15 de Agosto de 2020,

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Sexta-Feira, 06 de Dezembro de 2019, 11h:42 | Atualizado:

"VALORIZO MEU CAMINHO"

Giselle Itié celebra gravidez aos 37 anos

Renam Christofoletti/ Ed. Globo

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Giselle Itié se emociona fácil desde que engravidou de seu primeiro filho, um menino, com o ator Guilherme Winter. Em um ensaio inspirado na Vênus de Milo, a atriz entrou mais em contato com as curvas dos seis meses de gestação e não conteve as lágrimas de alegria. “Agora estou assim, uma mãe emotiva”, diz.

Ser mãe era um sonho de menina de Giselle, mas ela, que a princípio queria ter quatro filhos, foi deixando a vontade de lado enquanto se realizava profissionalmente. Com a aproximação dos seus 37 anos, ela já se via adotando filhos no futuro, quando recebeu a notícia que estava grávida.

“Quando criança falava que queria ter quatro filhos. Caiu para três, depois para dois, um e comecei a pensar em adotar. Eu pensava: ‘Tem tanta criança sem acolhimento por aí'. Ao mesmo tempo, eu imaginava como seria essa viagem doida de gerar um filho por nove meses. Tinha essa curiosidade. Já tinha conversado com o Gui sobre filhos nesses quatro anos que estamos juntos, mas não estávamos planejando. Quando soubemos da gravidez, foi um susto como o de uma montanha-russa, aquele que você quer pegar a fila para sentir. Liguei para ele e disse: ‘Vem para cá agora todos os dias da sua vida’”, relembra ela, que tinha tido um breve rompimento no relacionamento antes de saber da gravidez.

“Foi aí que falamos: ‘A gente está bobeando. A gente tem que estar junto’. Não é à toa que aparece um bebê, o ápice da vida a dois, em uma relação com a nossa. Acredito muito que foi um sinal.”

Primogênita de uma família de três filhos, ela dará o primeiro neto ao seus pais, a brasileira Sandra e o mexicano Fernando Itié. A atriz, que vive sozinha no Rio de Janeiro, está se mudando para São Paulo, onde os pais moram, para poder criar o filho próximo de sua família.

“É o primeiro neto da família do Gui e da minha família. Estou procurando um apartamento em São Paulo para parir perto deles”, conta ela, que pretende dividir o lar com o pai de seu filho. “Nós nunca moramos juntos, mas acho muito legal esses movimento de estarmos os três juntos. Tenho essa vontade”, almeja Giselle, que anteriormente foi casada com o ator Emílio Dantas.

O parto, se depender de Giselle, será em sua casa e humanizado. “Gostaria que fosse em casa para não ter que ficar no hospital. Vou tentar, mas se não conseguir, vou para maternidade. Vamos ver como é que ele vai querer. Estou até trabalhando o meu emocional para não me sentir frustrada se ele não puder vir de parto normal. Tem que estar aberta para as possibilidades”, planeja.

Uma certeza durante o parto é que ele terá uma trilha sonora. Giselle tem cantado para o filho a música Soledad y El Mar, da cantora mexicana Natalia Lafourcade, e pretende tocá-la durante e após o seu nascimento.

“Estou conversando com muitas doulas, inclusive uma mexicana, e aprendi que é muito importante cantar uma música para o bebê, uma música que possa ser tocada no parto e depois quando ele estiver no meu peito. É muita mudança para ele. Acho importante a música para deixar esse novo ambiente menos assustador. Já estou cantando Soledad y El Mar para ele.”

Em paralelo à gestação de seu primeiro filho, Giselle celebra sua entrada para a série O Escolhido, cuja segunda temporada estreia em dezembro no Netflix. Sua personagem, a jornalista Eva, investiga o que acontece em uma comunidade isolada no meio do Pantanal, onde um curandeiro faz o sobrenatural.

“Essa série fala sobre o místico e eu apareço como uma jornalista, que não à toa se chama Eva. Ela leva o conhecimento para a comunidade, como se estivesse apresentando a maçã para a descoberta do mundo. Ela veio em um momento muito forte para mim, quando surgiu a história do João de Deus (médium acusado de abusar sexualmente mulheres que buscavam a cura física e espiritual). Eu já tinha ido lá, conheci o João de Deus. Minha irmã é jornalista e acompanhei de perto isso. Eu levantei a bandeira da união das mulheres e da liberdade para falar das nossas dores, fiquei imersa nessa história. Várias vítimas dele vinham no Instagram falar comigo sobre ele e agradecer o apoio. E a Eva é uma jornalista que viaja pelo mundo querendo entender até onde o ser é curandeiro real e até onde ele usa o poder dele para abusar da sociedade. Então, quando fui convidada foi uma sinergia muito grande.”

 



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