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Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018, 11h:16 | Atualizado:

AGENDA LOTADA

PF avisa ao STF que tem dificuldades em colher depoimento de senador de MT

Fagundes foi citado no inquérito que investiga o Decreto dos Portos

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A Polícia Federal tem encontrado dificuldades em colher depoimento do senador Wellington Fagundes (PR), citado no inquérito dos Portos. A informação é do site da Revista Época.

Segundo a publicação, a PF comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o problema para colher o depoimento. Como detém foro privilegiado, Wellington pode escolher a data para depor. “De acordo com a polícia, Fagundes alegou dificuldade de agenda”, diz a publicação.

Fagundes é mencionado no pedido de abertura de inquérito encaminhado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme o documento, com base em apurações da Polícia Federal, no âmbito da “Operação Lava Jato”, houve suposta prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por meio do Decreto dos Portos, que prevê, entre outras medidas, a concessão do sistema por até 70 anos às empresas arrendatárias.

Ligações mantidas entre o senador mato-grossense e o ex-deputado e ex-assessor do presidente Michel Temer (PMDB), Rodrigo Santos Rocha Loures (PMDB-PR), são anexadas no pedido de abertura de inquérito. Na época, Loures, era interceptado pela Polícia Federal. Nos diálogos, que ocorreram em maio de 2017, o senador trata sobre o Decreto dos Portos.

O presidente Michel Temer (PMDB), também citado no inquérito, respondeu a perguntas determinadas pela Polícia Federal. A PF questionava se Temer foi procurado por Wellington Fagundes para falar sobre o decreto. 

A Polícia Federal também perguntou se o senador defendia a inclusão de solução das concessões dos contratos pré-93 no novo decreto. “Não fui procurado pelo senador Wellington Fagundes para tratar sobre o novo Decreto dos Portos”, afirmou o presidente, em resposta ao questionamento.

A PF também questionou o motivo de Gustavo Rocha e Beto Mansur terem dito, durante diálogos com Rocha Loures, devidamente autorizados pela Justiça, que a inserção da questão pré-93, tanto defendida por Rocha Loures, Beto Mansur e Wellington Fagundes, seria uma "exposição" para o presidente. Em resposta, Temer afirmou que a “normatização trazida pelo novo Decreto não é ilegal. Considerou-se que a inserção dos contratos anteriores a 1993 não possuía respaldo jurídico para serem alcançadas pela prorrogação do prazo. Por esta razão, as concessionárias anteriores àquela data não foram incluídas”.

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Comentários (2)

  • silvio | Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018, 14h38
    2
    0

    Foge mais que rato no mato!!! Mas não é tão difícil assim ....... não pega porque não quer ............. troca de comando na PF ....... amigo do Temer........ eita Brasil lugar bom de viver e ser politico, kkkkkkkkkkkk.

  • João | Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018, 11h25
    6
    1

    Da um berere que vai

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