dos partidos que trabalham para indicar o candidato do grupo já consideram que o PR está com a oposição, ao lado do senador Pedro Taques (PDT). Essa é a leitura do ex-vereador Lúdio Cabral (PT), pré-candidato da sigla petista. O presidente do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, até mandou um recado a Fagundes dizendo que cada um faz o que quer, mas precisa estar consciente de que tudo tem um preço.

Bezerra, ao comentar a situação de Fagundes que vem mantendo diálogos também com a oposição e participando de reuniões com o senador Pedro Taques, disse que o preço de cada decisão será pago em outro momento para a população, insinuando que o eleitor nãop esquecerá que o PR esteve por 12 anos no governo. 

Já Cabral brincou com o ditado de que em política tudo é como nuvem, muda constantemente. "Basta olhar para o céu e enxergar o formato das nuvens hoje para saber qual será a posição do PR”. Depois emendou: “Infelizmente, os sinais, a postura neste momento, é no mínimo de quem está com um pé aqui e outro lá”.

Na contramão de Bezerra e Lúdio, o pré-candidato ao governo Chico Daltro (PSD) nega um possível racha dentro do PR, onde parte dos detentores de mandatos na Assembleia Legislativa estariam articulando a ida do partido para o grupo de oposição. Ele destaca que, por enquanto, o PR continua na base e segue participando de todas as reuniões, discucutindo a construção da chapa majoritária e proporcionais.

O fato é que desde que o senador Blairo Maggi reafirmou em coletiva no final de abril que não é candidato e liberou o partido para escolher qual candidato apoiar, que Wellington Fagundes intensificou as conversas com o grupo de Taques. Daltro disse que não haverá, pelo menos por parte do PSD, uma cobrança contundente para os republicanos se decidirem de que lado vão ficar. “A nós não cria um desconforto. E, quem se deixar levar por desconforto, talvez precisa andar mais na caminhada do processo político eleitoral e definição de candidaturas. Não vamos preocupar com vontade de ninguém. Aqui nós temos a presença do núcleo do PR permanentemente nas reuniões conosco, discutindo a definição de nossa chapa. Então nós computados aqui o PR”.

Sobre a postura de Fagundes, Chico Daltro também amenizou a situação. “O que ele ele conversa conosco aqui está nos satisfazendo e vamos continuar conversando com ele porque o nível de conversa do PR satisfaz a nossa coligação”.





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