15 de Agosto de 2020,

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Sábado, 27 de Janeiro de 2018, 13h:09 | Atualizado:

SEM TRATAMENTO

Idoso com problemas de saúde pede ajuda


Gazeta Digital

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Dois anos após ter sido diagnosticado com diabetes, o aposentado Simião Portela de Siqueira, 68, tem vivido um drama com a doença que agravou outros problemas de saúde, como a pressão alta, insuficiência cardíaca e respiratória. A família, composta pela mulher, 2 filhas, 1 genro e 4 netos, pede ajuda para conseguir um tratamento de saúde para o patriarca que antes fazia de tudo para não deixar faltar nada em casa com os trabalhos de borracheiro e caminhoneiro.

Atualmente, Simião vive acamado por conta de dores, inchaços e machucados que não cicatrizam. Morador do bairro Nossa Senhora da Guia, em Várzea Grande, já deu entrada várias vezes no Pronto-Socorro do Município e na semana passada chegou a ser atendido no Pronto-Socorro da Capital, mas logo recebeu alta.

“Ele estava com muita dor e minha sogra ligou para o Samu. Levaram ele para Cuiabá, fizeram uns curativos e deram alta. A situação dele está crítica, não consegue mais andar, tá com a barriga d’água, sente muitas dores, tem pequenos machucados na perna que não saram, ele precisa de um tratamento para estabilizar tudo isso, não é normal”, diz o genro Sergio Roberto Silva Martins, 36.

Composta apenas pela aposentadoria de Simião e do genro que trabalha fazendo bicos em marcenaria, a renda familiar não tem dado para suprir as necessidades do aposentado. Segundo Letícia Siqueira, 26, o marido é quem ajuda o pai com a compra de fraldas e medicamentos. “Muitas vezes contamos com a ajuda de vizinhos que nos dão alguma comida, dinheiro para comprar fralda e remédio. Como tem 2 empréstimos na aposentadoria do meu pai, o que resta é bem pouco para arcar com as despesas dele e meu marido acaba ajudando”, explica.

São 2 doses ao dia de insulina aplicadas em Simião e ainda tem o gasto com fraldas e remédios. Para uma melhor acomodação, a família comprou um ar-condicionado para o patriarca enfermo, no entanto a conta de luz já vive atrasada, de acordo com Letícia.

A família pede ajuda para conseguir um tratamento de saúde efetiva, para que Simião consiga viver bem. Além disso a família pede ajuda com fraldas geriátricas, frutas e verduras, pois ele tem dificuldade em se alimentar, curativos e remédios para a diabetes.

Simião descobriu a doença após um carro passar em cima de seu pé e ter de amputar um dedo. Em seguida, outros 2 dedos também foram amputados. Cheio de machucados na perna, ele já não consegue andar. “Ele sofre muito. Minha sogra é quem mais cuida dele, mas ele é alto e pesado é muito difícil para ela aguentar. A gente não tem condições de bancar um acompanhamento médico adequado e é disso que ele precisa e os hospitais não dão. Tá complicado, a gente sofre junto”, relata Sérgio.

Para quem puder ajudar a família é só entrar em contato através do telefone (65) 9 9223-9044, para falar com Letícia ou Sérgio, ou ir até a casa deles na rua Doutor João Pedro Molina, nº 2, quadra 15, no bairro Nª Srª da Guia em Várzea Grande.

 



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