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Quarta-Feira, 19 de Fevereiro de 2020, 08h:45 | Atualizado:

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Pré-candidato ao Senado, deputado conversa com esquerda e direita em MT

Leonardo Albuquerque garante ter aval de Paulinho da Força, principal liderança do Solidariedade no Brasil


Da Redação

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O deputado federal Doutor Leonardo Albuquerque (SDD) assumiu que quer ser candidato ao Senado na eleição suplementar marcada para o dia 26 de abril, mas condiciona isso à formação de um arco de alianças com vários outros partidos. Ele garante que tem apoio total do Diretório Nacional da legenda, presidida por Paulinho da Força (SDD).

A principal credencial seria sua estreia no Congresso Nacional. “Eu fiz um mandato no primeiro ano muito intenso. Aprovamos leis, e isso é inédito no país, 10 meses com aprovação de leis. Um mandato federal, graças a Deus, equilibrado, de muito trabalho, honesto, franco, de participação social. Isso fez com que o partido nos credenciasse à nacional, que solicitou nossa participação nessa discussão, colocando nosso nome como pré-candidato ao Senado”, disse em entrevista ao Programa Resumo do Dia.

No entendimento dele, a única maneira de vencer é manter a calma e “ouvir a população“, porque não adianta querer impor uma chapa por mera sede de poder ou achar que dinheiro simplesmente ganha eleição.

“Estamos num momento que o Senado da República é o cargo mais importante deste país, mais que o presidente e pouca gente sabe disso”, disse.

Inicialmente as conversas estariam avançadas com forças progressistas como PSB, Rede, Pros, PC do B, PT. “A eleição majoritária é como se fosse eleição pra governador, sozinho, e graças a Deus eu tenho apoio do partido na nacional, tenho autorização desde o início, agradeço nosso presidente nacional José Carlos do Pátio, estamos conversando com os partidos de centro-esquerda”, continuou.

Porém, não há exclusão dos nomes mais conservadores, pois, disse textualmente, existe outra possibilidade, formada por PSDB, PDT, DEM e Patriotas. “Existem diversas linhas e correntes, então, fico muito satisfeito de poder hoje dialogar com diversos partidos para a construção de uma pré-candidatura ou no mínimo juntarmos uma agenda necessária para o Estado de Mato Grosso e possamos reforçar e ter força no Senado Federal”.

Na Câmara, ele manteve a atuação iniciada na Assembleia Legislativa, calcada em demandas da saúde pública. Ele é o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde (ASC) e Agentes de Combate às Endemias (ACE).

“Então me coloco à disposição da sociedade que, se assim entender, estaremos à disposição como sempre estive, como um soldado. Mas é uma eleição majoritária, precisamos de discussões, de um arco de alianças, não adianta querer poder por poder, não adianta sair porque quer sair, não existe isso”, garantiu.

Para ele, não há contradição na busca por arcos nos dois lados mais polarizados do Brasil de hoje, porque o momento social é delicado e por isso o mais importante é conciliar e conseguir uma convergência de agenda mínima para qualquer um que queira ser senador e estiver à disposição.

“Eu coloco o meu nome à sociedade mato-grossense, que se assim bem entender, estaremos juntos nesta luta, mas estaremos discutindo o processo, estaremos juntos construindo esse representante que deverá ocupar essa cadeira a partir do dia 26 de abril”, encerra.

 

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