05 de Agosto de 2020,

Polícia

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Quinta-Feira, 15 de Fevereiro de 2018, 13h:30 | Atualizado:

ESTADO DE SAÚDE

Bebê baleado em UPA de Cuiabá está com bala alojada nas costas

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O bebê de seis meses, que levou um tiro quando bandidos invadiram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, continua internado nesta quinta-feira (15) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC).

Segundo a unidade, o bebê estava com pneumonia no dia em que a mãe dele, também baleada, procurou atendimento na UPA.

Cinco pessoas foram baleadas na UPA Morada do Ouro, na capital, durante o resgate de um preso que era atendido na unidade, na tarde de terça-feira (13). Os criminosos tentaram resgatar o preso e houve confronto com agentes penitenciários.

O bebê levou um tiro no abdômen e a bala ficou alojada nas costas. A mãe do bebê e uma enfermeira, que foram baleadas, receberam alta médica na quarta-feira (14).

No caso do bebê, os médicos tratam a pneumonia e constaram uma melhora na saúde da criança. Os médicos aguardam mudanças no quadro clínico do bebê para fazer a retirada da bala das costas dele.

Outra pessoa que foi baleada, uma mulher, levou um tiro nas costas e está em uma UTI do PSMC. Um agente penitenciário, também baleado, tinha previsão de liberação na quarta-feira, mas continua internado no Pronto-Socorro.

Nas paredes da UPA têm marcas de tiros por todos os lados. A polícia encontrou no local 13 cápsulas de balas.

Repercussão

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), afirmou durante entrevista coletiva, na quarta-feira (14), que as regras para o atendimento de um detento numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA) não foram seguidas.

Em nota, a Secretaria Estadual de Justiça e Diretos Humanos (Sejudh-MT) alegou que todos os procedimentos previstos no Manual Operacional Padrão do Sistema Penitenciário foram seguidos pela equipe que fez a escolta do preso.

Segundo o prefeito, a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá e a UPA não foram avisadas do deslocamento do preso.

De acordo com a Sejudh, o detento José Edmilson Bezerra Filho, de 30 anos, que recebia atendimento na unidade, não chegou a ser resgatado.

Ele responde a vários processos judiciais, entre eles, homicídio.

O preso precisou ser levado ao local por falta de atendimento médico em unidades prisionais e presídios em feriados ou finais de semana.

 

 



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Comentários (3)

  • PESSOA ASSUSTADA | Quinta-Feira, 15 de Fevereiro de 2018, 23h34
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    A Segurança Publica Estadual tem que prender imediatamente esses Bandidos invasores da UPA com CINCO vítimas feridas , inclusive um bebê de SEIS MESES com um tiro no peito e a bala cravada nas costas. Isso é um absurdo fora dos mais imorais limites. Os Agentes foram valentes e não deixaram o BANDIDO PRESO fugir. Parabéns senhores agentes. Agora precisa o governo através da SEG. Publica, prendê-los e mostrar para a sociedade que essas vítimas, especialmente essa criança, têm seguranças para ir numa UPA.

  • alana | Quinta-Feira, 15 de Fevereiro de 2018, 18h31
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    0

    Concordo Povão! O vídeo mostra ao menos 6 crápulas correndo, e mais dois carros à seguir que provavelmente estavam dando apoio. Ou seja, são ao menos 08 os participantes da empreitada. Busquem-nos e coloque- os todos atrás das grandes. E já manda tudo para Campo Grande, juntamente com o outro lixo que tentaram matar. Pena que não tem uma pena de uns 15 à 30 anos para o simples fato de se dizerem pertencentes à facções. E esses juízes antas e ptralhas tem que aprender que audiência de custódia é para liberar primário, de bons antecedentes e que tenham condição de aguardar processo em liberdade. Não é para liberar qualquer lixo não!

  • POVÃO | Quinta-Feira, 15 de Fevereiro de 2018, 14h50
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    A sociedade quer a prisão imediata dos BANDIDOS ASSASSINOS que invadiram a UPA. E isso compete a Segurança Pública e ao Governo. É um bebê que está com uma BALA no tórax. entre outros feridos. O Taques não gosta de BANDIDOS. Aguardemos.

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