03 de Julho de 2020,

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Terça-Feira, 02 de Junho de 2020, 23h:46 | Atualizado:

ATRIBUIÇÃO DE AULAS

Professora denuncia suposta venda de certificados falsos em MT

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Uma professora da Juara apresentou uma denúncia contra suposta venda de certificados falsificados. De acordo com denúncia registrada no Ministério Público Estadual (MPE), os documentos seriam emitidos por uma universidade sediada em Cuiabá.

Segundo a denunciante, a universidade estaria vendendo indiscriminadamente, certificados de conclusão de curso, para alguns professores, que somariam pontos favoráveis no momento da atribuição de aulas, para o ano letivo de 2020. No início do ano, a escolas fazem a chamada atribuição de sala.

Nesse processo, os professores precisam somar pontos que dependem de alguns fatores como cursos, carga horária de aulas ministradas no ano anterior, especialização, enfim. De acordo a denúncia da professora, a faculdade estaria comercializando esses diplomas para que os professores somem pontos e garantam vagas nas escolas.

Ela afirmou que a denúncia já foi levada à Secretaria Estadual de Educação no ano passado. A profissional também buscou a Assessoria Pedagógica do município.

E, na tentativa de comprovar a denúncia, ela mesma entrou em contato com a instituição simulando comprar um certificado e descobriu que o documento era vendido por R$ 1 a hora aula e que a universidade poderia lhe garantir até 500 horas de curso. Após a denúncia no MPE, um inquérito policial também foi instaurado.

Posteriormente a denúncia foi apresentada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Uma decisão do juiz Juliano Hermont Hermes da Silva determinou que fosse realizada nova atribuição de aulas nas escolas de Juara.

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Comentários (4)

  • Elizabete | Quarta-Feira, 03 de Junho de 2020, 21h17
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    E estes professores devem ser os mesmos que levantam a bandeira do PT e do SINTEP e gritam por qualidade no ensino, batem panela e armam barraco por aumento de salários. Qual família vai confiar em gente deste tipo em sala de aula? Por isso que ninguém mais sabe nada e nem aprende nada com professores que agem desta maneira criminosa!

  • SEBASTIAO LUIZ MACHADO | Quarta-Feira, 03 de Junho de 2020, 08h15
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    Aqui em Cáceres é diploma de mestrado está sendo vendindo o camarada matricula não realiza todos os quesitos que um mestrado exige em 4 meses o camarada sai com o diploma como se fosse 2 anos. Essa faculdade que emite Ponticia Católica do rio grande do sul ....Pode isso! Se fala em flexibilizar e da nisso. O diploma a preço de banana.

  • Diplominha | Quarta-Feira, 03 de Junho de 2020, 08h00
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    Educação tá cheia de PeTralas. Então o resultado não poderia ser diferente.

  • Eustáquio. | Quarta-Feira, 03 de Junho de 2020, 07h14
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    Isso não acontece em universidades públicas, por isso, os canalhas querem privatizar as Ifs.

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