17 de Novembro de 2019,

Economia

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Domingo, 20 de Outubro de 2019, 08h:35 | Atualizado:

DEPILAÇÃO A LASER

Mulher aciona clínica por ter virilha queimada e ficar 4 meses sem sexo em Cuiabá

Cliente entrou com ação por danos morais e materiais contra clínica


Da Redação

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Imagine você se dirigir a uma clínica de estética para uma depilação a laser e sair com a virilha queimada. Achou pouco? Então coloque-se no lugar da mulher que, após o procedimento, ainda ficou 4 meses sem conseguir fazer sexo.

O roteiro da história, digno de um drama ou comédia romântica, aconteceu com uma mulher em Cuiabá, no ano de 2016. A vítima do procedimento estético interpôs uma ação indenizatória por danos morais no Poder Judiciário de Mato Grosso contra o estabelecimento (Espaço Laser Depilação).

O processo tramita na 4ª Vara Cível de Cuiabá, sob a condução da juíza Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. Em despacho do último dia 11 de outubro, a magistrada autorizou a realização de uma perícia para verificar a “extensão dos danos”.

“A questão de direito relevante, neste caso, é a existência de responsabilidade da ré pelos alegados danos morais e estéticos supostamente decorrentes da depilação a laser. Para tanto, defiro o pedido de realização de perícia médica na autora para comprovar os danos alegados na inicial”, determinou a magistrada.

A perícia estabelecida pela juíza deverá ser feita por um dermatologista. A empresa escolhida para fazer o estudo técnico foi o Forense Lab - Perícias e Consultoria, localizado em Cuiabá.

De acordo com informações do processo, os R$ 1.400,00 pagos pela cliente para a realização da depilação a laser saíram mais caros do que o esperado: além de ficar com a virilha queimada, a mulher ainda ficou “4 meses na seca”, não se sentindo confortável para a prática de relações sexuais no período com o seu marido.

“[A cliente] afirma que contratou o pacote de serviços da requerida consistente em depilação a laser em suas partes íntimas, mais precisamente na virilha, pelo importe de R$ 1.400,00. Ocorre que, em 20 de setembro de 2016, em uma das sessões realizadas na virilha, a reclamada queimou literalmente as partes íntimas da reclamante, causando-lhe dores insuportáveis e diversas cicatrizes”, relata a vítima.

“Salienta que, o dano estético causado lhe casou constrangimento, sentimento de vergonha e até mesmo ficando impossibilitada de manter relação sexual com seu marido por aproximadamente 4 meses”, revelou a mulher.

A clínica se defende dizendo que “devolveu” os valores pagos pela depilação. Já a mulher, por sua vez, também contou que teve que pagar por outros procedimentos estéticos em sua virilha – como pelling e uso de medicamentos.

A discussão continua no Poder Judiciário Estadual até a decisão da juíza, que deverá aguardar o resultado da perícia – e eventualmente outras diligências -, para julgar o processo.

 

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Comentários (6)

  • José Antonio Ruela dos Santos | Domingo, 20 de Outubro de 2019, 23h11
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    A juiza vai despachar ,assim: Negado , poderia ter dado o roscofi . Cumpra~se.

  • dodói | Domingo, 20 de Outubro de 2019, 16h45
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    Libera o engate atrás uai

  • Joenes pica pau | Domingo, 20 de Outubro de 2019, 12h16
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    Adoro mulher da perereca queimada

  • De olho | Domingo, 20 de Outubro de 2019, 12h09
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    2

    Tudo bem queimar a virilha e dolorido agora ficar sem da uma e desculpa pq tem varias posições kkkkkk vai de ladinho kkkkkk

  • Aline Assis Aposentada | Domingo, 20 de Outubro de 2019, 11h57
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    Nossa se eu ficar todo esse tempo sem sexo tenho um ataque do coração. Cruzes

  • Antônio | Domingo, 20 de Outubro de 2019, 11h57
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    1

    Rapaz.. o negócio assado deve ser ainda melhor...

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