15 de Setembro de 2019,

Política

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Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 05h:16 | Atualizado:

MOVIMENTO ENFRAQUECIDO

Profissionais da Educação param e Mauro Mendes encara a primeira greve

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O governador Mauro Mendes enfrenta, a partir desta segunda-feira (27), a primeira greve de sua gestão promovida pelos profissionais da educação pública, que pedem reajuste salarial, melhoria na infraestrutura e concurso para a categoria, que  hoje conta com quase 40 mil profissionais.

Apesar de o governo ter estreitado o diálogo com os profissionais, em reunião na última sexta-feira (24), não houve avanços.

De acordo com dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), foram apresentadas propostas de onde os recursos podem sair para cobrir os investimentos na educação. “É necessário vontade política para o cumprimento das leis (Lei nº510/2013), ignoradas pelo governador Mauro Mendes”, destacou o Sintep. 

A lei citada trata dos subsídios dos profissionais, que devem ser realinhados sobre as atuais tabelas, a título de ganho real e nos percentuais relacionados. Para 2019, a lei previa um reajuste de 7,69% a partir de 1º de maio, o que não foi feito. 

No entanto, o secretário de Estado de Gestão e Planejamento, Basílio Bezerra, informou que após um levantamento feito pela pasta, o aumento para os profissionais da Educação refletiria também na obrigação de aumentar o subsídio de outras categorias. “Servidores da Secretaria de Meio Ambiente (5,5%), a partir de junho, e do Grupo de Tributação, Arrecadação e Fiscalização (4,0%), a partir de julho. Esses reajustes impactariam a folha salarial do Executivo em mais de R$ 200 milhões até o fim do ano, causando um descumprimento ainda maior da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o que traria sérias consequências à população”, explicou a secretaria. 

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, também participou da reunião e tentou sensibilizar os profissionais, dizendo que as reivindicações são legítimas, mas que, no momento, o Governo não pode cumpri-las integralmente.

 

 

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Comentários (7)

  • vlademir alves de souza | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 12h21
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    Como servidor publico do apoio administrativo educacional vigia, cumpro meu deveres, e somente quero que seja respeitado o que meu é direito. Como formador de opinião não estou aqui para falar que governo "A" ou "B" etc... todas as vezes que elegemos esses administradores e para eles cumpra o seu papel. Eu sou a politico, não me interessa quem esteja no comando, quero que faça respeitar os direitos e deveres. portanto faço parte dessa luta. sobre opinião terceiras aqui no grupo cada um fala quer, mais reponde por seus atos depois.

  • ivo | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 10h55
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    Pacufrito, TIRA O PA E EXECUTA O RESTO. VC DEVE SER MAMA OVO DE MM OU GANHA MUITO PARA BENEFICIA-LO.

  • Lambarifrito | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 10h19
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    o que mais me impressiona é a inveja alheia desses servidores. Uma porrada de gente que nao tem a ver com a paçoca vem aqui so pra criticar. Sou autonomo, tenho minha micro empresa e sou feliz. Não fico aqui reclamando pq nao passei para policia em 2002. Abri meu negocio, trabalho e ainda gero emprego e torço para os servisdores pq meu negocio depende do ganho deles.

  • consciente | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 09h36
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    Muitos profissionais da educação, ou seja, educadores conscientes não aderiram à greve, muitas escolas funcionando parcialmente, seria o caso do governador autorizar estas escolas a contratarem substitutos a fim de não prejudicar os alunos das salas dos grevistas. Que ele desconte os dias parados dos inconsequentes para fazer face ao pagamento dos substitutos.

  • alexandre | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 09h08
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    Para os Poderes, tudo, para o executivo Grilhões...

  • Albertina Almeida Aposentada | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 08h51
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    Nada mais natural. Ate nos da iniciativa privada vemos como ele trata esses servidores dele!

  • Pacufrito | Segunda-Feira, 27 de Maio de 2019, 08h42
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    Vão trabalhar cambada, chega de achacar a sociedade, quem não esta contente, saia, vai procurar trabalho em outro lugar, o estado paga o terceiro melhor salario a estes profissionais, e quando falamos de qualidade, o estado não esta nem entre os 10 melhores, UMA VERGONHA, O BRASIL, O ESTADO ESTA QUEBRADO e estes ditos servidores, que servidor não tem nada, querem mais e mais, mesmo sabendo que não tem mais dinheiro e que a população cansou de pagar impostos. CHEGA. vai chegar o dia em que a sociedade vai se revoltar com estes greves, que sai perdendo mesmo são os alunos e seu familiares. BASTA.

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